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 [TRAMA.FANTASMAS]Praça.Catarina.Cedrela

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Dominic Anatolly
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MensagemAssunto: Re: [TRAMA.FANTASMAS]Praça.Catarina.Cedrela   Qui Out 22, 2009 10:37 pm

Era fim de tarde, o sol já estava se pondo e a praça estava agitada. Muita gente conversando, crianças correndo e os velhinhos sentados nos bancos, admirando a paisagem. Nada de diferente, nada que necessitasse de uma atenção especial, a não ser pelo fato de um homem encapuzado que rodeava o lugar. Ao que ele passava, mães puxavam seus filhos para perto, homens olhavam desconfiados e os jovens tiravam sarro do homem que parecia um mendigo, todo coberto por um manto marrom velho. Vez ou outra o homem levantava o rosto e era possível ver as marcas do cansaço, de uma vida doída e perturbada. O homem, aparentemente, parecia ser uma pessoa boa, tinha um rosto bem tratado e olhos verdes, cabelos bem tratados e parecia ser de família boa, mas suas vestimentas indicavam se tratar de um mendigo, até que se falasse ao contrário. O cheiro do homem, ao contrário dos mendigos habituais, não era ruim, pelo contrário, parecia ter tomado banho recentemente e não mostrava traços de sujeira ou qualquer coisa do tipo.
Ele perambulava por ali, não parecia ter sentido certo, apenas andava à esmo e as vezes andava em círculos, alguns até achavam se tratar de um doente mental. O homem sentou-se em um banco, próximo a um grupo de bruxo que conversavam e riam gostosamente, nem se abalaram com a presença do suposto moribundo. O grupo era formado por bruxo de meia idade, cinco ao todo, homens que conversavam sobre diversos assuntos, desde quadribol, até o ministério da magia e notícias recentes.
O suposto mendigo olhava fixamente para aquele grupo e ficou assim por exatos quinze minutos, até o momento que se levantou vagarosamente e se dirigiu até o grupo, seus passos eram lentos, seus corpo estava curvado e completamente coberto pelo manto. Ele se aproximou daqueles que estavam de costas para ele e os que estavam de frente indicaram a chegado do sujeito para seus companheiros. A ação aconteceu muito rápida, o homem chegou bem próximo do grupo e, de supetão, se ergueu, lançando o manto ao chão, as luzes da praça, que já estavam acesas, incidiram em um objeto metálico que o homem ergueu e logo lançou em dois dos homens que estavam praticamente ao seu lado, cortando um no braço, próximo ao ombro, e o outro próximo a cintura. Rapidamente, sem dar tempo de uma reação, o sujeito feriu outros dois, um no peito e o outro nas costas, já que o mesmo tinha virado para correr. O quinto homem sacou rapidamente sua varinha, assim como os outros três que já estavam feridos. Um dos feridos tentou lançar um feitiço contra o sujeito, mas nada aconteceu, os outros dois feridos, também o fizeram, igualmente sem efeito algum. O único que não estava ferido tentou lançar seu feitiço, mas não teve tempo, o homem havia lançado o punhal que segurava em sua própria barriga.
Todos à volta olhavam a cena horrorizados, quatro homens feridos e um ao chão, com um punhal encravado na barriga. Os homens ficaram sem ação, não sabiam o que fazer. O que tinha sido cortado nas costas se dirigiu cautelosamente até o agressor, esse era um medibruxo, iria curar o homem para que pagasse pelos seus atos, mas no instante em que puxou sua varinha e tentou lançar um feitiço de cura, nada aconteceu. Todos olhavam o homem sangrando no chão, ele vertia sangue pela boca, tentou falar alguma coisa, mas somente tossiu sangue e sua cabeça pendeu para o lado. Não havia mais o que fazer, o sujeito estava morto.
As pessoas se aproximaram, certas de que não havia mais perigo, e uma voz foi ouvida.

Citação :
-É o punhal sangrento! Aquele que pertencia à Adalbérgio Dummont e que desapareceu do Educandário Monte Pascoal!

Todos olharam surpresos para o punhal. Era mesmo o punhal desaparecido de Adalbérgio Dummont, um dos fundadores do Educandário de Magia Monte Pascoal.
Aurores foram chamados, a área foi isolada. Tudo aquilo era uma situação surreal, mas estava acontecendo e as pessoas estava assustadas. Até mesmo o ministro da magia foi ao local, mostrando que o caso era sério. As pessoas fugiram para suas casas, mesmo sabendo que a situação tinha sido controlada e que não havia mais riscos.
O que estava acontecendo? As pessoas se perguntavam em silêncio, com medo da resposta, que era uma só: A nova era de terror estava começando!

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