Educandário de Magia Monte Pascoal

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 [TRAMA.FANTASMAS]Cambuí

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Dominic Anatolly
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MensagemAssunto: Re: [TRAMA.FANTASMAS]Cambuí   Ter Jul 07, 2009 9:40 pm

EMMP - 23:30


Dominic estava inquieto, assim como antes de vir para o Brasil, antes de matar seu pai. Estava agitado, mas esperaria até a meia noite, um horário que não sentiriam sua falta. Ele conhecia algumas passagens secretas, principalmente uma que dava próximo ao lago, isso facilitava muito sua saída. Ele saiu pelo corredor, silenciosamente, indo até uma estátua de uma sereia, apontou sua varinha para a estátua e a agitou, ordenando mentalmente "Aqus Solenis", a estátua da sereia mexeu a cauda e girou para o lado, mostrando uma passagem escura. Dominic entrou pela passagem e a sereia voltou para o seu lugar, fechando a passagem, agora Dom estava sozinho e no escuro, mas não por muito tempo, o professor ordenou "Lumus" mentalmente, fazendo a ponta de sua varinha iluminar o tunel que levava até uma outra passagem que saia no lago. Sendo assim, Dom abriu a porta que só poderia ser aberta por dentro ou executando o feitiço "Aqus Solenis" inversamente do lado de fora. Já conseguia sentir o ar gélido do início da madrugada, então fechou a porta, que olhando nem parecia ser a tal porta. Dom seguiu para fora dos terrenos do Educandário, aonde poderia aparatar com segurança. Ele tinha um destino em sua cabeça, tinha um encontro marcado e não poderia se atrasar, e nem queria. Ao sair dos terrenos de Monte Pascoal, seguiu durante uns 15 minutos por uma ruazinha estreita e cheia de depressões, quase ninguém andava por ali, logo a frente duas casas pequenas e caindo aos pedaços, Domnic se aproximou e agitou a varinha. As pequenas casas se arrastaram para o lado, revelando outra casa, um pouco maior e mais ageitada. Ninguém sabia daquela casa, somente Dominic que era o fiel do segredo e a casa era protegida com todos os feitiços de proteção imagináveis, então ele entrou e as outras casinhas se juntaram novamente. A casa era maior por dentro do que por fora, aparentemente parecia vazia, mas logo passos desciam as escadas e um homem com o olhar vazio e perdido se aproximou de Dominic, ao que o professor abriu um sorriso, olhando o objeto que o homem segurava. O punhal sangrento brilhava na mão do homem, que logo estendeu a mão e entregou para Dom, que pegou com todo o orgulho que tinha e guardou em uma bolsa que levava a tira colo.

-Pode voltar para cima! Amanhã, se tudo der certo, você estará livre!

Assim o homem fez, subindo as escadas e voltando para o quarto. Dom, por sua vez saiu da casa e, assim que as duas casinhas esconderam a outra casa, com um estalo desaparatou, tendo um destino em mente: Minas Gerais.

Cambuí - Minas Gerais - 00:20


Já passava da meia-noite quando um estalo fez um pássaro alçar vôo. Dom apareceu em um campo aberto, era um sítio no pé de uma montanha. Ele já tinha estado ali, e já sabia aonde ir, olhou para o alto e visualizou o seu destino. Pedra de São Domingos, um ponto turístico, mas de difícil acesso e nenhuma movimentação naquele horário.



Mais uma vez, com um estalo, Dom desaparatou e já apareceu no lugar aonde realmente queria ir. Um pouco abaixo da pedra, um lugar escondido, umido e de acesso impossível para qualquer pessoa que não conhecesse. Dom olhou para um lugar mais ao lado e começou.

-Ssssssssssvasta asssshiassssta vessssstiassssta!

Uma pedra rolou para o lado, abrindo uma passagem pequena, do tamanho de uma caixa de Sucrilhos, Dom não passaria ali de jeito nenhum, mas ele abriu sua bolsa e uma cobra saiu da bolsa a qual carregava. A cobra subiu pelo braço de Dom, passando pela nuca e o encarou de frente. Dom sorriu para a cobra e começou a falar.

-Asssshiiiivassss Asssshissssta masssssssstivasssssta! (Entre naquele buraco e pegue a caixa!)

A cobra deslizou pelo corpo de Dom, descendo pela sua perna e seguindo para o buraco. A cobra era grande e entrou com pouca folga no buraco e logo sumiu. Dom ficou do lado de fora e esperou a cobra por um tempo e logo a cabeça da cobra apareceu, com uma certa dificuldade, ela se arrastou e em sua cauda estava enrrolada uma caixa. Ela deixou a caixa na entrada do buraco e subiu novamente em Dom, que se abaixou e puxou a caixa, que era grande e tinha uma feichadura em forma de cobra. Dom sorriu muito e começou a falar.

-Sssssssifa essssssstavasssssssssta sssssrissssta veissssta! (abra, seu mestre ordena)

A cobra deslizou para cima e um estalo idicava que a caixa estava aberta. Dom a abriu lentamente e vislumbrou seu objeto que a tanto tempo não via, um objeto que usava com orgulho em sua época, mas teve que sumir com ela para não perdê-la. Era sua capa da invisibilidade, aquela usada quando era um dos Fantasmas, ele a estendeu no ar e se cobriu. A cobra, por sua vez, voltou para a bolsa, se escondendo. Agora Dom poderia dar continuidade ao seu plano. Ele guardou a caixa no buraco, aonde conseguia alcançar e falou.

-Ssssssssssvasta asssshiassssta vessssstiassssta!

A mesma pedra que se arrastou para abrir o buraco, se arrastou e fechou. Mais um estalo e Dom desaparatou dali, ia se iniciar o plano que tanto tempo planejou.

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MensagemAssunto: Re: [TRAMA.FANTASMAS]Cambuí   Qui Jul 09, 2009 7:09 pm

Dom apareceu no pé da pedra, aonde tinha pego a capa, tirou a capa, já estava seguro ali para tirá-la e começou a falar.

-Ssssssssssvasta asssshiassssta vessssstiassssta!

Fazendo a pedra rolar mais uma vez para o lado. Havia guardado a caixa próximo a entrada do buraco, sendo assim só precisou esticar a mão e pegar a caixa, que já estava aberta, então dobrou a capa e a guardou na caixa, logo em seguida ele pegou alguns frascos dentro de sua bolsa e colocou a varinha em sua tempora, puxando um fio esfumaçado e depositando em um dos frascos e repetiu o processo mais algumas vezes, até que suas lembranças desde quando tinha saído do educandário estivessem em frascos, então colocou os frascos com suas lembranças na caixa, junto com a capa, fechando-a em seguida e falando.

-Afassssta essssssstavasssssssssta sssssrissssta veissssta! (feche, seu mestre ordena)

A pequena cobra prateada que tinha na caixa deslizou para baixo, selando a caixa. Dom colocou a caixa no chão, a cobra saiu de sua bolsa do mesmo jeito que da primeira vez e Dom começou.

-Ssssssshiastasssss vassssssssstas asssshissssta masssssssstivasssssta! (amiga, guarde a caixa para mim)

A cobra desceu pela perna de Dom, enrrolou a cauda na caixa e entrou pelo buraco, depois de alguns minutos estava de volta, então ela subiu pela perna de Dom e mais uma vez estava de volta a bolsa. Dom com um sorriso nos lábios apenas falou.

-Ssssssssssvasta asssshiassssta vessssstiassssta!

A pedra que fechava o buraco se arrastou para fechar mais uma vez o buraco. Agora com a capa escondida mais uma vez, Dom tinha que limpar os vestígios, com um movimento de sua varinha ele ordenou.

-DELETRIUS!

Para que se alguém tentasse investigá-lo, o que certamente aconteceria, realizou esse feitiço mais algumas vezes até que pudesse ter certeza de que não restaria vestígios de nenhum feitiço. Não satisfeito, ainda realizou alguns feitiços basico para limpar com certeza.
Apontando para uma pedra ordenou.

-Accio pedra!

A pedra foi para sua mão, em seguida ordenou.

-Lumus!

Fazendo sua varinha brilhar na ponta, em seguida ordenou.

-Nox!

Apagando a varinha. Em seguida foi a hora de ordenar mentalmente "Limpar" apontando para sua mão, que estava suja de terra, fazendo-a ficar limpa. Logo em seguida ordenou mentalmente "Ferula", criando algumas bandagens nele mesmo e tirando-as logo em seguida. Já estava satisfeito, ele sabia que não faltava muito para o dia clarear e precisava voltar ao Educandário. Mais uma vez, um estalo e ele sumiu, indo em direção ao St. Sossego, tinha que entregar o punhal sangrento para o seu imperiado

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