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 OFICIAL - PETROPOLIS

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Bruno Maia
Professor de Artes das Trevas
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MensagemAssunto: OFICIAL - PETROPOLIS   Sab Nov 28, 2009 5:22 pm

Relembrando a primeira mensagem :

EMMP:
Bruno acordara cedo naquela manhã de sábado. Eram cinco horas da manhã, e estava sentado à sua escrivaninha de mogno escuro, fazendo ligações urgentes. Na verdade, era uma grande responsabilidade que esquecera: A professora Sophie havia pedido que ele contactasse a última descendente do fundador da Pau-Brasil, para que Lucas fosse fazer uma visita para concluir um trabalho atrasado (e porque ela estava morrendo de curiosidade de estabelecer contato).
O telefone chamou uma, duias, três, quatro, cinco, seis, sete vezes e enfim alguém atendeu.

- Alô - Disse uma voz rouca e meio instável ao outro lado da linha.
- Olá, tudo bom? SOu Bruno, chefe da Pau-Brasil, aqui do EMMP, gostaria de confiormar uma visita com a senhora hoje à tarde? - Respondeu Bruno, seguro, mas falso.
- Visita?
- SIm, uma visita que estava programada há um temp~~ao, se muito não me engano, mês passado.
- ...
- Alô?
- Oi, filho, é que não estava... preparada...EU... Tudo bem, pode vir até aqui, sabe onde é? - Respondeu a voz velhaca e confusa.
- Não, poderia me passar as coordenadas polares?
- SIm, é 23 x 24. Pode aparatar na cozinha, não me importo.
- Muito obrigado, senhora.
- Disponha, filho.

Bruno então seguiu até sua porta e, abrindo-a, seguiu até o dormitório de Lucas. Ela fechar-se-ia sozinha. Bruno chegou até as escadas circulares que davam acesso às torres comunais, desviando de alguns alunos sonâmbulos, abriu a porta da Pau-Brasil, subiu as escadas e chegou ao dormitório de Lucas.

- Muito bem, muito bem, acorde, temos muito o que fazer hoje, menino! Vamos, vá lavar-se e me encontre aqui na biblioteca às seis em ponto!

E saiu do quarto, deixando um Lucas atrapalhado, soonolente, confuso e com cabelos arrepiados.
Algum momento depois, Bruno não verificou a hora, Lucas apareceu, ainda com muito sono.

- Hoje você terá uma visita, Lucas, à Mafalda Santos, a última descendente viva do fundador de sua casa, ROmerio Cesalpino. VOcê deverá me encontrar no saguão de entrada às duas da tarde, em ponto, pouviu? Enquanto isso, quero que leia isso.

E entregou o livro, entitulado "Castas e famílias nobres brasileiras", de capa dura verde ao menino.

(...)

Lucas aparecia com Patrícia ao seu encalço, ambos guiados pela professora Sophie, às duas da tarde em ponto, descendo as escadas que davam no saguão. Bruno, apressado:

- Vamos, não temos tempo para reparar em como as borboletas azuis estão voando estranhamente, ou como o sol está com m brilçho magnífico. Patrícia, você vai também? òtimo! Vamos, vamos, vamos, todos para o centro do pátio!

E, então, por fora, andaram apressadamente até o centro do pátio, que estava cheio de estudantes. Bruno deu as mãos à Lucas e Patrícia, e SOphie também os deu as mãos, formando um quadrado. Então, Bruno lembrou-se que Sophie não sabia as coordenadas.

- Ah, SOphie, é 23x24, OK?

COm uma lafuda de ar que fez arrepiar os cabelos das meninas que passavam ao redor, o quarteto começou a girar em círculos cada vez mais rápidos e menores. Bruno sewntia o contato de Lucas e Patrícia cada vez mais e mais e mais, até que a sensação de todos estarem sendo espremidos em um tubinho de mangueira tomou conta deles. Era muito apretado, e o alívio só veio alguns segundos depois, com o fim do show de luzes.


Petrópolis:
Haviam chegado à casa de Mafalda, aparentemente na cozinha da mesma, pois havia uma geladeira branca, um pequeno micrrondas e uma mesa de jantar. A cozinha era branca e espaçosa, e se assemelhava muito a um clube de duelos. Seria proposital?
COm a chegada do quarteto, uma grande lufada de vento penetrou a cozinha até então quieta. Copos e taças caíram ao chão, seguidos de um pequeno grito um tanto histérico, mas com a voz velha e fraca.

- Quem está aí?!
- Somos nós, Mafalda. SOu Bruno lembra-se.
- Ah sim, calro, o Bruno. OK, venham cá na sala, por favor, não posso me locomover com esta facilidade.

Então, o grupinho seguiu andando pelos corredores, grandes, anormes, infindáveis, até que chagarma à sala, que tinha uma decoração puxada para o verde, com folhas e plantas ao redor, o teto de vidro abobadado, que deixava a claridade entrar de forma amena e gostosa. Sob um dos raios de sol estava uma senhora gorda e toda enrugada, cuja aparência lembrva uma mandrágora. Seus olhos estavam perdidos pelas rugas que cobriam suas pálpebras e sua cara era cheia de pintas. Estava sentada numa poltrona, aparentemente, durante toda a manhã, porque ali ao lado jazia seu café, seu pão e alguns corn flakes.
Bruno sewntou-se no sofá imediatamente ao laod direito da senhora, enquantto Sophie e os dois alunos sentaram-se no sofá à esquerda da senhora. POr um momento, ninguém falou nada. O cliam era tenso e levemente contrangedor. Ent~çao, Sophie não aguentou e começou a fazer perguntas, muitas, muitas...
Bruno deu uma olhada para Sophie, como quem diz "Mais devagar com o andor que o santo é mais frágil que barro!" Mas ela nem ligou, somente perguntou:

- Maia, quer perguntar algo?
- Não, SOphie, estava apenas admirando aquele quadro do... ROmerio.

Bruno hesitara no mieo da frase, olhando para a esquerda, ao que se seguiu uma enrugada de cenho de SOphie. Bruno tinha certeza, jurava de pé junto que sentira uma presença mágica ali.

- Mafalda, sra, a senhora usa elfos domésticos?
- Não, filho, não. USo minha varinha, quem precisa de mais, não é?
- (risos) com certeza.

Era estranho, Bruno sentira um fluxo mágico vindo do corredor por onde eles acabaram de passar e entrar. Bruno fez que ia no banheiro, na verdade só para checar o corredor. Estava deserto, e sem nenhum sinal de magia por ali. Bruno devia ter-se confundido.

- Você quer algo, filho? - Disse a voz de taquara rachada
- Não, estou apenas examinando sua espécime de S. Aromaticum. É raro ter um dentor de casa...

Citação :
Gente, é isso, comecei. Prossigam aí, o que vai estabelecer a ordem de postagem daqui para diante. A ordem da primira rodada deverá manter-se até o fim! AH e desculpem qualquer erro de digitação. Estou com a patinha machucada rsrs
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Patricia Germani

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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Dom Dez 20, 2009 1:51 pm


Narração
Falas
”Pensamento”

Nunca esteve tão enlouquecida. Nunca pode sentir seu corpo pender e ser atingida por qualquer coisa. Que o fantasma lhe matasse, quem ligava. Seus lábios estavam dormentes e seu frio era quase perceptível. Se ela fosse morta, quem se importaria! As funções nervosas lhe diziam o perigo, mas seu coração estava tão frio como uma pedra jogada ali e aquilo que pulsava anteriormente foi levada junto com ele, enquanto seu corpo estava ali, como uma marionete de Merlin, sendo carregada de um lado para o outro. Não conseguia reagir, nem mesmo fazer daquilo algo melhor. Que lhe matassem logo, e ela não teria de ver o inferno na terra. Procurou de forma lenta um espelho.

Durante a guerra de feitiços, brigas, seu corpo se arrastava a procura da única coisa que poderia ajudar. Quem sabe até mesmo lhe fazer fugir de tudo o que fosse. Mas era melhor tentar tomar cuidado, quem sabe não morreria mais rápido se lutasse contra alguém ou quebrasse algo. Era somente uma tentativa de fazer as coisas ficarem melhores. Melhores para quem? Quando aqueles em quem ela se baseava morreram deixando-a sozinha naquele mundo? Lalá estava protegida, pelo menos isso, enquanto Sophie... deve ter morrido no estardalhaço. O cheiro do sangue e em seu corpo e seu rosto faziam com que ela contivesse as lágrimas, como se fosse a única forma de manter ele preso a si. Deixou-o inerte longe.

Voltou, sentindo então aquilo que ela queria ver. Raiva. Ajoelhou-se próximo aos olhos inertes dele aos seus e sorriu vendo aquele rosto perfeito no seu. Um beijo no defunto, enquanto tocava em seus cabelos macios, sentindo seu corpo fraquejar. Não conseguia mais nada, estava totalmente perdida em meio a um mundo fora de todas as cogitações. Tentou respirar, mas parecia tão difícil, que começou a pensar que morreria ali. Fechou seus olhos azuis antes tão brilhantes, agora tão escuros quanto à noite, que logo estava a vir. Fora quando ouvira a voz de alguém, e com um rosto impassível, pronta para a morte, virou-se sem olhar para os olhos, com uma varinha em suas mãos, que firmemente seguravam, mostrando total frieza e estava ficando louca. Precisava proteger o corpo dele, quem sabe um sepultamento decente ele merecesse. Quem sabe ele merecesse ser enterrado ao seu lado. Parecia uma ótima idéia. Uma idéia perfeita.

O ser era outro comparado aquele que ela estuporara de início. Deveria pensar um pouco, provável que fosse somente uma única tentativa e que não poderia errar, ou sua lucidez não era suficiente. Ouvira a voz, mas não queria saber. Se tinha em quem descontar, ganhara um presente de seu amado. Agora tão distante quanto o seu coração e sua mente. E ambos estão ligados por aorta e veias. Doce ilusão. A luz do sol batera em seu rosto aquele se pondo, no crepúsculo. Momento em que morre um dia e a noite vela a sua morte. Estava na hora de velar o corpo de Lucas e de Bruno. Apontou a varinha sem olhar para o adversário, olhando para baixo, de maneira fraca, como se tivesse esquecido que ainda existia. Estava na hora de morrer.


- Mow-BILL-i-CORE-pus



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Alice Cullen

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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Dom Dez 20, 2009 2:54 pm

A fome de Alice em machucar alguém fora tanta que seu reflexo aumentou, Patricia mal havia sacado a varinha e sua posição de ataque já estava tomada, assim como uma cobra pronta á dar o bote. Seus olhos amarelados brilhavam em ver aquela cena, a menininha loirinha dos olhos claros chorando pelo namoradinho - Alice riu, mas sua gargalhada não era qualquer uma, para qualquer criança trouxa causaria medo e certeza que bruxas existem, era aquela famosa gargalhada aguda e extensa. Alice pôde ver um fio de luz azul bebê da ponta da varinha de Patricia ao pronunciar Mow-BILL-i-CORE-pus e sua reação foi uma só.

- PROTEGO!!! Exclamou a baixinha da turma com vontade, a pronúncia fora mais que perfeita.

Tentativa com sucesso, defendeu perfeitamente o ataque da adversária, que agora já estava de pé, parecia mostrar fúria e isso aumentava a sede de Alice. O local estava meio escuro, com alguns objetos à vista, ela pôde observar tudo isso rapidamente, cada detalhe do quarto em um segundo, levando em conta sua agilidade e inteligência Alice não pensou duas vezes em atacar. Queria dar graça naquele duelo, ver sua adversária agonizando a dor, pedindo para morrer, então não usou um feitiço forte, queria começar fazendo alguns arranhões.


- WAD-ee-WAH-zee!!

Esse é o famoso Uediuósi, ele arremeça descontroladamente em grande velocidade pequenos objetos no adversário,- assim foi feito. Cadeiras, velas, porta velas, porta-retratos, pequenos quadros, tudo o que alí havia de pequeno voo em direção à Patricia, se acertou ou não Alice não havia reparado direito. Notou depois alguns objetos quebrados, por culpa da velocidade que tomaram.
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Patricia Germani

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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Dom Dez 20, 2009 3:51 pm


Narração
Falas
”Pensamento”

Não fora totalmente imprevisível ver o ser responder ao seu feitiço rapidamente. Não ligava muito para tudo isso, era somente uma questão de tempo para que ela fosse jogada ao lado dele. Fora quando os objetos começaram a subir e atacá-la, com intensidade, fazendo-a imaginar que logo a atacariam. Era melhor finalizar o feitiço para poder conseguir contra-atacar.

- Finite Incantaten

Logo parte dos objetos foram jogados ao chão, sem atacar qualquer parte de seu corpo, claro, alguns arranhões eram dignos de serem defendidos. Não olhava ainda para a pessoa, mas aquela coisa estava fazendo-a ficar extremamente cansada, por que não vinha logo e lhe atingia a cabeça? Era tão mais simples. Era totalmente óbvio. Dãã. Apontou a varinha de forma bastante cansadinha de brincar de duelo. Era melhor partir para a agressão física, seria mais engraçado. Por que ainda achava que iria se divertir depois da morte de Lucas?

- Travalíngua




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Tiago B. Sartori
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Dom Dez 20, 2009 8:45 pm

Tiago estava muito animado com aquilo tudo. Estava conseguindo vencer seu maior inimigo e facilmente, apesar de estar sentindo muita dor no baço. Ele lançou um Levicorpus em Lucas e o garoto estava pendurado de cabeça para baixo. Tiago apontou a varinha para o próprio baço e ordenou "Episkey" mentalmente e o ferimento começou a fechar, depois iria fazer um feitiço mais elaborado para se curar, o importante é que o sangramento estava estancado.
Tiago ainda se virou para Brittany, que estava imóvel no chão e ordenou.

-Finite Incantatem!

Um jorro de luz atingiu a garota mascarada que jazia no chão e ela começou a se mover lentamente. Tiago não sabe como, mas quando se voltou para Lucas, o garoto não estava mais ali, havia sumido. Tiago foi correndo desesperadamente atrás dele. O jovem Fantasma começou a revirar o lugar em busca de Lucas, então escutou um barulho em um armário, Tiago abriu a porta e logo agarrou Lucas pelo pescoço e falou com uma voz grave.

-Primeiro dou conta deste aqui, depois venho para a mocinha!

Tiago jogou Lucas para longe. O garoto bateu as costas na parede e caiu, Tiago correu em sua direção e mais um vez lhe agarrou pelo pescoço e jogou-o no chão, pisando em seu pescoço.

-Vermes merecem ficar no chão!

Tiago começou a lançar vários feitiços em Lucas, todos acertavam com precisão o garoto no chão. Tiago lançou um feitiço elétrico em Lucas e o garoto gemeu de dor e Tiago gargalhou efusivamente. Estava tão empolgado com tudo aquilo, estava finalmente se vingando de Lucas e com toda a vontade do mundo, ao mesmo tempo em que ouvia os gritos de Patricia ao fundo. Tiago tirou rapidamente a máscara, se mostrando para Lucas, como quem diz "Sou eu!", ele queria que Lucas soubesse quem o matara. Tiago sorriu para Lucas ao ver o olhar impressionado dele, então cobriu o rosto com a máscara novamente e, com um último feitiço, tirou a vida do garoto.
Tiago nunca teve uma sensação como aquela, ele tinha tirado a vida do garoto e sentia uma euforia muito grande dentro dele. Ele era um assassino e nunca tinha se sentido tão bem quanto naquele momento. Ele gargalhou ao olhar para o corpo inerte e inútil de Lucas no chão. Como um último ato, ao ver que Lucas olhava para Patricia, Tiago deu um chute, com toda a vontade que tinha, na cara do garoto já morto.
Ele saiu dali e estava feito sua maior ação de todos os tempos. Com certeza ganharia uma condecoração do Lord das Trevas.

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Alice Cullen

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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Seg Dez 21, 2009 1:42 am

Alguns objetos cheragam a machucar Patricia, nada demais, alguns arranhões leves no braço que nem sangue fizera sair. Alice estava animada pelo começo do duelo contra a senhorita donzelinha. Uma coisa na qual a baixinha estava tentando lutar contra era o cheiro do sangue de vários oponentes que se encontravam no mesmo ambiente, o seu faro sentia sangue fresco, entrava em seu subconsciente - ela lutava contra sí mesmo, para que não perdesse o controle naquele momento, mas seu desejo era pular no pescoço da primeira vitíma e sugar seu sangue até ela ficar tonta, sem sentir seu corpo. E para Alice? O que ela estaria sentindo ao fazer isso? Alívio, prazer...tudo o que existe de bom, esse seria seu sentimento, mas como o presente estava rolando e o duelo continuava, Alice deu mais importância a tal coisa e tentou se concentrar mais no que estava fazendo. Se a baixinha não tivesse feito isso seria incrivelmente ridículo, ridículo se um travalíngua lhe atingisse, será que seria assim para Patricia também? Alice contra atacou, fazendo o feitiço voltar contra a adversária.

- Vulnera Sanetur. E sua posição de ataque se desfez por alguns segundos, transformando-se em gargalhadas minusiosamente engraçadas ao ver a feição de Patricia apavorada tentando falar.

Seu pensamento foi digamos que rápido, havia de se concentrar mais, mas não podia negar que foi engraçado o fato que tivera acabado de acontecer. Alice podia sentir seus dentes afiados raspando em seu lábio inferior, prontos para perfurar a pele de um inocente e sugar todo o sangue que lhe fora de direito. "Não posso fazer isso, Alice se concentra em outra coisa. Alice, não!!! Todos vão saber quem você é, para, agora!" Seus pensamentos repetiam chateando e provocando ainda mais, podia ver Carlisle, seu pai, dizendo isso à ela, sentados juntos na mansão da família Cullen, toda clara e completamente diferente de tudo o que já ouviram sobre vampiros, malditas lendas.

Alice já estava mais concentrada, não totalmente, mas nada que chegasse a te atrapalhar demais no duelo. Patricia estava a sua frente, seus cachos cor dos raios solares estavam esvoaçados. O modo como a pequena Alice se encontrava deixava aparecer vagamente parte de sua perna por entre a abertura do sobretudo, uma bota de couro preta com salto alto subia até sua coxa, uma sinta liga parecia unir a bota ao super mini shorts também na cor preta e parte de sua pele que ficava a amostra parecia clarear o local. Quando menos se esperava, quando tudo parecia estar em silêncio Alice atacou, esperando que Patrcia não pudesse defender.


- Obliviate. Alice ao atacar com esse feitiço obteve uma ideia, matar sua sede, longe dalí, mas só seria possível se o feitiço chegasse a atacar, deixando a pobre loirinha inerte, sem se lembrar de nadinha.
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Patricia Germani

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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Seg Dez 21, 2009 11:53 am


Narração
Falas
”Pensamento”

Sentiu nojo ao respirar o ar que estava ao redor. O sangue estava lhe deixando tonta, fazendo-a ficar extremamente preocupada com o que ocorreria. Não soube por que, mas olhar ao para a pessoa que estava a sua frente, os olhos dela lhe indicaram medo, mas ao mesmo tempo uma tentativa de controle. Estava ela também tentando fazer com que o cheiro não a levasse a vomitar? Sacudiu a cabeça tentando esquecer completamente o que estava acontecendo. O seu feitiço enquanto isso estava chegando a ela. Parecia que seus pensamentos estavam cada vez mais exagerados e rápidos. Porém conseguiu enxergar com perfeição o feitiço ser chicoteado por ela e logo lhe ser devolvido. Era uma posição de ataque que logo parecia se formar em um sorriso. Ela ficaria quietinha por alguns bons momentos se não pensasse logo.

- Protego

Seu feitiço, sua varinha, pareciam tão vulneráveis. Era como se ela desejasse parar de lutar. Se ela morresse agora, estaria com Lucas. Porém algo em seu ouvido soou com um ar quente, com o perfume de Lucas e sua voz “Você não desiste nunca, por que agora teria de desistir amor?”. Piscou fortemente e manteve a pressão. O feitiço viera com toda, atacando-a com a velocidade dupla, e agora com um pouco mais de poder. Franziu a testa olhando com cuidado para algum lugar, precisaria jogá-lo para algum lado. Viu a janela próxima, fechada e para lá que o direcionou. Jogar novamente nela, seria algo extremamente estúpido. Seus olhos não mudaram de fisionomia, estava somente colocando sua fúria em algo, que agora, antes era uma janela e agora somente detectava a noite que estava lá fora. As gargalhadas dela não lhe motivavam, nem mesmo lhe importavam. Era somente um fator N em uma situação onde mais parecia uma viúva lutando pela honra de seu marido. E ela nem mesmo havia casado para isso. Porém, com a intensidade que jogara o feitiço, sentira seu corpo indo para trás, caindo em um sofá, e ultrapassando-o, e batendo na parede fraquinho, mas suficiente. Era precisava se encostar e lamentar sua vida infeliz. E quem sabe não teria esta chance naquele momento?

O ser com a capa, que agora dava para enxergar que era uma menina, correu por um segundo, parando ao seu lado, dando a entender que na verdade, ela não tinha como se defender. Olhou para Lucas, vendo o beijo que ele lhe mandara, como se pedisse para lutar, pedindo para que ela lutasse pela vida. Que vida? Poderia lutar pela raiva, não pela vida. Isso seria extremamente idiota. Muito mais que idiota, seria algo otário. Esperou o feitiço vir. Na verdade, esperava que fosse algo maior. Obliviate para que? Estava dando a ela a chance de esquecer o que houve com Lucas e Bruno? Quanta benevolência sua. Ela não precisava de pena para ela. Preferia morrer e sofrer lutando e se lembrando do que houve, para nunca mais se meter a idiota e ficar achando que o mundo é algo extremamente cor-de-rosa. Como as pessoas são malucas. Como elas ousam achar que o mundo seria somente delas ao esquecer o que houve ali? E o coração. Apontou somente a varinha, ainda de cabeça baixa.


- Protego

O feitiço sumira. Desaparecera de sua mente, e agora, pode encará-la nos olhos. Ergueu a sobrancelha olhando-a com cuidado. Não estava mais em si. Sentia as veias mágicas a influenciarem com tanta intensidade, que era como se subisse o mais rápido do que ela correndo. Apontou a varinha bem próximo a fantasma. Com um sorriso sacana falou, quase murmurando.

- con-FUn-dos

A intenção era confundi-la, fazendo-a se machucar ou cair. Dando tempo para outra coisa. Mas estranhamente, a sensação de poder fazê-la se machucar de verdade lhe era tão intensa que ela decidiu que naquele momento ela gostaria de ver seu sofrimento, e não mais suas vontades. Não tinha mais necessidade de olhar para Lucas, ele já estava lhe irritando na sua mente. Apontou novamente a varinha.

- Lucas, é nada de mais... DEH-prih-moh ... somente vamos torturá-la um pouco... se der certo, querido


Citação :
LUTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO ;*

Confundus
Pronúncia: con-FUn-dos
Descrição: É um feitiço para confundir.

Deprimo
Pronúncia: DEH-prih-moh
Descrição: Este feitiço cria uma pressão escendente imensa em seu alvo, o que pode causar uma violenta ruptura.

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Alice Cullen

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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Seg Dez 21, 2009 1:35 pm

Os planos de Alice foram por água abaixo. Mas não estava tudo acabado, o duelo somente começou, nem a graça chegou ainda. Patricia até que estava esperta, a baixinha não pudera ver o confundos lançado pela adversária.

- Protego.

Alice bobeou e sua defesa saiu atrasada. Suas pernas banbearam-se não conseguiu se manter de pé com a bota de salto e tropeçou, embaralhando, dando nó em suas pernas. Enfim, Alice caiu toda boba no chão e quando tentou levantar-se, bem, só tentou mesmo, por que fora surpreendida com um feitiço inesperado, até tentou defender com um Protego, mas ele não chegou a ser pronúnciado por inteiro e agora ela já estava toda caída no piso de madeira gélido, não tanto quanto sua pele. Alice sentiu como se houvesse um buraco em seu estomago e seus orgãos dessem nó. Torturaram-na por alguns momentos mas Alice soube se sobressair, quando se encontrava de pé seu primeiro pensamento fora destruir a varinha de Patricia.

- Evanesco.

Alice obtinha sede, sede de sangue fresco e não os que estava acostumada tomar, de animais, queria sangue humano. Ela não tinha conhecimento se o feitiço havia destruído a varinha de Patricia, pois neste momento ela mantinha os olhos fechados tentando se concentrar em não pular na loirinha e sugar seu sangue até seu corpo ficar inerte. Foi uma tentativa fracassada, a baixinha não conseguira se segurar e deu um salto, caindo sobre a senhorita Germani. Alice levou as mãos pela mascára e à levantou um pouco, deixando transparecer seus afiados dentes prontos à perfurar a pele clara de Patricia.
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Sophie Schiniiti
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Ter Dez 22, 2009 11:06 am





      - Que ótimo senhora!

      Fechou a porta e começou a correr. O ser que sei lá a estava atacando desaparecera e por um único acaso, tudo estava ficando cada vez mais assombrado. Fora quando chegara perto da sala onde havia grande parte das pessoas, e não sentiu dois pensamentos invadirem sua mente. Dentre eles o de Lucas e Bruno. Não se sentiu na vontade de imaginar o que houve dentre todos os problemas. Caminhou com cuidado, porém um dos pensamentos fora impossível de não perceber.

      Alguém estava mal e totalmente chateada, provavelmente acontecera alguma coisa que está bloqueando, porém quando observara o próximo sua perna começou a correr e a correr o mais rápido possível. Seguiu para a entrada principal e pode ver dali o que acontecia: o ser atacaria Patty, e a menina não se mexia para lutar! Que tipo de louca ela era. Caminhou até o ser e tentou, de maneira bastante agradável resolver o problema.

      - Finite Incantaten

      Apontou a varinha para a máscara quase caída, fazendo com que o feitiço desaparecesse e ajudasse a fazer a menina parar. Mas isso seria impossível. Puxou a varinha novamente, enquanto pensava no que poderia fazer para ajudar. A menina estava descontrolada, e não percebia o erro que poderia estar cometendo. Era melhor controlá-la estava próximo demais.

      - Incarcerous

      A tentativa era fazer com que as cordas auxiliassem na persuasão com a menina. Porém, mesmo assim deitou-se no chão, caminhando até ela.

      - Você não pode fazer isso... você sabe o que vai acontecer com você? Seu pai... Carlisle, o que ele vai achar quando descobrir que matou uma menina na escola que ele lutara tanto pra você entrar? Alice...

      Disse seu nome baixo, tentando de maneira que ninguém mais ouvisse a não ser as 3. Olhou para os lados e respirou fundo. Torcia para que desse certo. Enquanto ainda tentava fazer com que o incarcerous funcionava.

      - Eu peço ao Chris, o professor de animais lá, cuidar para que você faça uma boa refeição, mas por favor! Matar alguém para ser expulsa e sua mente eternamente acabar com você acabará com sua vida!




Citação :
Vamus la alice!
vamos ver se voce muda de ideia!
hasuashasuhsauashusahasuhas
beijuuuuuuuuuuuuu
eu posto dps com a Patty, ateh pq nao fara muita diferenca
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Dominic Anatolly
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Ter Dez 22, 2009 12:10 pm

Dominic estava adorando batalhar com aquele mestiço imundo, fazê-lo sentir dor era a melhor parte.
Uma núvem de fumaça se fez e Dom não conseguia ver nada. Quando a nuvem abaixou ele viu a figura de Bruno parada e seguiu até ela. Quando chegou viu se tratar de uma mera imagem falsa. Dominic começou a correr atrás de Bruno, até que o viu lançando feitiços à esmo. Ele se virou para Dom e o atacou, com o que parecia fúria, mas o Fantasma logo desviou.

-Haha Isso que você chama de fúria? Me dê mais, vamos!

Dom estava sendo sarcástico, queria irritar mesmo Bruno. Atirou vários feitiços em Bruno, fazendo o professor sofrer muito. Dom estava adorando ver o mestiço sofrendo. Bruno afastou Dom com um feitiço, mas o Lord das Trevas caiu em pé. Os dois entraram em uma batalha furiosa e quando os dois pararam de frente, Dom soltou uma gargalhada e virou fumaça, envolvendo Bruno nela. Bruno lançava feitiços, mas nada acontecia, até que Dom viu a garota, namorada do protegido de Bruno, e soube que aquela seria uma arma poderosa contra o mestiço. Ele seguiu em direção à Patricia e a segurou, apontando a varinha para o pescoço da garota. Bruno ordenou que ele a largasse, mas Dom apenas gargalhou.


-hahaha, Ora, venha, me ataque. Defina suas prioridades, Bruno. Mate-me, mesmo que isso custe a vida da moça. Você faria isso?

O professor parecia não saber o que fazer, estava tenso. Dominic sorria vitorioso embaixo da máscara, mas um golpe surpresa fez Dom voar e cair no chão com violência. Sua máscara se deslocou e ele ficou em pé, já estava de fronte com Bruno. O olhar decepcionado do professor ao ver quem estava embaixo da máscara, fez Bruno se desarmar, o que deu vantagem para Dom. O Lord das Trevas, com um olhar sádico, ajeitou a máscara e apontou a varinha para Patrícia. A voz dele saiu como um trovão.

-Avada Kedrava!

O feitiço fora direcionado à garota da Cedro, mas o que aconteceu em seguida foi rápido, apesar de parecer estar tudo em câmera lenta. Bruno se jogara na frente do feitiço, sendo atingido em cheio. Logo a vida esvaiu do corpo do mestiço e Dom estava triunfante. Agora precisava pegar a relíquia. Mais um mestiço estava morto.
Dom não tinha tempo de procurar a relíquia, então ordenou.

-Accio Relíquia!

Ele pôde identificar de onde vinha o barulho, de um dos quartos. Ele seguiu para o quarto e chegando lá viu a velha, dona da casa. Alguém tinha deixado-a para protegê-la, mas Dom sabia exatamente o que fazer. Rapidamente ele apontou a varinha para a mulher e ordenou mentalmente "Incarcerious", uma corda enrrolou a velha senhora indefesa.

-Accio Relíquia!

Mais uma vez ordenou e o barulho metálico se fez novamente, vindo de trás de um quadro. Dom apontou a varinha e ordenou.

-Bombarda Máxima!

O cófre explodiu, juntamente com a parede e o quadro. Dom apontou a varinha para os escombros e ordenou novamente.

-Accio Relíquia!

A relíquia de Romério Cesalpino saiu dos escombros vindo diretamente para as mãos do Fantasma. Dom seguiu em direção a velha e, sem dó nem piedade, apontou a varinha e ordenou.

-Avada Kedrava!

O jorro verde atingiu a velhinha que ficou exatamente como estava, inérte. Dom adorava falar e ouvir o som daquelas duas palavras. Rapidamente pegou um frasco com um liquido viscoso e jogou sobre a relíquia. Ele, então, entoou alguns encantamentos e de repente uma núvem prateada saiu do corpo de Dom e penetrou na relíquia, ao mesmo tempo que o líquido era absorvido pela mesma. O feitiço estava feito, mais uma Horcrux estava criada, mas diferente do punhal, não poderia deixar com ninguém, teria que levar com ele. Iria escondê-la em algum lugar, então ele guardou o Astrolábio por baixo da capa.
Ele voltou para o "campo de batalha". Tiago estava lutando com a professora, enquanto Alice duelava contra Patrícia, Brittany estava se levantando e a Bispo estava caida, inerte. Dom apontou a varinha para ela e ordenou.

-Finite Incantatem!

A Fantasma começou a se mexer e se levantar, e DOminic viu, um a um, toda a resistência cair, miseravelmente. Um riso diabólico ecoou por aquele casebre de Petrópolis. Estava acabado. Ele ganhara. Ele era o líder do vitoriosos grupo dos fantasmas. Bateram em retirada rapidamente, planejando o futuro. Continuariam na surdina. O terror se alastrava muito mais rapidamente se não se sabia o autor do crime..

_________________
Narração |*Pensamentos* | -Falas | -Ofidioglossia


Última edição por Bruno Maia em Sex Fev 19, 2010 4:11 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Para finalizar a trama ^^ by Bruno)
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