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 [TRAMA.FANTASMAS]Enfermaria

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MensagemAssunto: Re: [TRAMA.FANTASMAS]Enfermaria   Ter Jun 02, 2009 6:51 pm

#Maio, 2015 - 17:48h.
#Cont. dos acontecimentos do Acesso à Torre Central


Francisco estava coberto por uma fina poeira que fazia com que uma nuvem cinza saísse de seu corpo a cada passo que dava. Seus olhos e seus lábios se sobressaíam de seu rosto coberto.

Quando chegou a enfermaria, seus homens ainda estavam desacordados. Victor permanecia de guarda ao lado dos homens enquanto uma enfermeira colocava uma solução esverdeada pendurada ao lado de cada cama, conectando-as a uma punção venosa nos braços de cada um.

- Tinoco?!?... Mas o que... - Surpreendeu-se o diretor da escola com sua chegada.

- Preciso ter uma conversa séria com você, Victor... Agora!

Victor Wagner e Francisco Tinoco dirigiram-se para um canto da enfermaria, sobre olhares curiosos.

- Wagner, fui atacado quando vinha para cá... Estava em Santo Sossego investigando aquele bruxo que perdeu os poderes... Por mais que os medibruxos digam que foi trauma, para mim foi obra do Punhal... Bom, ainda estava no hospital quando me enviaram uma coruja contando sobre o que tinha, supostamente, havia ocorrido aqui... Eles foram espertos, Victor...

O Ministro suspirou como que aborrecido e olhou sobre os ombros do diretor certificando-se que tudo o que dizia estava restrito aos dois.

- Você acha que precisamos de um Abaffatio aqui?

O diretor balançou negativamente a cabeça e pediu para que ele proseguisse.

- A mensagem me dizia que um atentado aconteceu na escola culminando na morte de um aluno, dava a hora exata e o lugar... Entende como tudo foi armado... para piorar, o bilhete foi assinado por um dos meus homens de confiança...

Victor ouvia, juntando os pedaços do quebra-cabeça.

- Pois bem, você já imagina o que eu fiz, certo? Tinha a hora e o local exato... Não podia ter deixado um de seus alunos ser assassinado... Quando cheguei no lugar que me informaram, fui atacado sumariamente. O pior, Wagner... Avasatis... Você sabe de onde vieram isto?... Pois eu não tenho a mínima idéia. Nós varremos toda a cidade no último carnaval atrás desses bichos. Como agora eles ressurgem?... Demoraria um certo tempo até eles voltarem... Não estou compreendendo isto... Bem, quando eu me livrei das criaturas, e te digo que não foi fácil... meu patrono teve muito trabalho mesmo e mais, a Lumus Maxima deixou alguns inteiros... nunca tinha visto uma coisa dessas antes... Então, quando terminei com eles, vim correndo falar contigo e vi aquela bagunça na sua escadaria... pensei o pior, mas por Merlim vocês estão bem.

Tinoco tirou de seu bolso um pequeno vidro contendo uma substância cristalina. Olhando com cuidado, a luz que a atravessa parecia sair mais clara do outro lado.

- Veritasserum... Quero saber no que esses dois estão metidos, ou melhor, com quem... Conheço bem a fama desse Pedro, ele não tem capacidade de arquitetar alguma coisa sozinho... sem dúvidas que não.

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Bruno Maia
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MensagemAssunto: Re: [TRAMA.FANTASMAS]Enfermaria   Ter Jun 02, 2009 7:56 pm

@Maio, 2015:: Manhã dos acontecimentos na torre central::: Por volta das 9:30

Narração
Falas
Pensamentos
Falas alheias

Na enfermaria cálida e confortável haviam várias fileiras de camas de armar, onde estavam dispostos, em fila, um homem, Pedro, ambos deitados, Bruno, sentado à sua cama conversando com o diretor, que estava em pé ao seu lado. Assistia a enfermeira colocar extrato de raiz e casca de Heteropterys aphrodisiaca O. Mach., nó-de-cachorro, via intravenosa nos homens desacordados. Bruno discutia com o diretor se não seria mais eficaz se a enfermeira-chefe administrasse, em conjunto, extrato de Melissa officinalis L., a erva cidreira, quando o ministro da magia chegou, um tanto atordoado:

- Tinoco?!?... Mas o que... - Surpreendeu-se o diretor da escola com sua chegada.

- Preciso ter uma conversa séria com você, Victor... Agora! - Disse o ministro


Seguiram, então, para um canto da enfermaria. Bruno seguiu-os com o olhar até certo ponto, quando o ministro olhou em sua direção. Desviou rapidamente o olhar. Nas estava bisbilhotando, mas talvez olhar naquela direção daria essa impressão. Embora, em seu íntimo, gostaria muito de saber o assunto da conversa.
Recostou-se à um travesseiro na sua cama. Sentia-se exausto como nunca. Olhando para o teto alvíssimo e reto da enfermaria, apurou o ocorrido:


"Ora, primeiro, alguém vasculha sem pudor o malão de um aluno da pau-brasil; depois, este mesmo aluno é ameaçado por Pedro; e, um dia antes, em st. sossego, alguém perdeu seus poderes mágicos, um caso clássico do uso do punhal sangrento. Não estariam essas histórias conectadas? Há, também, o Pedro... Ele era um asassino de aluguel...Teria ele mudado de vida assim tão rápido? Ou ele estaria fingindo? Uma mera marionete de um plano maior. Na certa...Mas...Será que era quem ele estava pensando? Pau-brasil, Pedro, punhal sangrento...Pau-brasil, Pedro, punhal sangrento...Pau-brasil, Pedro, punhal sangrento... Será?!"

A enfermeira trazia até sua cama um pequeno copo que mais parecia uma câmara de eluição. Estava cheia de um extrato muito familiar. Bruno bebeu-o. Em seguida, após uma careta disse:

"Heteropterys aphrodisiaca O. Mach., nó-de-cachorro! A senhora tem algum problema com erva cidreira? Adicione algumas gotas nesse extrato: não reage, atua como calmante e ainda melhora um pouco esse gostinho. Eca! Obrigado."

Pôs o pequenino copo acima da bandeija que a mulher carregava (seu olhar parecia estar considerando a dica de Bruno). Assim, o rapaz sentou-se novamente. Agora olhava Pedro... Teria de perguntar ao ministro, não havia solução. Levantou-se, então, e foi até ele. Não conversava com o diretor, pareciam ter dado uma pausa. O ministro guardava no bolso um pequeno frasquinho com... Veritaserum?

"Er... Bom dia, ministro. Er...Você poderia me informar se...Talvez,...Houve alguma fuga do Carandirú? Alguma que o jornal não tenha noticiado. Ou..Quem sabe...Uma rebelião, ou algum preso cujo comportamento tenha-se alterado drasticamente...Ou tenha algum comportamento suspeito?"

Bruno encarava fixamente os olhos do diretor...A resposta..Era tudo que ele precisava...
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MensagemAssunto: Re: [TRAMA.FANTASMAS]Enfermaria   Qua Jun 03, 2009 6:34 pm

Tinoco mostrava o frasco de veritasserum para Wagner quando notou que Bruno Maia se aproximava. O professor estava um pouco ansioso como se algo estivesse incomodando suas idéias... algo que ele precisava tirar a limpo.

O ministro tratou logo de esconder o veritasserum antes que levantasse algum questionamento sobre seu uso, afinal não gostaria de ver o ministério associado a atitudes um tanto que não-éticas para atingir seus objetivos. Para alívio de Tinoco, a conversa de Bruno enbrenhou-se por outro caminho: - Er... Bom dia, ministro. Er...Você poderia me informar se...Talvez,...Houve alguma fuga do Carandirú? Alguma que o jornal não tenha noticiado. Ou..Quem sabe...Uma rebelião, ou algum preso cujo comportamento tenha-se alterado drasticamente...Ou tenha algum comportamento suspeito?"

Francisco olhou desconfiado para Bruno e acabou por responder: -Bruno... comportamento suspeito é o que mais se tem lá, mas nossos dementadores fazem um excelente trabalho. Não são daquela extirpe de traidores bretões... Até o momento está tudo em ordem por lá...

Tinoco entrou em uma rápida reflexão e acabou soltando em voz alta: - ... mas sabe que... - ao perceber que havia dito em voz audível, calou-se e deu uma desculpa retirando. Antes de ir embora, Victor o perguntou quando o ministério deixaria a escola

- Agora, Victor... O punhal não está aqui e se não agirmos logo ele poderá ser usado para coisa muito pior.. Só uma última coisa, faça que os jornais não saibam do que aconteceu aqui.
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MensagemAssunto: Re: [TRAMA.FANTASMAS]Enfermaria   Qua Jun 03, 2009 10:04 pm

Narração
Falas
Pensamentos
Falas alheias

Bruno havia falado com o ministro, esperava realmente obter a última peça do seu quebra-cabeça. Se o ministro confirmasse, então suas suspeitas teriam fundamento. Caso não...

"-Bruno... comportamento suspeito é o que mais se tem lá, mas nossos dementadores fazem um excelente trabalho. Não são daquela extirpe de traidores bretões... Até o momento está tudo em ordem por lá... "

O ânimo de Bruno despencou. Achara, por um momento, que solucionara o mistério. NO entanto, isso o deixava animado:

"Ele não estava de volta, afinal..."

Então, Bruno reparou que o ministro murmurou:

"...Mas sabe que..."

Onde ficavam os extratos de camomila? Bruno entrou novamente em pânico...

"É ele!"

O ministro saiu. Bruno ficou acompanhando-o com o olhar...

"Er...Diretor, preciso...Preciso...Dar uma passada no meu escritório agora... Obrigado por tudo. Até mais."

Saiu então, ou melhor, correu pela enfermaria afora... Precisava checar...
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