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 [TRAMA.FANTASMAS]Escritório.Bruno.II

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Bruno Maia
Professor de Artes das Trevas
Diretor da Pau-Brasil

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MensagemAssunto: Re: [TRAMA.FANTASMAS]Escritório.Bruno.II   Sex Jul 10, 2009 11:41 am

>> Julho, 2015::Manhã após a morte de Paulo. Entorno de 8:00<<

Narração
Falas
Pensamentos
Falas alheias

Bruno acordara cedo naquela manhã. Seus olhos de abriram e Bruno soube pela posição do sol, velho resquício da criação na floresta, que eram seis horas. Por mais duas horas Bruno ficara deitado em sua cama sentindo a textura do algodão em sua pele, ouvindo o barulho da chuva batendo na janela fria ao seu lado direito e sentindo o frio daquela manhã cinza afagar sua face.
Enquanto percebia todas essas sensações, Bruno ficava deitado pensando em muitas coisas. AInda ontem ele escapara de metamortalhas nas masmorras e de um lobisomem em fúria. Tivera realmente muita sorte. Agora se encontrava ali, deitado em sua cama confortável e cálida. Enquanto dava um pequeno sorriso, pensava em quanto sentiria falta de toda essa agitação que era intrínseca à vida no educandário. Não suportaria, pensou.
Levantou-se, então de sua cama, pondo os pés no chão frio de madeira. Seguiu para o banheiro, onde fez sua higiene matinal, saindo de lá outro homem: seus cabelos não estavam mais desgrenhados, seu hálito melhorara absurdamente, sua ara desamassara e agora não tinha mais aquele ar de quem acaba de acordar, mas um ar de alguém revigorado.
Descera as escadas circulares até seu escritório, e teve de parar para admirar a beleza do local. Tentando não pisar no chão de pedra fria, passava por cima dos tapetes e tentava não colidir com alguma quinqulharia velha que tivesse por ali.
Em cima de sua escrivaninha de mogno, estavam duas correspondências: seu scriptor sonorus diário e uma outra, de aspecto muito oficial.
Franzindo o cenho, decidiu ver a de aspecto oficial primeiramente. Estava magicamente selada, de modo que precisou de sua varinha para rasgar o envelope branco e puxar um pedaço de pergaminho um tanto amarelado, que dizia:
Citação :
Prisão bruxa do carandirú
Notificação aprovada pelo Ministro da Magia


Caro Sr. Bruno Maia,
Viemos através desta informar que, às 6:00 (seis horas da manhã) do dia de hoje, em que a presente chega em suas mãoes, foi feita a vistoria diária das celas pelos dementadores e funcionários.
Após a vistoria da cela 24AKW, onde se encontrava em cárcere seu irmão, Paulo Maia, encontramos o corpo deste jogado a chão.
Os vídeos e os dementadores, bem como os guardas da prisão afirmam desconhecer a causa mortis e que na noite passada nada ali foi percebido.
COmo era um preso do carandirú, seu corpo será sepultado hoje, às 10:30 (dez e meia da manhã), ao lado da prisão, juntamente com os outros presos que ali definharam.
Se quiser acompanhar, sua presença não erá proibida.
Sem mais,
Chefe das celas do Carandirú

Bruno terminou de ler a carta um tanto estupefato. Não pretendia visitar seu irmão nunca mias e, de fato, não sentia nenhum pesar pela morte dele. Mas o fato de ele ter morrido sem causas aparentes era estranho. Seria uma morte natural? Provavelmente.
Então, dando de ombros, Bruno tacou a carta na lixeira que estava ao seu lado esquerdo, e pegando o scriptor sonorus.
Decididamente, caiu na poltrona às suas costas de pavor.
Na capa do jornal estava uma foto dupla: do lado esquerdo, uma imagem do carandirú e uma marca negra o sobrevoando; à direita, um foto de seu irmão, morto, jogado na cela.
A notícia que seguia era...
Citação :
Hoje foi encontrado, na cela 24AKW da famosa prisão bruxa do Carandirú, o corpo de Paulo Maia, famoso líder dos fantasmas. Os medibruxos que analisaram o corpo de Paulo alegam sinais de tortura pela maldição cruciatus, no mínimo duas vezes, e sinais de sufocamento, sem ser esta a causa mortis.
Em nota oficial, um medibruxo diz que " como não encontramos nenhum outro método de homicídio no corpo, e como o bruxo em questão não possuía varinhas para o suicídio e a auto-execução de feitiços de tortura ou sufocamento, nos resta crer que a causa mortis tenha sido nada menos que a própria maldição da morte. O corpo apresenta, além disso, sinais inconfundíveis e sucessivas possessões de avasatis. Acho que a comunidade bruxa não deveria relaxar quanto aos métodos de segurança, pois, mais uma vez, lamentamos informar que temos mais uma era de terror em potencial. Devemos tomar cuidado com os avasatis, pois, ao que parece, eles não foram completamente estirpados."
Com essa nota, fecho minha reportagem. Sou...

Bruno agora ofegava rapidamente. Avasatis, Paulo assassinado? Quem teria o trabalho de...
Então Bruno gritou, muito alto, o bastante para qualquer um ouvir. Seu grito de lamento e terror deveria ter-se espalhado por todo o educandário. Na foto da direita, de Paulo de costas ao chão, via-se muito claramente uma marca em sua face.
Bruno viu, com terror, um perfeito "F" tatuado a fogo na face cadavélica de Paulo.
Com um giro da varinha repôs sua roupa e, pegando a carta na lixeira, rumou para o escritório do diretor.
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