Educandário de Magia Monte Pascoal

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 OFICIAL - PETROPOLIS

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Bruno Maia
Professor de Artes das Trevas
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Professor de Artes das Trevas  Diretor da Pau-Brasil
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MensagemAssunto: OFICIAL - PETROPOLIS   Sab Nov 28, 2009 5:22 pm

EMMP:
Bruno acordara cedo naquela manhã de sábado. Eram cinco horas da manhã, e estava sentado à sua escrivaninha de mogno escuro, fazendo ligações urgentes. Na verdade, era uma grande responsabilidade que esquecera: A professora Sophie havia pedido que ele contactasse a última descendente do fundador da Pau-Brasil, para que Lucas fosse fazer uma visita para concluir um trabalho atrasado (e porque ela estava morrendo de curiosidade de estabelecer contato).
O telefone chamou uma, duias, três, quatro, cinco, seis, sete vezes e enfim alguém atendeu.

- Alô - Disse uma voz rouca e meio instável ao outro lado da linha.
- Olá, tudo bom? SOu Bruno, chefe da Pau-Brasil, aqui do EMMP, gostaria de confiormar uma visita com a senhora hoje à tarde? - Respondeu Bruno, seguro, mas falso.
- Visita?
- SIm, uma visita que estava programada há um temp~~ao, se muito não me engano, mês passado.
- ...
- Alô?
- Oi, filho, é que não estava... preparada...EU... Tudo bem, pode vir até aqui, sabe onde é? - Respondeu a voz velhaca e confusa.
- Não, poderia me passar as coordenadas polares?
- SIm, é 23 x 24. Pode aparatar na cozinha, não me importo.
- Muito obrigado, senhora.
- Disponha, filho.

Bruno então seguiu até sua porta e, abrindo-a, seguiu até o dormitório de Lucas. Ela fechar-se-ia sozinha. Bruno chegou até as escadas circulares que davam acesso às torres comunais, desviando de alguns alunos sonâmbulos, abriu a porta da Pau-Brasil, subiu as escadas e chegou ao dormitório de Lucas.

- Muito bem, muito bem, acorde, temos muito o que fazer hoje, menino! Vamos, vá lavar-se e me encontre aqui na biblioteca às seis em ponto!

E saiu do quarto, deixando um Lucas atrapalhado, soonolente, confuso e com cabelos arrepiados.
Algum momento depois, Bruno não verificou a hora, Lucas apareceu, ainda com muito sono.

- Hoje você terá uma visita, Lucas, à Mafalda Santos, a última descendente viva do fundador de sua casa, ROmerio Cesalpino. VOcê deverá me encontrar no saguão de entrada às duas da tarde, em ponto, pouviu? Enquanto isso, quero que leia isso.

E entregou o livro, entitulado "Castas e famílias nobres brasileiras", de capa dura verde ao menino.

(...)

Lucas aparecia com Patrícia ao seu encalço, ambos guiados pela professora Sophie, às duas da tarde em ponto, descendo as escadas que davam no saguão. Bruno, apressado:

- Vamos, não temos tempo para reparar em como as borboletas azuis estão voando estranhamente, ou como o sol está com m brilçho magnífico. Patrícia, você vai também? òtimo! Vamos, vamos, vamos, todos para o centro do pátio!

E, então, por fora, andaram apressadamente até o centro do pátio, que estava cheio de estudantes. Bruno deu as mãos à Lucas e Patrícia, e SOphie também os deu as mãos, formando um quadrado. Então, Bruno lembrou-se que Sophie não sabia as coordenadas.

- Ah, SOphie, é 23x24, OK?

COm uma lafuda de ar que fez arrepiar os cabelos das meninas que passavam ao redor, o quarteto começou a girar em círculos cada vez mais rápidos e menores. Bruno sewntia o contato de Lucas e Patrícia cada vez mais e mais e mais, até que a sensação de todos estarem sendo espremidos em um tubinho de mangueira tomou conta deles. Era muito apretado, e o alívio só veio alguns segundos depois, com o fim do show de luzes.


Petrópolis:
Haviam chegado à casa de Mafalda, aparentemente na cozinha da mesma, pois havia uma geladeira branca, um pequeno micrrondas e uma mesa de jantar. A cozinha era branca e espaçosa, e se assemelhava muito a um clube de duelos. Seria proposital?
COm a chegada do quarteto, uma grande lufada de vento penetrou a cozinha até então quieta. Copos e taças caíram ao chão, seguidos de um pequeno grito um tanto histérico, mas com a voz velha e fraca.

- Quem está aí?!
- Somos nós, Mafalda. SOu Bruno lembra-se.
- Ah sim, calro, o Bruno. OK, venham cá na sala, por favor, não posso me locomover com esta facilidade.

Então, o grupinho seguiu andando pelos corredores, grandes, anormes, infindáveis, até que chagarma à sala, que tinha uma decoração puxada para o verde, com folhas e plantas ao redor, o teto de vidro abobadado, que deixava a claridade entrar de forma amena e gostosa. Sob um dos raios de sol estava uma senhora gorda e toda enrugada, cuja aparência lembrva uma mandrágora. Seus olhos estavam perdidos pelas rugas que cobriam suas pálpebras e sua cara era cheia de pintas. Estava sentada numa poltrona, aparentemente, durante toda a manhã, porque ali ao lado jazia seu café, seu pão e alguns corn flakes.
Bruno sewntou-se no sofá imediatamente ao laod direito da senhora, enquantto Sophie e os dois alunos sentaram-se no sofá à esquerda da senhora. POr um momento, ninguém falou nada. O cliam era tenso e levemente contrangedor. Ent~çao, Sophie não aguentou e começou a fazer perguntas, muitas, muitas...
Bruno deu uma olhada para Sophie, como quem diz "Mais devagar com o andor que o santo é mais frágil que barro!" Mas ela nem ligou, somente perguntou:

- Maia, quer perguntar algo?
- Não, SOphie, estava apenas admirando aquele quadro do... ROmerio.

Bruno hesitara no mieo da frase, olhando para a esquerda, ao que se seguiu uma enrugada de cenho de SOphie. Bruno tinha certeza, jurava de pé junto que sentira uma presença mágica ali.

- Mafalda, sra, a senhora usa elfos domésticos?
- Não, filho, não. USo minha varinha, quem precisa de mais, não é?
- (risos) com certeza.

Era estranho, Bruno sentira um fluxo mágico vindo do corredor por onde eles acabaram de passar e entrar. Bruno fez que ia no banheiro, na verdade só para checar o corredor. Estava deserto, e sem nenhum sinal de magia por ali. Bruno devia ter-se confundido.

- Você quer algo, filho? - Disse a voz de taquara rachada
- Não, estou apenas examinando sua espécime de S. Aromaticum. É raro ter um dentor de casa...

Citação :
Gente, é isso, comecei. Prossigam aí, o que vai estabelecer a ordem de postagem daqui para diante. A ordem da primira rodada deverá manter-se até o fim! AH e desculpem qualquer erro de digitação. Estou com a patinha machucada rsrs
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Dom Nov 29, 2009 12:51 pm

EMMP:
Patrícia estava debaixo de um grande sol, seus raios se fundiam com o brilho e a beleza dos cabelos loiros da menina, que caminhava em sua direção. Seu andar era doce suave, suas feições belas como sempre. Estava vestida com uma bata branca, descalça. Chegou bem perto. Lucas sorriu e ela chegou bem perto de seus ouvidos, o abraçou e disse:

- Muito bem, muito bem, acorde, temos muito o que fazer hoje, menino! Vamos, vá lavar-se e me encontre aqui na biblioteca às seis em ponto! - COm uma voz grave, o que fez Lucas tomar um baita susto e acordar.

Sua primeira reação fora cobrir-se por inteiro, pois estava sem camisa e era muito tímido. Teria uma aluninha do primeiro ou segundo ano entrado no quarto errado por engano. Mas não. Os lenois deixaram-se cair quando Lucas avistou o professor Maia. A adrenalina baixou e Lucas sentiu todo o peso da noite mal dormida sobre ele, e suas pálpebras, e suas costas. O professor Maia falava algo sobre visita, hoje e duas da tarde, mas então porque ele o acordara tão cedo? Eram... CINCO E MEIA DA MANHÃ!
Muito contrariado, o garoto seguiu até o banheiuro comunal da Pau-Brasil, lembrando-se de dar o pulinho antes de pisar o tapete, ou então este viraria um grande buraco de minhocas. Chegando ao banheiro, bateu duas palmas para expulsar os Dorktrons que ficavam nos balaústres aos sábados antes das sete e vinte da manhã. Enfim, foi até a terceira ducha e ligou-a, já sabendo que ela cairia da sétima ducha. Lucas seguiu até lá e, enfim, entrou por baixo dela, após despir-se. SOltou um grito descomunal e pulou dali. Esquecera-se que aos sábados, a água que caía da sétima ducha se ligada pela terceira ducha saía gélida. Deveria ligá-la pela quinta ducha, para que ela saísse à temperatura normal. Seu lapso, contudo, acabou por acordá-lo o que foi um efeito bom, pois Bruno o esperava com um livro de veludo verde, capa dura, com escritas em dourado. Isso lembrava Lucas àquele livro com o qual passara numa prova do Torneio tribruxo, e o sentimento ainda estava um tanto fresco em sua memória. Lucas não tomou seu café. Bruno disse à Lucas que o encontrasse naquela tarde à frente do colégio, e que lesse o livro sobre a história das famílias bruxas do Brasil. Um saco. Quando estava à quinta página, o excesso de mofo e a incrível tediosidade do liro fez ocm que Lucas o fechasse, enterrase-o dentro da mochila e seguisse à procura de Patrícia. Haviam marcado um encontro naquele dia, na porta do corujal às oito da manhã. Lucas chegou lá às sete e meia e ficou esperando Patrícia, que chegou às oito e meia.
Quando ela chegou, Lucasdeu-lhe um grande enternecido beijo, abarçando-a e em seguida falou:

- Antes que me esqueça, Patrícia, tenho uma visita à descendente do Cesalpino hoje à tarde, não quer vir?

A princípio, a garota não gostou muito do convite. COm certeza, uma visita à uma velha de idade não seria tão empolgante assim. Por fim, decidiu acompanhar Lucas.
Quando o relógio de Patrícia soou uma e meia, ambos encontraram a professora Sophie num corredor, na verdade trombaram com ela, pois ela repentinamente saiu de uma porta à esquerda, e Lucas e Patrícia, que na hora estavam a beijar-se, não a viram. Resultado: um tombo excepcional. A professora parecia um tanto irritada, pois ela deixou cair um grande tonel de vidro fino que carregava, com uma substância azul que espiralava no interior, que, antes parecia conter nada, mas que, agora, molhara todo o local ao redor.
Patrícia pensou rápido, conhecendo bem a professora:

- Ai professora, mil desculpas, é que a gente está atrasado para uma visita à última descendente viva de Romério Cesalpino e...

- Você disse visita à última descendente viva do ROmério?
- Sim, foi po que eu disse, vamos visitar a última des...
- Então... - cortou-a SOphie - Poderíamos ir juntos, certo?
- Claro, professora, seria ótimo!

Seguiram, então, os três, para a entrada, onde Bruno estava já no aguardo. Chegando lá, os quatro foram para o pátio e lá aparataram. Desconfortável como sempre.

Petróplois:
Chegaram numa cozinha branca e larga. Lucas achava na brancura excessiva um certo empécilho ao olhar. Seguiram até a sala de estar, onde encontraram a senhora, muito velha e totalmente acabada. Lucas quase vomitou quando aquelas pelancas nojentas começaram a se mecher e a soltar uma voz desafinada e velha. Lucas olhou para Patrícia, que estava com uma cara também um tanto pasma, mas Lucas não sabia se por causa da velhice da senhora, ou por causa da horrível escolha de roupas: laranja com verde limão. Ate´Lucas percebia o desafino da coisa. Enfim, sentaram-se ao sofá que, aparentemente, não recebia visitas há anos, pois, ao sentarem-se, as molas rangeram e uma nuvem de poeira saiu dali.
Quando Lucas deu por si, Sophie já estava a pergutnar várias coisas à pobre velha, começando, talvez, pela única que não poderia ser feita sem caracterizar uma incrível indelicadeza e falta de tato:

- Quantos anso a senhora tem?
- 148 - Respondeu a senhora, meio contrariada.
- Nossa, como a senhora está velha!

Lucas olhou com os olhos arregalados para Sophie. Era inacreditável como ela podia dizer isso sorrindo e tentando parecer simpática à senhora. Lucas apertou a mão de Patrícia, e essa deu meio que uma risadinha abafada. Ate´Bruno parecia ter notado, pois olhava para Sophie com uma cara estranha. A conversa prosseguiu, Lucas perguntou para a senhora em algum momento:

- Então, a senhora sabe ao certo como foi que Cesalpino morreu, ou seja, todo aquele mistério envolvido não é mesmo?
- Eu...Eu prefiro não comentar a respeito. Meu bisavô era um cara estranho, se metia em umas confusões do peru!
- Seu avô?
- SIm, nossa família tem um gene estanho que faz a gente viver muitos e muito anos. O recorde foi de minha mãe, que morreu aos 259 anos. à época eu estava com 33 anos... Sabe, minha mãe engravidou aos 226 anos... Quase na idade de risco, não é mesmo?

Agora Lucas estava bem assustado. A conversa prosseguiu, e Lucas descobriu que, para perpetuar esse gene, a família Cesalpino casava-se entre primos. Enquanto a senhora falava do amor que teve pelo seu primo Octávio, Bruno fez um gesto muito estranho: Virou-se para sua esquerda, muit rapidamewnte, como se alguém o tivesse tocado. Lucas perguntava-se o que seria. Aparentemente Sophie sabia od que se tratava, pois seu cenho enrugou-se de modo muito cúmplice à Bruno, que levantou-se e foi averiguar o corredor, dizendo que estava interessado nas plantas.
O que teria acontecido? A conversa voltou à normalidade, ate´que Lucas ouviu um barulho vindo da cozinha, aparentemente um garfo ou algo metálico caindo. Teria a senhora algum irmão ou coisa do tipo ali?
Imediatamente, Bruno levantou-se e foi até a cozinha, enquanto Sophie esperava na boca do corredor. Bruno voltou,. alguns minutos depois, dizendo não ter encontrado nada de estranho, apenas a porta aberta.

- Deve ter sido um gato. Odeio gatos. - Disse a senhora.

Mas Bruno parecia preocupado. Sophie também, pois logo pergutou.

- Senhora, você tme algio importante na sua casa, algo de...valor?

O clima estava tenso. Havia algo que Lucas não sabia, algo muito importante no qual estavam Lucas e Patrícia boiando, à deriva.
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Patricia Germani

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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Qui Dez 03, 2009 11:32 pm


Narração
Falas
”Pensamento”

- Ai que menina mais vaidosa! Vai ter um surto de rugas daqui alguns anos!

Rolou os olhos enquanto terminava de se arrumar, passando lápis nos olhos. Ela não era ninguém mesmo para dizer alguma coisa! Esses espelhos malditos que ficavam falando mal de sua beleza era algo a se contrariar. Com certeza era algo a se prestar atenção enquanto estivesse por perto. Sacudiu a cabeça. Hoje era sábado. E sempre de sábado, às oito e meia da manhã, ela e Lucas iriam fazer alguma coisa que tomava todo o dia. Pelo menos era algo a ser feito, ou quem sabe desfeito. Não tinha muita certeza disso. Levantou-se e olhou no espelho de corpo inteiro apreciando sua escolha. Seus cabelos estavam mais longos e loiros, ficando mais ondulados nas pontas, mas sem aquele frizz que estragava qualquer penteado. Estava com um vestido xadrez vermelho e preto, que logo abaixo havia um pouco de tule preto. Ia até o meio da coxa, mostrando as pernas brancas da menina. O coturno da Harley Davidson era um achado especial em sua mala, pois nem mesmo se recordava de tê-lo visto ou ter sido colocado em suas coisas nos últimos dias. Colocou as pulseiras em cores parecidas e alguns anéis, e um em específico tentando fazer com que Lucas percebesse que faltava algo na mão de Patty e na dele também. Estava na hora de ficar sério o namoro.

- Você devia ficar quietinha! Pelo menos tenho namorado e você que fica agourando o dos outros!

Mostrou a língua enquanto colocava o adereço de cabeça. Uma boina que ficava presa por magia, deixando o ar mais engraçado e quem sabe mais roqueiro. Gostava de se vestir às vezes de forma alternativa, mostrava que ela gostava da cidade que tinha nascido. São Paulo era a cidade das loucuras, cidade de das diversidades, por que não se vestir a altura? Tacou em sua bolsa um kit de maquiagem para alguma emergência, e o kit de emergência, pois poderiam passear pela mata novamente e sua varinha e o espelho mágico. Era somente o que precisava. Lalá tinha ido para a aula de recuperação, fazendo Patty ir ter de tomar café da manhã solitariamente. Nesses momentos era deprimente ter uma amiga Magid, mas que não era tão amante de feitiços. Interessante, não?

O local escolhido por Lucas fora o corujal. Não era um local que ela gostava muito, mas por ter sido o primeiro beijo deles ali, merecia um destaque. Às vezes ele a levava lá somente para lhe dar o primeiro beijo do dia, e depois iriam fazer algo. Não corria, estava até mesmo adiantada! Nunca chegava no horário, sempre trinta minutos atrasada era o máximo. O problema era que nunca tinha um transito absurdo de jovens para concluir suas defesas sobre seus atrasos. Por isso usava sempre a verdade: que tinha se arrumado para ele. Sempre funcionava. Sempre poderiam ir parar em algum lugar e ficar ali durante horas, se beijando e conversando sobre assuntos adversos.

Ele estava à porta, com uma carinha de sono que dava até vontade de fazê-lo dormir um pouco mais. Ele era estudioso, mas com certeza acordara com algum sonho esquisito. Não conseguiu deixar de sorrir enquanto subia os degraus. Provavelmente era isso que o faria fazer: dormir um pouco não ofende aos seres humanos bruxos. Nenhum pouco. Sentiu o rapaz puxar a cintura dela para si, fazendo-a gemer um pouco e receber seus lábios de forma mais romântica possível. Seu corpo era incontrolável perto dele, enquanto parecia que iria explodir com tanta emoção! Era um amor para a eternidade! E disso ela tinha plena certeza. Ria entre o beijo e o abraço, amando a recepção calorosa. Era sempre calorosa, mas às vezes era maior, era sempre quando...


“Cesalpino?”

Ele queria que ela fosse a um programa de idosos. Ergueu a sobrancelha não por ter desgostado de um programa de ver vovós, mas pelo fato do por que ele iria vê-la. Não gostara de início, poderia ser algo ruim para ele e com certeza não era algo que pudesse fazer com que fossem elevados e sim deprimidos. Ver idosos, para Patty era como ver ela mesma no futuro, sem se sentir deprimida de não conseguir fazer aquelas marcas e rugas desaparecerem ao longo das décadas. Era algo frustrante.

- Claro que eu vou! Deve ser divertido!

Mentiria até a morte para ir com ele. Preferia ir com ele a estar sozinha em um cantinho ouvindo músicas clássicas e tocando. Era algo chato sem Lucas e Lalá por perto. Era verdade, Lalá estaria ocupada o dia todo. Que graça teria sem sair com Lucas ou ter meleca em seu corpo com Lalá? O sábado estaria perdido. Decidiu que deveriam ir para algum lugar perto do lago. O sol estava gostoso e poderiam dormir um pouco, ou pelo menos ele. O chamaria na hora que fosse exata para irem até o professor Bruno e então seguirem para o local. Nem sabia exatamente aonde seria. Era meio esquisito. Ou ela estava enlouquecendo e não sabia de antemão o que ocorria na verdade. Era interessante.

Quando o relógio soou uma e vinte e cinco, chamou Lucas que dormia ao lado de seu corpo de forma carinhosa e logo estavam de pé, preparando-se para a caminhada de retorno até o Educandário. Enquanto caminhavam, Lucas tentava lhe dizer sobre o assunto, mesmo que fosse até mesmo para ele um tanto quanto abstrato. Teve um momento, em que não resistira, sentira necessidade de tomar os lábios dele para si, selando a conversa com um beijo, mas o que sentira fora outro corpo tocar o seu, fazendo-se ouvir o barulho de algo quebrando ao chão.

Olhara para os cabelos negros da professora Sophie e pode ver seu assombro ao olhar para o chão. Não havia reparado ainda no que tinha caído no chão. Era um vidro fino, provável que fosse uma jarra, ou um tonel, contendo provavelmente aquela substância azul que agora estava em todo o lugar do corredor, ou pelo menos onde estavam. Vira a professora começara a respirar. Era um sinal alerta. Mulheres quando fecham os olhos e começam a respirar fundo sinal de escândalo a vista. Era melhor pensar rápido antes que ela se arrependesse depois. Ficar naqueles dias não era nada fácil, ou a professorinha estava tendo um dia difícil.


- Ai professora, mil desculpas, é que a gente está atrasado para uma visita à última descendente viva de Romério Cesalpino e... - Não conseguira nem mesmo terminar seu raciocínio quando vira os olhos brilhantes da professora. Era como se ela quisesse também conhecer, porém, não tivera ainda o belíssimo privilégio. Privilégio esse que Patty passaria com facilidade se não fosse seu namorado que estivesse indo ver oficialmente. Ela era a mera coadjuvante. Riu da forma afobada da professora falar e depois ficara séria novamente Sim, foi o que eu disse, vamos visitar a última des... novamente fora cortada, mas não sentira-se ofendida. Parecia que a professora estava tão encantada, que era melhor deixá-la feliz. Parecia que o líquido, que agora tocava sua bota era meio pegajoso. Não gostaria de descobrir o que era aquilo, e com certeza não estava a fim de ficar pra saber se não era uma reação ao chão de pedra do corredor. Sorriu para a professora e mais uma companhia com eles. - Claro, professora, seria ótimo!

Chegaram ao saguão no horário correto. Hoje ela estava chegando aos horários perfeitamente. Devia ser milagre de Merlin. Era realmente muita gente. Eram duas pessoas a mais do previsto pelo professor, Patty imaginava, não seria nada confortável a viagem. Ainda mais se ela fosse de chave de portal. Nada muito agradável. Ele parecia bem apressado e estava falando demais para quem estava atrasado para algo, somente acenou quando fora citada. Era melhor não abrir a boca, ela já estava quase correndo para acompanhá-los, e olha que a professora Sophie estava com um sapato gigante! No saguão, agora de mãos em conjunto, somente esperando o sinal do professor.

Com o toque, o ar levantou, seus cabelos foram para o espaço e logo estava tudo girando. Sentiu seu umbigo ir parar quase em sua cabeça, enquanto sentia a pressão dos outros corpos próximos dela, girando em conjunto. Fechou os olhos enquanto sentia qualquer coisa que estava em seu estomago revirar. Sem contar com as luzes incandescentes, brilhantes além do limite, que eram demais até para seus olhos fechados. Quando sentiu seus pés novamente em terra firme sorriu e agarrou-se a Lucas. Não tinha boas experiências com chaves de portais e não seria hoje que teria alguma boa.

Estavam parados em uma cozinha branca e grande. Ela era extremamente branca, o que era interessante. Faltava um tanto de tinta ali, que era desesperador. Olhou ao redor e de mãos entrelaçadas com Lucas caminhavam até a sala de estar da mulher. Era uma senhora realmente idosa. Era alguém que estava fazendo hora extra na terra e que com certeza estava esperando a hora que Merlin mandasse ir com mil gatos e gorda. Mas era uma senhora de idade, era melhor respeitar. Abraçou Lucas ao ver as roupas da mulher e com certeza estava pasma ao ver que mesmo nessa idade não tinha noção de que laranja e verde limão não eram as cores do momento. A voz era desafinada, daquelas que não se ouvia o fim, pois ia do simples grave até o mais agudo impossível e inaudível. O sofá era empoeirado e causava alergia. Sentaram atrás de Sophie que parecia fascinada com a senhora. As perguntas eram tantas que não pode deixar de sorrir. Era algo que ainda não conhecia da professora. Ela fazia perguntas com um sorriso na cara que não era cínico, pois se fosse, não seria nada divertido.

Se bem que aquela de todo mundo já saber, até mesmo a senhora que ela era velha pegou pesado. Não conseguiu deixar de escapar uma risada abafada. Até o Tio Bruno estava um tanto quanto mal ao ver que Sophie quase a monopolizara. Mas era uma questão de tempo para que Lucas conseguisse formular uma bela pergunta. Era de se alarmar que tinham tanto tempo vivos. Era na verdade a pergunta a se fazer era se os anos eram contados fisicamente de dez em dez anos, ou algo parecido, pois parecia que se fosse contado assim, teriam ainda longos anos de vida. Ela era neta, bisneta, não tinha certeza do próprio que tinham vindo buscar informação, e não uma descente muito remota. Era algo a se considerar bastante assustador.


- Risco? Já estava quando tinha 80! sussurrou baixo para Lucas, que agora não mais apertava sua mão e sim a agarrava. Aos poucos o mistério da idade ia sendo revelado. Casar-se entre primos fazia com que a família inteira permanecesse durante anos ali, naquelas idades longas e cheias de vida. Mesmo que ela achasse que a senhora estivesse fazendo hora extra na terra. Não vira nada de diferente, já que estava prestando atenção na história de amor dela com seu primo, Octávio. Era algo bem interessante, o cortejo bem antigo, de forma educada, que mais parecia aqueles de filmes românticos antigos, que as meninas assistem comendo chocolate e chorando querendo um daqueles. Ela já tinha um e estava ali, ao seu lado.

Ouvira então algo errado, e fora quando percebera que todos já estavam em alerta, menos ela e a senhora. Era um som metálico caindo ao chão. Era baixo, mas suficiente para que um arrepio passasse por sua espinha. Mas era algo que poderia ter acontecido. Ela tinha cara de quem gostava de gatos, então, que diferença fazia? A professora e o Tio Bruno foram verificar, enquanto Patty e Lucas continuavam as perguntas, tentando não atemorizar a senhora. Ela era a fonte de algo para Lucas, para quê então, perdê-la em um ataque fulminante do coração?

Fora quando se assombrara. Ela não gostava de gatos? Então o cheiro de gatos vinha da onde? Ou aquele cheiro de que tinha passado um ser diferente. Era um cheiro animal, mas não sabia se era mesmo animal ou a casa tinha tanta naftalina que era impossível distinguir. A conversa ficara séria. Mas nada que ela poderia compreender. Ela boiava mais do que quando estava nadando no lago, nos dias que os animais perigosos iam fazer um congresso do que naquele momento. Teve de interromper Sophie, depois de sua fala, mesmo sabendo que era importante e a senhora fora buscar alguma coisa. Era melhor falar naquele momento, enquanto ela estava “longe”. Ela podia ser surda... não podia?


- Gente... desculpa a pergunta... mas vocês sentiram o cheiro de algo... q não parece daqui? Eu achei que era gatos... mas ela falou que não gosta de gatos!

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(Porque só eu aqui ter namorado não tem graça! TeLoveLucas)
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Dominic Anatolly
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Sab Dez 05, 2009 5:25 pm

Dominic estava na Casa dos Espíritos e já tinha esfregado sua tatuagem. Os bispos foram os primeiros a aparecerem e logo os demais foram aparecendo gradativamente. Dom estava com sua máscara dourada e seu manto negro cobrindo todo seu corpo.

-Vamos senhores! Hoje vamos dar início aos nossos planos! Iremos até a casa da Mafalda Santos, a última mestiça descendente Romerio Cesalpino! Após isso iremos atrás dos descendentes de Catarina Cedrela. Felizmente o descendente de Adalbérgio Dummont é de sangue-puro e não teremos que nos preocupar com isso, não mais!

Dom se virou para os dois novos integrantes, Tiago e Brittany.

-Vocês dois terão a sua primeira missão oficial, subam e se vistam! -assim que os dois voltaram, já com as capas e as máscaras, ele continuou- Agora vamos, não temos tempo à perder! Os demais irão até a cidade para impedir qualquer intromissão! Só preciso de um dos meus bispos e dos dois novatos!

Dominic seguiu para a saída e foi seguido pelos três Fantasmas. Os demais fantasmas seguiram para a cidade de Petrópolis para impedir qualquer intromissão. Ele levava escondido sua capa da invisibilidade que já tinha buscado na noite anterior. Assim que saíram ele falou em uma voz audível para os outros cinco.

-As coordenadas são 23X24 e a casa está desprotegida, então vamos!

Um estalo surdo e Dom desaparatou reaparecendo na cozinha da velha Mafalda e ficou esperando os demais. Antes dos outros chegar Dom ouviu uma voz conhecida na sala e esperou eles chegarem. Dom colocou a sua capa da invisibilidade até a altura dos ombro, deixando somente sua cabeça flutuando. Era uma visão bizarra, mas Dom tinha que ir atrás da relíquia. Assim que os demais apareceram ele falou.

-Temos companhia! Acho que a velha mestiça tem visita! Eu vou atrás da relíquia de Romerio Cesalpino e assim que eu voltar agente ataca, não deixem ninguém para contar a história!

Dominic cobriu a cabeça e desapareceu. Ele atravessou as parede e seguiu até onde poderia estar a relíquia. Ele vasculhou, mas não achou, porém uma coisa lhe chamou a atenção, um barulho vindo da cozinha. Os planos dele tinha mudado, teria que procurar a relíquia depois. Ele vestiu a capa novamente e correu até a cozinha, atravessando as paredes, com a varinha em punho e preparado para começar a lutar. Ele despiu a capa e a guardou, olhando para quem tinha causado o barulho, infelizmente sua máscara escondia sua decepção.

_________________
Narração |*Pensamentos* | -Falas | -Ofidioglossia


Última edição por Dominic Anatolly em Dom Dez 06, 2009 6:36 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Dom Dez 06, 2009 3:37 pm





      A noite não tinha sido das mais agradáveis. Os aposentos ainda estavam em reforma, quanto mais perfeição exigia, mais difícil ficava para ter uma noite de sono tranqüila e serena. O ambiente ainda não estava com a melodia correta, como seu afiado piano tocando Debussy. Por estar trabalhando nesta tarefa sozinha, estava começando a ter dores de cabeça. Relutou sair de sua cama pela manhã, sentindo a dor de cabeça retornar a sua mente e sentir algo como se não tivesse um bom dia naquele momento. Era sábado. Passaria pelo menos a manhã inteira montando e remontando móveis de forma mágica até encontrar um equilíbrio pra uma parte dos aposentos, depois encontraria outra parte para arrumar. Havia decidido que iria terminar isto naquele fim de semana, se não houvesse reunião de professores ou de avaliação de salas.

      Levantou-se preguiçosamente as 6h30. Mania de acordar cedo era algo bastante desastroso. Após a higiene pessoal, olhou um mero post-it cor-de-rosa citando que às 8h da manhã Mikaella Rivers pedira ajuda com uma penseira. Olhou a penseira arrumadinha com seu tonel de líquido especial, que ela denominava líquido pensante. Mesmo havendo um nome específico, tinha dado nomes para as coisas que usava com cuidado. Como seu globo que lhe mostrava dados específicos das pessoas, passado, presente e futuro. Com um aceno, o piano novamente tocara uma música de um musical da Broadway “On My Own” dos Les Miserábles. Andara despreocupadamente até seu guarda-roupa e não demorara muito para escolher. Não tinha muitos problemas com escolhas de roupas.

      Seu vestido branco, que ia até o começo do joelho, era simples de vintage. Era de regata, porém, ia até o início do ombro, com uma gola. Ela colocara uma gravata com detalhes dourados, que havia duas fitas douradas que seguem até próximo ao busto. Colocou meia fina, sapatos vermelhos de cetim vermelho. Colocou um casaco que era feito de tricot vermelho com fitilhos pretos, que enfatizavam na cola, nas bordas e na cintura. O sobretudo cobria até metade do joelho, não dando para identificar se estava de vestido ou não. Colocou a faixa no cabelo e luvas. Estava frio para ela, ou ela que tinha que modificar o ar de seus aposentos. Mas isso não dava mais tempo. Com sua varinha, levava ao seu lado o tonel com o líquido necessário e os pedaços da penseira, que ela sempre arrumava em conjunto com o líquido.

      A ida até o local escolhido não era tão distante. Não fora necessário descer escadas, ou subi-las, era somente virar algumas esquerdas, outras direitas, contar algumas portas e estava na escolhida. Bateu na porta e logo esta lhe fora aberta, um tanto afoita. Ou ela estava atrasada? Olhara em seu relógio de bolso e ainda faltavam quinze minutos. Poderia ser somente Mikaella exageradamente ansiosa para algo. Mas ainda não estava tão animada para ler sua mente. Tinha um trabalho a ser feito bastante meticuloso.

      - Mikaela! Como estás? E sua noite? Agradável?

      Mesmo já sabendo as respostas, gostava que as pessoas pronunciassem. Fazia com que ela descobrisse o quando as pessoas estavam dispostas a lhe contar a verdade ou ela teria de tirar delas a versão de seu processo secundário de atividade mental. Enquanto ouvia a resposta, ou a esperava, começava a montar a penseira. Como conseguia ter pelo menos um pouco mais de controle mental do que antes de dominar a oclumência. Com as mãos cuidava para montar todos os pedaços de forma milimetricamente perfeitos. Quando estavam preparados, poderia fazer com que a viagem fosse mais saudável e tranqüila, e o retorno fosse menos desagradável. Depois, teria de controlar quem quer que entrasse, pois nunca se sabe como a pessoa retornaria.

      - Imagino... já escolhera quais visões deseja rever ou que imagens mentais deseja reviver?

      Novamente esperou as palavras que já tinham respostas. Mikaella por um acaso tinha um bom domínio de sua Legitimência, ou quem sabe total poder. Era somente questão de tempo para descobrir quais eram seus avanços ou meras tentativas. O tempo era seu amigo e com certeza ele lhe daria os momentos corretos. Sorria de vez em quando, enquanto terminava de montar a pia para o processo. Quando terminara, pegara sua varinha e despejara com cuidado o líquido. O movimento não podia ser exagerado, a movimentação intensa do líquido poderia causar turbulências da viagem. O movimento do líquido deveria estar no sentido horário e sempre se manteria assim se fosse feito com calma. Ao despejar, tocou com seu dedo, levemente, girando no sentindo horário, fazendo-o começar a girar. Virou-se para Mikaella esperando que ela fizesse as honras, estava ali somente para observar.

      - Vou ficar aqui somente para monitorar, se não se importa... caso aconteça algo contigo poderei intervir com facilidade... por isso se sinta a vontade, quando terminar me avise!

      Caminhou para um canto, concentrando-se. Necessitava de todo o controle possível, pois não estaria trabalhando na mente da pessoa, nem mesmo em um pensamento em uma penseira. Era alguém, entrando na penseira e Sophie a controlando ao longe. Árdua tarefa. Que poderia nem ser tão difícil assim se Mikaella escolhesse somente rever algumas coisas. O tempo voou depressa, e era melhor fingir que não tinha visto nada. Não era de seu interesse ou vontade descobrir o que houve na noite anterior, sua cabeça martelava mais que o normal, quando decidira que levaria o tonel primeiro, cheio do líquido e depois carregaria penseira.

      Fora um ato totalmente impensado, algo que ela não fazia com frequência, e por algum momento inconsciente, desejara carregar mais do que suas mãos suportavam. Fora quando sua mente fora rompida com inúmeras imagens promíscuas e cheias de desejos. Provável que fossem adolescentes em alta ebulição e estavam somente esperando o momento para zarparem para um dos armários de vassouras que ainda faltavam estocar alguns utensílhos e despejarem toda sua libido ali. Sua dor de cabeça aumento drasticamente, impedinda de qualquer ação mais repentina, fora de encontro com a Germani, uma moça de sua casa, do quinto ano. Não tinha intenção nenhuma de despejar o conteúdo na pequena, mas quando o mesmo caíra, somente sentira os respingos em sua roupa. Colocou a mão em sua testa, tentando não ouvir o que eles diziam, descobrindo que a fonte de dor de cabeça era exatamente os pensamentos dos outros inundando sua mente. Hoje, Sophie gostaria de ser totalmente normal, sem saber o que os outros pensavam, mas era demasiado e impossível. Mas ela torcia para que isso um dia acontecesse. Que ela fosse capaz de nao ser inundada pela mente dos outros, somente quando desejava.

      A menina começou a tagarelar, como fazia em sua mente. Ainda permanecera de olhos fechados enquanto ouvia de forma flutuante a fala da moça. Somente ouvira o que desejava ouvir ou que lhe chamasse atenção. Ouvir sobre a última descendente viva de Romério Cesalpino era definitivamente algo intrigante. Visita parecia ter entrado logo depois, formando um quadro bastante formal de que estavam fazendo uma visita por um interesse de alguém, e logo viera da mente de Ferreira, o bom rapaz da Pau-Brasil. Ergueu a cabeça e virou-se para ela, o líquido agora estava azul, em contato com o mármore. Não iria estragar o mármore, mas com certeza estava totalmente inútil o seu líquido. Era tão raro e complicado de conseguí-lo. sorte que tinha mais três tonéis, ou se não faria a dupla de beijoqueiros beijar-se enquanto comprava no mercado um tonel daqueles.

      - Você disse visita à última descendente viva do Romério?

      A menina começara novamente a falar. Mas desta vez não precisava abrir muito os lábios para que em sua mente aparecesse todas as imagens necessárias para que ela conseguisse todas as respostas. A dor de cabeça retornara, e precisava de um analgésico antes de ir, mas isso ser ia quase impossível. Mostrou um sorriso amigável, tentando parecer despreocupada, mas agora estava afoita. Sempre teve a vontade de conversar com a mulher admirável, e aquela seria a chance perfeita de conseguir fazer as coisas que mais sonhava em fazer. Ótima forma de conseguir chegar até o fim. Atravessou suas palavras, não tinham tanto tempo para ficar ouvindo enrolações de Patricia, ela sabia falar e enrolar quando precisava.

      - Então... Poderíamos ir juntos, certo?

      Sorriu tentando acreditar que não transparecia dor e nem mesmo cansaço. Parecia revigorada somente por ter conseguido algo com tanta facilidade. Poderiam ir a qualquer lugar, e quem sabe conseguiriam ter a chance de irem o mais longe possível de qualquer problema. A menina sorriu e logo os dois estavam correndo em direção ao Professor Bruno. Ouvira alguns pensamentos e virou-se para encarar Mikaella, que por algum acaso estaria ouvindo toda a conversa. Não era um assunto de estado, a menina quase gritou aos 5 cantos da Terra para onde iriam. Olhou-a sorridente, ela era bem capaz de compreender os pensamentos tanto dos pupilos quando os seus, mesmo não conseguindo-os ler.

      - Claro que pode ir Mikaella! Com certeza mais alguém gostaria de ir contigo! Ou pode ir conosco! Eu vou indo, quando descobrir as coordenadas te avisarei!

      Logo corria com seus saltos altos no corredor. Tomara um caminho mais curto em direção ao professor, e parecia esbaforida, sem falar um tanto quanto despenteada. Era melhora arrumar-se depois, após a chave do portal. As coordenadas ditas, ela soube que mais alguém poderia ouvir, mas desta vez confiou no tino de Bruno, ele deveria saber que não se devia dizer coisas em alto bom som. Tirou o véu de sua mente por alguns segundos, citando mentalmente as coordenadas, e logo fechou-o, não dando mais acesso. Logo estavam viajando pelo tempo e espaço, e em meros 6 segundos, um bom momento para aliviar a dor de cabeça e aumentar o enjoo, logo estavam em um quarto branco.

      Arrumava-se impecavelmente enquanto admirava o branco de todo o lugar. Era estranhamente conveniente de que na verdade era cheio de tons brancos e não um único tom. Poderia ser porque ela já nao distinguia tanto as cores e os brancos facilitavam as escolhas dos locais. Olhou com cuidado para a direita, esquerda e até mesmo para trás, e todos os tons tinham distintas mudanças. Sutis, mas importantes. O vento que viera com eles destruira pelo menos metade dos castiçais antigos que ali estavam. Eram delicados, e seu vidro era dos mais antigos possíveis, valendo uma fortuna. Não reparara no tamanho da cozinha e sim no que viera após o grito. Os pensamentos da senhora eram lentos, porém cheios de palavras com significados, mostrando que sua lentifição era somente da idade.

      Com a chegada do quarteto, uma grande lufada de vento penetrou a cozinha até então quieta. Copos e taças caíram ao chão, seguidos de um pequeno grito um tanto histérico, mas com a voz velha e fraca. Sua memória era excelente, o que facilitaria as perguntas indigestas. Sophie não tinha muitas papas na língua quando desejava tanto algo. Era questão de tempo, na verdade. Começaram a caminhar pelo local, antigo, grande, cheio de quadros com olhares ansiosos e curiosos. Eram seres inanimados, que tinham mentes velhas como suas tintas. Não se movera para recepcioná-los, e esperou que o grupo sentasse, como também todas as advertências. Olhou para Bruno com um sinal de indiferença. Mesmo sabendo que ninguém poderia aprovar, ela mesma estava preparada para o que viria.

      As perguntas começaram a ser constantes e intensas. Não tinha muito tempo para fazer as mesmas, logo a senhora ficaria cansada, como ficava quando andava até a cozinha. Por isso sua varinha ficava ali, sobre a mesa, somente lhe trazendo o necessário ou locomovê-la necessariamente. Logo começou a ouvir pequenos pensamentos. Como se passassem pela rua, frágeis, porém sem nenhuma coisa importante. Porém, estavam dentro... da casa? Sorriu para os meninos indo caminhar pela casa. Estava na hora deles conversarem com ela e não a propria Sophie. Andava pelos corredores devagar, certificando-se de que não se perderia em lugar nenhum. Fora quando ouvira os pensamentos de Bruno, também achando que havia algo estranho. Ia retornando devagar, ouvindo. Podia reparar. Não era somente um pensamento fraco, eram pelo menos mais de um, ou era um transtorno de pernsonalidade da pessoa.

      - Encontrou algo? Eu acho que tem alguém aqui... consigo ouvir seus pensamentos...

      Ficou de tocaia no corredor, enquanto esperava o que quer que fosse novamente pensar, e novamente lhe deixar rastreá-lo. Era uma das coisas que estava aprendendo. Rastrear pessoas através dos pensamentos. Parecia ser algo bastante difícil, mas quando conseguia um padrão de pensamentos era mais fácil seguí-los. Quando os pensamentos de Patricia lhe penetraram a mente, mostrando que havia tomado um susto, já que também percebia que havia alguém que nao deveria estar ali. Olhou ao redor novamente e sentou a frente da senhora, tomando todo o cuidado possível para ver e ouvir somente aquilo que era necessário, já que a mente da senhora lhe daria as respostas. E faladas elas não deveriam ser.

      - Senhora, você tem algo importante na sua casa, algo de...valor?

      Havia algo sim, dentro da casa. A sua imagem do local escondido, penetrava a mente da mulher, que parecia vagar indo até o local, de forma devagar, até parar em um mero quadro. Não estava no quarto, e sim em quadro. A senha era simples, porém, teria de tomar cuidado para que a senhora não falasse nada que não devesse ser dito. Quando ela abria a boca, para responder, Sophie fizera um não com a cabeça, fazendo com que ela não repetisse o que estava pensando em falar. Somente continuasse os pensamentos, isoladamente, como se nada mais estivesse acontecendo.

      - Bruno... já sei o que é... agora vamos ter cuidado, preciso de reforço... posso levar Lucas comigo? Alias Mikaella já devia estar aqui, acredito que já tenha ouvido o que desejava ouvir...



Citação :
Oi queriduxos!!
bem bem?
O post está aqui, se precisarem d algo me avisem!
A Mikaella permitiu as falas e açoes...mesmo que nao tenham falas dela!
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Tiago B. Sartori
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Seg Dez 07, 2009 12:01 am

Tiago estava na sua cama, lendo um livro sobre arte das trevas que tinha roubado da biblioteca, mais precisamente da área restrita, quando sentiu sua tatuagem arder. Como ainda estava sozinho em seu dormitório ele ergueu a manga da blusa e olhou para ela, como se estivesse falando como o Lord.

-Estou indo!

Ele pegou sua varinha e saiu segundo em direção da estátua da sereia, sempre com cautela e prestando bastante atenção para não ser seguindo. Ele apontou a varinha para a estátua e ordenou mentalmente "Agus Solenis". A estátua girou para o lado e mostrou a passagem. Tiago atravessou a entrada e a estátua se fechou à suas costas deixando o lugar totalmente escuro, então Tiago ordenou "Lumus" e sua varinha se acendeu. Ele desceu as escadas e chegou à porta que dava para o Grande Lago, saindo e a porta se fechou e ele ordenou "Nox". Ele andou apressado e saiu dos limites do Educandário e aparatou, aparecendo em frente a casa dos espíritos.
Ele seguiu em direção à casa e moveu a varinha, fazendo a neblina densa se decipar e mostra uma casa bem arrumada. Ele entrou na casa e lá estava o Lord das Trevas, já vestido com seu manto e sua máscara, assim como os bispos e os soldados, então ele fez uma leve reverência à Dominic. Tiago ouviu atentamente as palavras do Lord e assim que ele ordenou, Tiago subiu e se vestiu. Ao colocar o manto e a máscara o garoto sentia uma sensação de euforia, finalmente iria fazer o que tanto queria. Ele voltou para sala e seguiu o professor até a saída e assim que Dom deu as coordenadas e desapareceu, Tiago aparatou depois dos bispos e apareceu na cozinha. A visão que teve foi bizarra, apenas a cabeça do Lord G flutuava. Tiago demorou alguns minutos para perceber que se tratava de uma capa da invisibilidade. Dom avisou que tinham companhia e sumiu por completo e Tiago ficou ali esperando.
Tiago estava com a varinha em punho e empolgado para começar a batalha, quando um barulho lhe chamou a atenção. Brittany tinha derrubado uma panela, Tiago apenas a olhou e balançou a cabeça negativamente. Dom apareceu logo em seguida, preparado para batalhar e Tiago o imitou.

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Brittany Brian
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Seg Dez 07, 2009 3:49 pm

theFIRSTmission!

Pay attention 'cause a mistake here means your life, no pression!




Narration;Talk;Thoughts;Dom's Talk


in dem geist haus, noch EINMAL!


Sentindo sua tatuagem queimar, Brittany Brian quis gritar, não querendo nenhuma interferência nesse momento. Sabendo que era urgente, ela pôs uma máscara de indiferença, não querendo criar nenhuma suspeita para sua companhia. Despedindo-se rapidamente, ela andou até estar certa que Charles Anton, sua companhia, não conseguisse a enxergar e aparatou com um leve estalido para a sala da Casa dos Espíritos, vendo Dominic Anatolly, também conhecido como Lord Ghost, parado ali no meio com seus três bispos, vestindo o manto negro e a máscara dourada. Olhando ao redor, não reconheceu nenhum dos participantes dos Fantasmas a não ser Tiago, que havia acabado de chegar. Antes que a ruiva pudesse observar mais atentamente a sala e as pessoas ali presentes, Dominic pigarreou, chamando a atenção de todos.

- Vamos senhores! Hoje vamos dar início aos nossos planos! Iremos até a casa da Mafalda Santos, a última mestiça descendente Romerio Cesalpino! Após isso iremos atrás dos descendentes de Catarina Cedrela. Felizmente o descendente de Adalbérgio Dummont é de sangue-puro e não teremos que nos preocupar com isso, não mais! - O mestre então se virou para seus dois pupilos, anunciando que esta seria a primeira missão oficial dos dois e ordenando que eles se vistam. Brittany andou calmamente até desaparecer de vista, então correndo para o quarto e colocando a roupa, que estava do mesmo medo no qual havia deixado na noite anterior, pronta para uso. Se encontrando com Tiago no topo da escada, ela acenou brevemente com a cabeça, desejando-o silenciosamente boa sorte, gesto retribuído por ele e então os dois desceram juntos. Brittany estava muito nervosa, suas mãos suavam frio e as borboletas em seu estômago estavam impedindo sua concentração, nervosismo que aumentou ao saber que seria somente ela, Tiago, Dominic e um bispo.

A carga emocional da noite, revendo Charlie, alguém que ela pensou que nunca mais veria, admitir para ele que ela era parte da razão dele ter sido expulso de Hogwarts, sentir coisas que nunca havia sentido antes, a noite mal-dormida, tudo isso junto estava causando a normalmente calma garota quase ter um colapso nervoso, o que não podia ser nem um pouco bom. Na verdade, seu desejo agora, enquanto saia da Casa dos Espíritos, era de voltar correndo para aquele campo na mata e pedir desculpas a Charlie, pois tinha colocado um pouco de pó sonífero em sua língua enquanto ele ainda estava em forma de cachorro assim que havia sentido a marca começar a queimar para que ele não viesse atrás dela. Queria abraçá-lo e nunca mais soltar, sentindo o calor que emanava de seu corpo, como disse aquela garota amante de vampiros: Você é seu próprio sol ou alguma coisa parecida. Queria nunca mais magoá-lo e deixá-lo ser feliz perto dela.

nach PETROPOLIS gehen!


Infelizmente, nada disso poderia acontecer, e a metamorfomaga sabia disso. Uma única lágrima escapou de seus olhos ao chegar a essa conclusão. Ela estava tão distraída que quase perdeu as coordenadas de aparatação. Respirando fundo e esquecendo momentaneamente seu melhor amigo, a menina desaparatou com um estalido maior que o normal, aparecendo em uma cozinha extremamente branca e bem cuidada, feito que a ruiva não esperava de uma velha que já havia passado da data de validade. Os castiçais, vidros e outros utensílios soltos de cozinha estavam revirados, como se uma lufada de vento havia atingido a cozinha.
‘Temos companhia, companhia na qual veio por meio de uma Chave de Portal’.

Sua teoria não demorou muito para ser confirmada, pois vozes conhecidas vinham da sala. Ouvindo atentamente, Brittany ouviu cinco vozes diferentes, dois homens, duas mulheres e uma velha. Sabendo que pelo menos uma dessas pessoas a conhecia, a garota modificou sua aparência drasticamente, diminuindo a sua altura, mudando a cor de seu cabelo, agora preto, a cor de seus olhos, agora azul claro, além de outros detalhes, tornando-se irreconhecível, preparada para caso ela fosse pega. Era bom ser precavida e, com seu estado nervoso, a ruiva estava mais propensa a erros do que em um dia normal. A cabeça flutuante de Dominic quase a deu um ataque cardíaco, a fazendo pular alguns milímetros, ato que felizmente não foi visto por nenhum dos outros ali presentes.

O anúncio de Dom a respeito da companhia não assustou muito a menina, que já havia chegado á essa conclusão. O que a intrigou nas últimas palavras do líder antes dele ir procurar o que eles estavam ali para foi quando ele mencionou a relíquia de Cesalpino, coisa que ela realmente não sabia o que era. Guardando esse pedaço de informação para depois, ela olhou para onde Dominic havia desaparecido, sua mente travada na parte onde atacariam de surpresa. Tudo bem, ela havia sido uma Sonserina por anos, mas ainda não conseguia se livrar das noções idiotas de nobreza que sua mãe havia praticamente martelado em sua cabeça desde pequena, e essa ação era completamente contra tudo o que ela fora ensinada desde pequena. Sacudindo a cabeça levemente para se livrar desses, ela andou lentamente para trás, não sabendo o que tinha atrás dela.

O bispo tentou a avisar, mas já era tarde demais. Ela não prestava atenção para onde andava, sua mente ainda muito perturbada com noções de nobreza e também com perguntas sobre Charlie, o que ele faria se ele estivesse no lugar dela. Era muito estranho, como se as vozes deles estivessem em sua cabeça, falando coisas diferentes e a deixando confusa. Foi o barulho metálico de uma panela colidindo com o chão que a tirou de seus pensamentos. Olhando ao redor, ela viu Tiago sacudindo a cabeça e percebeu que fora ela quem havia derrubado a panela. Corou, envergonhada e desapontada, sabendo que essa era sua primeira missão oficial e ela havia estragado tudo.
'Warum muss ich immer Blödsinn machen? (Porque eu sempre tenho que fazer besteira?)’ Ela se perguntou (em alemão), como fazia sempre que estava chateada com alguma coisa.

Sabendo que não tinha como voltar atrás e desfazer a besteira, ela girou seu pulso direito, ação que fez sua varinha aparecer em sua mão, pronta para ser usada. Ela viu que Tiago, o bispo e Dominic também estavam com suas varinhas em mão, prontos para atacar no primeiro sinal de movimento inimigo. Ela ouviu alguém falarem reforços e realmente queria que Dominic houvesse chamado mais pelo menos outro soldado para ajudá-los, talvez ela não tivesse tanta certeza de derrota assim. Esquecendo seus pensamentos negativos, ela se concentrou somente no Duelo que certamente viria, sentindo adrenalina entrar em seu sistema e seus sentidos tornarem-se mais aguçados. Lembrando-se de uma lição ensinada para todos os Sonserinos: sempre altere sua voz para que ninguém saiba que é você. – Voz dissimullus – murmurou, apontando a varinha para sua garganta, depois voltando ela para sua frente. Pronto, agora a ruiva estava completamente protegida, não poderiam saber quem ela era sem ter prévias informações.

Respirando fundo, Brittany Brian deixou sua mente cuidadosamente branca, somente focando na luta que viria, sabendo que se eles perdessem ela não cairia sem uma boa luta. Um leve sorriso apareceu nos lábios da ruiva com essa idéia. Ela nunca perderia uma boa luta, disso tinha certeza.


[Obs: FINAALMEENTEE! Uffs, pronto, postei, agora podemos continuar a ação. Okay, o post pode ta meio exagerado na parte emocional, mas eu queria mesmo mostrar que o que ela está passando está afetando muito a coitada, espero que tenha conseguido fazer isso...]

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Bruno Maia
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Ter Dez 08, 2009 6:02 pm

Bruno ainda estava parado, escutando, tentando perceber op que teria acontecido. Havia um barulho, vindo da cozinha. Sophie estava também tensa, ambos sabiam que havia algo de errado no ambiente. Bruno seguiu, pé ante pé, para a esquina que separava a cozinha do corredor. Seus passos erma leves, suaves e completamente silenciosos. Bruno se apoiou de modo que o seu mínimo ficasse exposto e, por um pequeno momento, teve o vislumbre da cozinha, repleta de pessoas vestidas de negro, alguns com máscaras prateadas, um outro com a máscara dourada, e era esse que segurava a varinha. E era esse que estava pronto para atacar. E era esse que lançava agora um jato verde e quente em direção a Bruno. Este, com uma agilidade vinda sabe-se Deus de onde, escapou por muito pouco do jato de luz verde, seguido por aquela lufada de vento aquecido.
A parede atrás de si fez um pequeno buraco, com o maior silêncio possível. Era estranho, pois Bruno sabia que aquele feitiço era letal, mas, ao mesmo tempo, ele havia sido silencioso como uma brisa.
A partir desse silencioso começo, o caos estava instalado. Feitiços e rajadas de luz podiam ser vistos para todos os lados, enquanto Bruno, preocupando-se em se defender dos diferentes feitiços disparados pelo rapaz de máscara dourada, verificava também se Lucas e Patrícia estavam bem e a salvo. Sophie era safa, ela era muito inteligente.
O rapaz da máscara dourada jogava raios de luz com toda fúria que estava contida em seu ser (o que era muita) e Bruno defendia-se habilmente, a torot e a direit. O memso fazia o rapaz dourado. TOdo feitiço que Bruno fazia ricochetear, e mesmo aqueles que Bruno conseguia lançar eram repelidos com muita habilidade pelo rapaz. Bruno estava rpeocupado, era um adversário muito habilidoso.
Do nada, Bruno vislumbrou um raio ido em direção conhecida, e lançou um protego por cima de Lucas, pois ele era alvo de um feitiço e não estavas preparado para defender-se. Isso abriu a guarda de Bruno, permitindo que um feitiço de repulsão atingisse seu campo, mas, felizmente, o feitiço passou por baixo de seu braço, atingindo a parede e fazendo um grande barulho. A poeira dominava o local, ao memso tempo que os gritos e estampidos.

"Pessoal, protejam-se! Sejam eles quem forem, estão porntos pára matar! Isso não é um treino! Defendam a Mafalda!"

FOi então que um estalo fez-se na cabeça de Bruno. Ligeiro, avançou pelas sombras at´[e o local onde, meio encoberto pela poeira, lançou um Everte Statum numa pesada mesa de mogno, cheia de vidrarias e de quinquilharia s em geral. A mesa rapidamente se pôs no ar, voando em direção ao brilho dourado mieo encoberto pela densa poeira que dominava o local.

Citação :
Gente, é isso. Quem quiser ir postando, pode, os duleos ocorrme no mesmo lugar.. Caso seu adversário esteja desmaiado, você pode ou ajudar alguém num duelo ou vasculhar a casa até que mais um adversário esteja vago. Organizem-se elembrem-se: Aquele que tiver apenas um integrante de pé será declarado o perdedor!
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Ter Dez 08, 2009 10:32 pm

Dominic estava ali, esperando para atacar quem entrasse primeiro na cozinha. Não pensaria duas vezes e mataria o sujeito. Ele, sinceramente, esperava que fosse Bruno que entrasse por aquela porta. Seu olhar estava fixo na porta, seus nervos estavam rígidos e seus sangue estava frio como deu uma cobra pronta para atacar. Ele não se arrependeria de nada, nada mesmo e faria de tudo para matar quem quer que fosse. Ele apenas falou, em voz baixa.

-Preparem-se! A brincadeira vai começar! Nada de prisioneiros!

Quando falou isso, uma figura apareceu na porta, era Bruno mais, o mestiço que Dom mais odiava. Não tinha um motivo específico para esse ódio, ele apenas existia. Dom deu um sorriso de satisfação por baixo da máscara ao ver Bruno e logo lançou "Avada Kedrava" mentalmente. Bruno era ágiu, como um leopardo, talvez o animago tivesse os dons do animal o qual se transformava. Bruno desviou do ataque e o feitiço de luz verde atingiu a parede. Nesse momento o bispo e os dois alunos de Dom começaram a lançar seus feitiços, mais três figuras apareceram na cozinha, Lucas, Patricia e Sophie. "Que pena, tão linda!" Dom pensou com um sorriso sarcástico no rosto. Os feitiços reçoavam no ambiente e Dom, frio como sempre, defendia e atacava mentalmente sem se mexer muito.
Uma poeira densa tomou conta do lugar e Dom apenas viu um móvel seguindo em sua direção. Um simples protego poderia não defender, tamanho era o objeto, então Dom ordenou "Protego Horribilis" e uma esfera de proteção repeliu a mesa, mandando-a de volta para Bruno, mas esse se esquivou habilmente, porém com essa defesa ficou sob a mira de Dom, que não pensou duas vezes.

-SECTUMSEMPRA!

Ordenou o novo Lord das Trevas, lançando o feitiço no professor de encantamentos. Seria difícil aquela defesa, mas não impossível, já que os reflexos de Bruno eram grandes. Dom esperava o feitiço, que parecia seguir em câmera lenta, em direção à Bruno

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Sophie Schiniiti
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Qua Dez 09, 2009 11:00 am




      A voz de Germani fora alta e clara. Não teria como defenderem uma senhora que passara de seus bons 130 anos sem algum dano permanente na mesma. Olhou com cuidado ao redor, e parecia que a sorte não estava ao lado de ninguém. As mentes invadiam a sua, e nenhuma delas parecia pouco preocupado com o que tinha ali, tinha que somente caminhar para longe e seguir com a senhora. Era somente uma questão de tempo. Apontou para as duas a varinha que já estava em sua mão.

      - pro-TEH-go hor-RÍ-bilis.

      Ergueu Mafalda de seu sofá, e carregando-a devagar até o seu quarto. Ou era exatamente lá que ela gostaria de estar. Pegou a varinha da mesma, e na lentidão extremamente exagerada, caminhavam. Não estavam tão distantes de Bruno e nem mesmo do outro ser, que tinha uma mente estranha, porém familiar. Não estava na hora de avaliar pessoas, estava na hora de proteger uma velinha.

      - BRUNO JÁ TE ENCONTRO!


Citação :
Protego Horribilis
Pronuncia:pro-TEH-go hor-RÍ-bilis.
Descrição:Para se defender de feitiços mais poderosos


obs.: eu escolhi levar a mafalda pq como nao tem outro NPC, prefiro proteger primeiro e ai eu ajudo o bruno depois...
e ate pq criar um NPC pra mim? AH nem precisa... nao sou alguem assim tao especial!
mas quem quiser ir atrás e tentar atacar fica a vontade
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Bruno Maia
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Qua Dez 09, 2009 6:38 pm

Bruno lançara a mesa de mogno, mas o ser de máscara dourada defendeu-a, habilmente. Seus moviemtnos eram rápidos, e Bruno não conseguia acompanhá-los rápido o suficiente. O adversário ideal para ele seria SOphie, pois ela poderia prever seus movimentos, mas a moça gritava:

"Bruno, já te ajudo!"

COmo ela era ráppída, entendera a urgência de Bruno e logo pretendia atendê-la. Então, muito rapidamente, pegando Bruno distraído por Sophie, o cara dourado atingiu seu peito com um feitiço cortante. Brunos sentia sua pele ser rasgada por nada além de energia, ou seja, ela parecia abrir por vontade própria. Bruno sentia vontade de gritar com ela, ela o estava traindo? Mas era efeito do feitiço cortante, ue, aliás, era extremamente doloros. Bruno caiu sobre seus joelhos, atingindo pela dor despreparadamente. Quase podia sentir o triunfo e o ar arrogante da figura mascarada. Destacando-se do caos geral por sua calma nada humana, o mascarado ia andando at´[e Bruno, provavelmente para brincar com ele antes de matá-lo, mas Bruno não era seu brinquedinho particular, não mesmo. Srentia vontade de fatiá-lo, cortá-lo em pequenos pedaços, e o feitiço quase saía pelos seus poros. Mas, então, viu-se mascarado e torturando o ser a sua frente. Sentiu-se me seu lugar, e, imediatamente, sentiu-se imundo.
È uma dessas ironias do destino, que acha um modo de satisfazer nossas necessidades mais humanas sem o peso na ocnciência:

"Sectumsempra!"

Mas o alvo não era o mascarado. Acontece que, quando andava, ele estava exatamente abaixo do lustre de Mafalda, o verdadeiro alvo de Bruno. Seu peito sangrava profusamente, e ele precisava alcançar um modo de parara com aquilo.
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Patricia Germani

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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Qua Dez 09, 2009 7:10 pm


Narração
Falas
”Pensamento”

Abaixou a cabeça ao sentir o primeiro ventinho de ar em sua cabeça sabendo que aí vinha feitiço. Mas Bruno teve de proteger Lucas, que estava tão desarmado quanto ela. Que beleza, um serzinho estava atacando a todos e agora precisava mesmo era sobreviver. E isso não seria nada fácil.

Começou a rastejar no chão, indo em direção a sua bolsa. Começou a vasculhar sua bolsa no meio de bombardas e de protegos. Quando encontrara sua varinha já estava debaixo da mesa da sala. Continuou rastejando quando encontrara alguém do seu tamanho. Pelo menos a luta seria justa com uma luta daquelas! Pelo menos. Ela sabia que iria perder mesmo!

- Es- tu -pe -FA- ssa

Apontado a varinha, torcia para que no fundo do coração, a pessoa voasse longe e desmaiasse, por alguns segundos, não soube por que, mas achava que Lucas estava em perigo...




Citação :
AIN... EU PENSEI Q TINHA POSTADO
POST PEQUENINO...

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Dominic Anatolly
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Qui Dez 10, 2009 5:57 pm

Dominic havia se protegido com habilidade da mesa de mógno que Bruno havia lançado contra ele. "Isso vai ser mais fácil do que imaginei!" Pensou Dom com um sorriso nos lábios, infelizmente ninguém podia ver por causa da máscara.
Dom viu Bruno desviar da mesa e falar com Sophie, então aproveitou para atacálo com um Sectumsempre. O feitiço saiu da varinha do Lord das Trevas e atingiu Bruno em cheio, fazendo o professor voar e logo o sangue aparecia sob sua vestimenta. Dominic gargalhou ao ver Bruno de joelhos e sangrando. Estava muito fácil e Dom queria brincar com o mestiço, ele seguiu lentamente em direção à Bruno, desviando de feitiços eventuais que vinham em sua direção. Bruno estava com ódio no olhar, o que alimentava ainda mais a maldade de Dom, que seguia lentamente em direção à ele, então o professor apontou a varinha, não para Dom, mas para um lustre em cima dele. O feitiço atingiu o luste e Dominic se esfumaçou, então a fumaça que Dom se transformara seguiu para cima da pia e voltou a ser Dominic. Ele gargalhou por baixo da máscara e disse, com uma voz já modificada e ameaçadora.

-Seu mestiço imundo! Acha mesmo que pode derrotar o novo Lord das Trevas? Acha que pode superar um FANTASMA? Acha realmente que pode derrotar o Lord Ghost?

Dominic enfatizou a palavra Fantasma e apontou a varinha para Bruno e ordenou "Estupefaça" mentalmente. Ele iria deixar o professor inconsciente para poder torturá-lo em seguida. Dom queria ver o professor sofrer.

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Bruno Maia
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Qui Dez 10, 2009 6:12 pm

Bruno estava praticamente de quatro, enquanto o cara da máscara dourada se aproximava. Bruno quae podia sentir o ódio dele transpassar a grossa máscara e vir-lhe dar bofetadas na cara. Bruno odiava isso com toda fúria de seu ser, não era o cachorrinho do mascarado.
Infelizmente seu feitiço não deu certo, o mascarado se transportou como poeira para outro lugar, esteva em cima da pia da cozinha e Bruno sentia a pulsação de suas veias latejando no pescoço.
Estava tomado pela ira. O mascarado era forte, e era esnobe. COnseguia desviar dos feitiços de Bruno, e com isso o ridicularizava, o que fazia o sangue do professor subir à cabeça. Daí a veia latejante. Daí o grito de fúria de Bruno, quando o mascarado disse:

-Seu mestiço imundo! Acha mesmo que pode derrotar o novo Lord das Trevas? Acha que pode superar um FANTASMA? Acha realmente que pode derrotar o Lord Ghost? ESTUPEFAÇA!

- Protego Horribilis!

E o feitiço de Bruno criara um grande deslocamento de ar, o que jogou o L. Ghost para trás, fazendo com que este, talvez surpreso com a reação de Bruno, caísse da pia em que estava. Bruno correu até estar bem próximo, enquanto o L. Ghost se levantava.

- NUNCA, NUNCA ME RIDICULARIZE!

E, sem dar tempo ao tempo, Bruno gritou, com o ódio causticante consuimindo suas veias de dentro para fora:

- Bombarda!!!

Visava o chão, e quase podia ver o Lord Ghost caindo num imenso buraco, e as lascas de madeira entrando em cada membro seu, fazendo-lhe sangrar, causando-lhe dor.


-----------Falas de outros/Minhas falas/Narração----------------
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Sex Dez 11, 2009 8:49 am

Tiago iria se vingar de Lucas e aquela era a hora. Como o destino era bom, como as coisas aconteciam na hora certa. Tiago abriu o sorriso ao ver Lucas à sua frente e pensou "Agora você vai sentir todo meu ódio seu idiota!". Antes de mais nada ele apontou a varinha para a própria garganta e ordenou mentalmente "Voz dissimullus", então sua voz foi alterada para que ninguém a reconhecesse.
Os olhos de Tiago brilhavam e a besta predatória que vivia dentro dele, mostrou seus instintos mais selvagens, fazendo até com que Tiago rosnasse igual a um lobo e logo em seguida uivasse.

-AAAAAAAAAAAUUUUUUUUUUU!

O uivo soou amedrontador e idêntico ao de um lobo, ninguém conseguiria falar que não era um lobo. Tiago se dirigiu em direção à Lucas e disse com uma voz totalmente diferente do que era a dele normal.

-Esse mesticinho aqui é meu!

Os olhos do jovem animago brilharam ao ver que Lucas percebeu que era com ele. Tiago podia até sentir o cheiro de medo exalando do garoto, que ergueu a varinha em direção de Tiago, mas esse foi bem mais rápido que Lucas. Tiago sacudiu a varinha e ordenou mentalmente "Sectumsempra" um jorro verde saiu de sua varinha e seguiu em direção de Lucas. O feitiço atingiu o garoto da Pau-Brasil em cheio, jogando-o para trás, então o garoto levantou com a mão no peito que sangrava compulsivamente. Tiago gargalhou alto.

-E ai, seu mestiço, como é sentir o sabor da morte? Ainda bem que seu sangue não vale nada!

Tiago sorria estava preparado para atacar Lucas novamente, quando o garoto moveu a varinha rapidamente e ordenou.

Lucas escreveu:
-Bombarda!

Mas o feitiço não veio em direção de Tiago, que havia executado um protego mentalmente. O feitiço foi lançado na parede às suas costas, que explodium com um estrondo e pedaços de pedra começaram a voar. Um atingiu Tiago nas cosas, que caiu de joelhos, mas logo se levantou, rosnando alto e falando ofensivamente com Lucas.

-Isso até parece brincadeira de criança!

Tiago estava preparado para atacar Lucas novamente. Girando a varinha ele ordenou "Expelliarmus" mentalmente. Era um feitiço básico, mas se conseguisse acertar Lucas o próximo seria bem mais sério.

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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Sex Dez 11, 2009 6:46 pm

Lucas estava realmente confuso com aquela situação. Em menos de dois segundos, o que era uma calma e serena conversa com uma velha de uns trezentos anos, tornou-se um cenário desolador de uma batalha intensa. Um baruhlo na cozinha seria o anunciador de grandes problemas. O professor Maia foi até lá e, após alguns segundos de silêncio preenchidos de tensão, onde nem uma película movia-se pela sala, um grande som de explosão, seguido por várias luzes anunciava a vinda do caos.
Sophie rapidamente tentou elvar Mafalda para dentro , para protegê-la, mas logo Bruno provocava uma grande nuvem de poeira, que cegava a vista de todos, Lucas, confuso, quase foi atringido por um raio verde, cheio de maldade. Quando o menino percebeu, era tarde demias para fazer qualquer coisa, embora ele tenha tentado sacar a varinha. Mas um protego o defendeu de grandes males, o que rendeu ao professor Maia um grande ferimento, vindo de um cara que, diferentemente dos demais, que estavam com máscaras prateadas, estava com máscara dourada.
Nesse ínterim, Lucas foi atingido no abdome por um Sectumsempra, vindo de um mascarado ligeiramente menor que os demais. A dor era lancinante, e Lucas a sentia não só no local, mas da ponta dos pe´s até o útlimo fio de cabelo de sua cabeça. De rastros, Lucas ouviu uma voz acima da sua cabeça:

-E ai, seu mestiço, como é sentir o sabor da morte? Ainda bem que seu sangue não vale nada!

Lucas levantou a cabeça, e percebera que o corte fora tão grande que ia do abdome até o peito. Era um corte enorme e sagrava efusivamente. Por trás da máscara, viam-se olhos brilhantes, compelidos pela dor de Lucas. Este estava cheio de raiva, enquanto fraquejava com o sangramento. Sua visão estava turva pois o menino tinha pavor de sangue. Lançou uma ditração na parede:

Bombarda!


A parede explodiu, e alguns fragmentos até bateram no pequeno mascarado, o que deu Lucas tmepo de tirar sua camisa e dobrá-la, para tentar conter o sangramento, pelo menso até conseguir algo melhor.

Isso até parece bricadeira de criança!

E Lucas não estava pronto, tentava amarrar a camisa ao seu peito e barriga, que sangravam muito, e sua varinha, de repente, fez uma força descomunal parta fora de sua mão. Lucas a perdeu. Ela caíra no meio dos escombros, o que deu ao mascarado uma incr´pivel vantagem.
Ele ria, ria de forma nojenta, de forma pestilenta, seu riso não era feliz, era, no mínimo, sádico.
Lucas correu pars os escombros, correu para ali e se jogou. O mascarado ria, enquanto lançava feitiços em Lcuas que, sem defesa, levava nas costas, no peito, nos braços. Alguns feitiços erma de queimadura, alguns outros de pressão, um outro lançou Lucas para o alto, o que o fez ver, de relance, o brilho de sua varinha, acima de um pedaço de parede caído. CoM seus reflexos de apanhador, Lucas pegou a varinha e, sem dar tempo do mascarado reagir, lançou-lhe um feitiço para quimá-lo todo. Mas o rapaz tinha uma grande agilidade, e defendeu-se com mestria do golpe.
Lucas estava farto, estava sangrando, quimado e sentia-se humilhado por aquele verme. No ápice do ódio, enchergou a faca de potna que estava na cozinha:

"Uédiuósi!"
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Sab Dez 12, 2009 3:21 pm

O Bispo estava atrás de Dominic e atento a tudo o que acontecia. Quando o Lord das Trevas começou o ataque, o Bispo já se preparou para ver quem seria seu adversário. Os dois garotos estava ocupados e Dominic lutava contra Bruno, só havia sobrado uma mulher e o Bispo disse, com uma voz feminina.

-Essa vadia é minha!

Seguiu em direção à Sophie e lançou um Crucio em direção a professora, que usou um Protego Horribilis e defendeu a maldição. A Bispa ficou abismada com a mulher, que logo lhe lançou um Impedimenta. A bispa saiu voando e bateu contra uma parede. A toca do man cobrium toda sua face mascarada e ela caiu ajoelhda tossindo, o impacto tinha sido forte. Ela então se levantou em um pulo e caiu mais a frente.

-Então o negócio é mais sério do que imaginei!

Ela girou a varinha e ordenou.

-Glacius!

Um jorro azulado saiu da varinha da Bispa seguindo em direção a profesora, as pessoas mais próximas podiam sentir o ar gélido do feitiço.

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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Sab Dez 12, 2009 8:30 pm




      Enquanto ainda estava no corredor, esperando pacientemente a senhorinha caminhar, mesmo desejando do fundo do coração saber manejar uma vassoura e levar à senhora em seu enlaço, era extremamente difícil com seu falatório e falta de ar. Ela poderia somente pensar, e ela ouviria e responderia. Como aqueles pensamentos horripilantes sobre uma mulher que logo seria atacada com um Crucius. Fora quando olhara para trás e vira que ela era a mulher. Agradeceu mentalmente pela primeira vez ter dado certo um feitiço. Ela nunca acertava os feitiços, e isso complicava um pouco a sua vida. Continuou andando com a senhora, mas desta vez, andava de costas. Apontou a varinha com cuidado, tentando se lembrar bem das palavras que diria dali por diante.

      - im-PED-i-MEN-ta

      Viu o ser voar metros, parando somente por causa de uma parede, que deveria ser bem pesada, caindo sobre o mesmo subindo pó. Virou-se para continuar andando, fazendo com que tivesse pelo menos a chance de andar mais alguns metros, agora que o perigo era iminente a velinha andava mais rápido e parecia ter asas às pernas que eram de tartaruga. Por que seu quarto tinha de ser tão distante? Fora quando ouvira novamente os pensamentos do ser e desconfiou que fosse uma mulher também, mas era melhor ficar com seus pensamentos. Fora quando vira o feitiço azul, com certeza Glacius vindo em sua direção. Vira o feitiço novamente inundar o campo do Protego e ainda não soube com exatidão como aquilo ocorrera. Olhou com cuidado para o ser e tentou pensar em algo rápido, que fosse eficiente. Não era mestra em feitiços, então era difícil lembrar todos eles. Apontou a varinha e olhou com cuidado, torcendo para que desse certo.

      -Incarcerous

      A intenção era simples. Quando conseguisse que as cortas movimentassem o corpo do ser, que ela já achava ter sexo totalmente indiferente, utilizaria o Mobilicorpus para tacá-lo o mais longe que pudesse, quem sabe depois da casa, ou no meio do inferno que estaria lá dentro da sala, pelos gritos e pensamentos. Mas torcia que o ataque efetivasse completamente.


Citação :
Antes que alguém pergunte!
eu postei os 2 feitiços... não era referente ao primeiro dado mas sim ao ataque,
mas td bem
se for preciso rola td d novo...
[/quote]
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Dom Dez 13, 2009 4:45 pm

Dominic estava se divertindo com a situação, tinha atingido Bruno com um Sectumsempra e o maldito estava sangrando. Dom tinha prazer em ver Bruno sangrando, ele saboreava aquele momento.
Quando Bruno lançou um Sectumsempra no lustre, Dom se desviou facilmente do objeto. Ele tentou lançar um Estupefaça no mestiço, mas parecia que ele não estava mais para brincadeiras. Bruno defendeu com facilidade e em seguida já veio atacar Dom. Um Bombarda no chão fez um buraco e desequilibrou o Lord das Trevas, que estava em cima da pia, fazendo-o cair no buraco. Uma lasca de madeira ultrapasou a perna de Dom, que urrou de dor. Seu corpo se esfumaçou mais uma vez e ele saiu voando para longe de Bruno. Ele pegou a lasca de madeira e tirou da perna, lançando mais um urro.

-Maldito mestiço! Agora você vai morrer, desgraçado!

Dom agora estava mancando e o sangue escorria pela sua perna. O ódio que Dom sentia poderia atér ser paupável. Ele apontou a varinha em direção à Bruno e ordenou mentalmente "Incarcerous". Ele tentava imobilizar o animago e depois disso torturá-lo.
As cordas seguiram em direção à Bruno, preparadas para amarrar fortemente o professor de encantamentos.

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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Dom Dez 13, 2009 9:21 pm

Essa briga estava se tornando chata. O garoto da Pau-Brasil estava dando trabalho para Tiago, que achava que iria ser fácil, mas aquele mestiço estava dando muito trabalho e estava irritando muito, mas muito mesmo.
Ele tinha sido atingido por um pedaço de pedra, aquilo estava doendo muito, sem contar que tinha deixado Tiago meio zonzo, mas não o suficiente para tirá-lo da batalha. Isso deu tempo para Lucas tentar estancar o sangramento.
Tiago se reergueu rapidamente e ordenou um Expelliarmus mentalmente e atingiu em cheio o mestiço. O feitiço saiu com tanta raiva da varinha de Tiago que além de desarmar Lucas, fez o garoto voar para trás e cair de costas. O garoto se levantou e praticamente voou atrás da varinha. Tiago teve tempo para atacar alguns feitiços, não queria matá-lo agora, queria fazer ele sofrer. Tiago começou a lançar feitiços não-verbais em direção à Lucas, começando com um "Dissendium", fazendo o garoto colar no chão, depois um "Depulso", fazendo-o escorregar alguns metros no chão, depois Tiago ordenou "Larcarnum Inflammare" produzindo chamas que queimaram a pele do garoto, que gritava, um último feitiço foi o "Ascendio", jogando Lucas para o alto, mas o que Tiago não sabia é que Lucas conseguiu visualizar a sua varinha do alto e depois caiu com um baque surdo.
Lucas foi direto para sua varinha e a agarrou, virando rapidamente e ordenou Uédiuósi, pegando Tiago desprevinido. A faca voou em direção à Tiago, atingindo-o no baço. Tiago sentiu a perfuração da faca gemeu de dor, logo em seguida olhou em direção à Lucas.

-MAAALDIIITOOOOOO!!!

O grito era de fúria, uma fúria cega que fez com que Tiago arrancasse a faca e a lançasse em direção à Lucas, mas a mesma apenas fincou na parede atrás de Lucas. Tiago ergue a varinha novamente e deu dois passos firmes em direção à Lucas e girou a varinha, ordenando mentalmente "Levicorpus". O jorro do feitiço seguiu em direção de Lucas. Tiago precisava ajudar Brittany, que estava desacordada, tinha que colocá-la de volta na batalha.

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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Qui Dez 17, 2009 12:01 pm

Lucas conseguira no fim acertar o maldito mascarado. COm seu urro de fúria, o fantasma fora atacado na perna com uma faca de ponta fina, que atravessou-lhe o membro inferior, fazendo-o sangrar profusamente.
Lucas estava feliz, sentia a felicidade brotar em seu interior com a dor daquele que o torturara de maneira tão nojenta e lastimosa.
Mas algo dera errado. Enquanto Lucas sorria com o triunfo de sua ação, muito rapidamente, o mascarado arrancara a faca da perna, tacara para Lucas (não o atingindo), e, em seguida, o garoto sentia a cabeça tomar o lugar dos pés e os pés, o lugar da cabeça. Lucas estava tenso, Lucas estava rpeocupado, pois não entendera ao cetro o que ocorrera.
Seu corpo estava de ponta cabeça, e o mascarado, sorrindo com o seu triunfo, corria em sua direção. O brilho metálico atacou o rosto de Lucas, que ainda sangrava muito (e agora sentia os angue escorrer por sua barriga ainda descoberta). O Mascarado então, rindo diabólicamente pegou em sua vairnha e lançou uma grande variedade de feitiços em Lucas, até que, enfim, o libertou do Levicorpus.
Lucas caiu com um baque no chão e, quando o mascarado virou-se de costas, certo para buscar algo com que machucar muito Lucas, este levamntou-se e com grande dificuldade e silêncio, foi para dentro de um armário escuro. ALi, iniciou seu curativo, faszendo uma grande variedade de feitiços de cura em sua barriga.
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Qui Dez 17, 2009 7:13 pm


Narração
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”Pensamento”

Depois de ter feito um desmaiar, ela não pode estar perto de Lucas ou de ninguém, pois alguém caíra na parede dificultando a visão, o olfato e tossia que nem uma retardada. Olhara rapidamente pela sua roupa, e logo depois decidiu que estava na hora de parar de ligar se a calça ia ficar feia, até por que, ainda não tinha cortes feios. Ainda. Tinha uma sujeira no cabelo, algumas unhas sujas, mas nada de mais. Começou a caminhar novamente ao redor, procurando alguma solução pra ajudar alguém. Um a menos era melhor aproveitar, ou não.

Fora quando vira Lucas.


Ele estava um Caco! Mais sujo, de sangue e parecia ter sofrido um... Sectusempra. Fora quando ela realmente percebera que tinha sofrido um Sectusempra. Olhou alarmada e começou a correr, pulando obstáculos, se arrastando no chão. Se dissessem a ela que ela se meteria numa encrenca nessas, ela NUNCA iria. Era algo para Lalá e não Patty. Quando chegara mais próximo, o vira adentrar em um armário. Não parecia ser grande, mas era um ótimo esconderijo. Enquanto o outro ser estava procurando Lucas, adentrou no armário fazendo-o ficar em silêncio enquanto ele parecia alarmado. Rasgou um pedaço da blusa para ajudar a estancar o sangue.

- Vou tentar... pelo menos é uma ajuda a mais!

Disse baixinho enquanto em conjunto com ele, tentava cicatrizar a ferida. Tinha que tentar, e até mesmo é uma chance de o fazer melhorar. O sangue estava começando a tocar a sua mão. E a pele estava ficando cada vez mais branca.


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Bruno Maia
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Sab Dez 19, 2009 12:29 pm

Bruno suava frio e, quando outro lançou um feitiço amarelo em sua direção, ele ficou imediatamente tenso. Nãos abia o que fazer e tinha que sair dali.
O feitiço veio rápido e Bruno mal teve tempo de desviar dele. O raio de luz amarela bateu na parede atrás de Bruno, fazendo-a se dissolver, como se a tivessem jogado ácido. Naquele instante, a barrtiga de Bruno deu uma volta e ele teve um ideia genial. Muito rapidamente, aproveitando-se de uma repentina nuvem de poeira, fruto de uma luta adjacente, Bruno tirou a camisa e forjou uma cópia sua, através da mesma. Aparentemente o fantasma caíra nela, porque agora avnaçava em direção à réplica de Bruno com muita rapidez e euforia. Seu riso parecia tranparecer a fria e indiferente máscara metálica.
Bruno correu, correu, correu muito. Precisava curar-se de seu ferimento que agora latejava furiosamente. Então, com um baque surdo, caía no chão. Pisara em algo mole e, com um arrepio na barriga, percebeu que era um corpo caído.
Suas mãos começaram imediatamente a tremer furiosamente, suas pupilas dilataram-se energicamente e Bruno aproximou-se do corpo caído. COm um susto, um grande susto e um pavor que superava qualquer coia imaginável, Bruno viu ali, deitado, totalmente imóvel e com olhos esbugalhados, Lucas Ferreira, morto e frio no chão.
Porque será que o chão de repente resolvera desaparecer, justamente na hora em que ele mais precisava do mesmo? Porque será que o ar resolvera brincar de FIsico-Químcia e a concentração de oxigênio diminuíra tão rapidamente?
Bruno elvatnou-se e viu num vislumbre Patrícia, lançando raios e trovoadas de luz furiosamente para todos os lados. Bruno sentia-se do mesmo modo e comçou a atacar qualquer coisa que o encarasse: retratos, vidros, lustres, tudo, com um incontrolávle grito de fúria. Uma lufada de energia propagou-se dele, quebrando as janelas da casa e derrubando todos os lustres que pendiam do teto, estava irado, repleto de fúria. Como mataram LucaS? Bruno queria o culpado e, se o pegasse, o faria sentir muita, muita dor. Uma voz grave ao fundo o chamou a atenção. Era o fantasma com quem batalhava originalmente. Bruno nem pensou duas vezes: o atacou com toda a fúria incontida, e o fantasma desviava seus fietiços com muita maestria, e ainda ria.

"Haha Isso que você chama de fúria? ME dê mais, vamos!"

E, por baixo do feitiço de Bruno, lançou um jato rosa que bateu em Bruno e o jogou do outro aldo. O fantasma veio por cima, e lançou uma grande variedade de feitiços em Bruno, que o queimaram, abriram feridas gigantes e o faziam sentir dor. Bruno lançou um feitiço de repulsão no fantasma, que voou longe, mas caiu de pé. Os dois continuaram batalhando por um tempo. Seus raiso chocavam-se no ar, enquanto Bruno não parava de gritar e chorar, cheio de ódio e rancor. Nunca, nunca esteve tão furioso antes. APós vários segundos de luta intensa e rápida, quase imperceptível aos olhos humanos, exceto pelos raios que se chocavam noar com grande estrondo, Bruno viu-se frente a frente ao fantasma. Este deu uma risada e desfez-se no ar. No mesmo instante, tudo tornou-se negro e indiscernível, mas Bruno lançou um contra-feitiço poderoso. Mas era tarde.
Patrícia estava de refem do fantasma. Ele apontava sua varinha para a garganta da garota, que chorava profusamente.

"Largue ela, seu verme! Largue-a!!"

O outro ria, de modo gostoso e particular. A altura e os gestos do tal fantasma não eram estranhos a Bruno, já os vira antes. Seria um dos que mataram sua mãe?

"Hahaha, Ora, venha, me ataque. Defina suas prioridades, Bruno. Mate-me, memso que isso custe a vida da moça. VOcê faria isso?"

Bruno estava muito tenso. A vida de Patrícia estava em jogo. Aidna estava com a impressão de que conhecia aqueles gesto, de que sabia quem era aquele canalha. Muito rapidamente, escondeu suas mãos atrás e com sua vairnha, projetou seu fluido mágico na direção do fantasma, pelas pernas, enquanto mantinha a tensão do olhar fixa. Depois de alguns momentos de silêncio inteiramente preenchido de tensão, Bruno atacou, muito rápido. Uma parte de sue fluido mágico tirou Patrícia das mãos do fantasma e a outra o deu um grande soco mágico na barriga, o ue o arremessou para longe. Bruno correu, correu muito, até chegar bem próximo do fantasma, que se levantava.
No meio da poeira, apenas Bruno viu aqueles olhos maléficos. Somente Bruno, que estava bem a sua frente, poderia enchergar o rosto branco, com barba por fazer e os olhos vivos e brilhantes, cheios de alegria por estarem repletos de ódio. A máscara pendia, revelando metade da face do professor que Bruno muito bem conhecia e acreditara.
Desistiu, estava desarmado. DOminic poderia matá-lo ali, agora, asism como fizera com seu maldito irmão. Bruno não resistiria, não se oporia. Sua vairnha já estava ao chão, com o calor da surpresa e o pesar da decepção.
Mas DOminic tinha um olhar sádico, furioso. Enquanto com sua mão esquerda ajeitava a máscara, com a direita apontava para Patrícia, e dizia aquelas duas palavras terríveis e mortais.
Bruno nunca pensara tão rápido. Seu cérebro, seus músculos pareciam querer viver em um segundo tudo aquilo que deveriam viver pelo resto da vida. GIrtando seu corpo no próprio eixo, Bruno só teve tempo de ver, em um momento, o rosto surpreso de Patrícia, ao ver-se alvo de um feitiço daquele porte. NO segundo seguinte, Bruno estava na frente dela, encarando-a muito de perto. Seus braços estendidos, seu olhar fixo na menina. Por quantos sofrimentos teria ela de ainda passar? Bruno apegara-se muito a menina, muito mesmo. E agora estava ali. Seus olhares se encontraram. Seu olho umideceu-se, mas as lágrimas jamais tiverma tempo de cair sobre sua face machucada.
Victor, Lucas, Tiago, Patrícia, JOaquim, Shantowa, Sophie e por fim, DOminic. TOdos esses rosto passaram sua mente, um após o outro. O professor deu seu último riso e, por fim, tudo ficou negro. Não reconheceria nada mais, não veria nada mais. Sua mente estava agora inerte a tudo e a todos. Sentiu sobre seu corpo a paz do não existir, a paz do nada pensar e a excitação do desconhecido.
Bruno jogou-se, de braços abertos, em direção ao infinito, levando consigo apenas as lembranças dos bons momentos que vivera dentro daquele Educandário.


Última edição por Bruno Maia em Sex Fev 19, 2010 4:09 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Sab Dez 19, 2009 1:00 pm

Lucas estava em seu quartinho escuro lançando alguns fietiços de cura quando entrou alguém ali dentro. O menino pegara sua varinha e já estava pronunciando um feitiço quando, sob a luz do feitiço, apareceu Patrícia, com seus lindos cachos dourados.

"Lucas..."

"Patty, qual foi nosso último encontro?"

"Er..."

"Eu rpeciso saber se é você mesmo, fale!"

"Lucas, não... FOi na floresta!!"


DIsse ela rapidamente, vewndo que o menino ia lançando um feitiço em sua direção.

"Desculpa Patty, mas estamos numa guerra, não é?"

"É"


Ficaram os dois, um olhando para o outro, iluminados apenas pela luz fraca vinda da varinha do garoto. Então, incescrupulosamente, decuidadamente, e insanamente, beijaram-se, beijaram-se intensamente, ocmo nunca antes. Lucas encontou Patrícia na parede de pedra que havia ali atrás. Não se importava se seu sangue estava sujando a cmaisa da garota, não importava se a qualquer momento alguém abriria a porta. TUdo o que importava era que Patrícia estava ali, e Lucas também. Seus lábios grudaram-se como nunca. SUas línguas estavam num frenesi intenso, trocando confissões tão íntimas e sentimentais que ninguém o saberia. Nem memso os dois. Ma so fato era que, de certo modo, com aquele beijo, Lucas desabafava para Patrícia tudo que estava passando, enquanto a menina e fazia também para Lucas.
Quanto tempo ficaram ali dentro beijando-se, não soube nunca o menino. Sua vista fraquejava. Seus sentidos apagavam-se. Morreria ele ali? Se morrese, não ficaria Patrícia eternamente atrelada a ele? Lucas não queria isso.
COmo se tivesse recebdio um choque de realidade, Lucas afastou-se rapidamente de Patrícia. Sua mente estava confusa, faltava-lhe sangue, que ainda sía por suas feridas intensas e profundas.

"Patrícia...eu...quero..."

A menina tentou pegá-lo novamente em um beijo, mas Lucas estava irredutível.

"Não! Patrícia saia daqui!"

Não conteve-se. Seus olhos encheram-se de lágrimas. Sentia a saudade como uma sombra que se alastra no crepúsculo. A menina não entendia, seu rosto estava confuso e choroso.

"Patrícia, saia agora!!"

O menino berrava, tentava aparentar fúria, mas tudo o que fazia era demostrar sua fraqueza e o quanto não desejava que aquilo estivesse acontecendo. Lucas sabia que não teria volta. Estava já morto. Sò faltava que seu corpo percebesse disso e começasse a parara de fucnionar. Sentia já os rins doerem intensamente. Sua cabeça era um mar de latejos. O corpo começava a fraquejar, come4çava aos poucos a morrer e apodrecer. No entanto, Patrícia não sabia idsso. Ela estava ali. Patrícia estava ali ao seu lado, memso nessa hora tão complicada. Lucas a amava e ela seria seu amor eterno.
POegou-a pela braço, com força e a beijou, a beijou muito, e muiot forte. Seria a últiam vez que os lábio de Lucas tocariam os de Patrícia, e seria a última vez que eles ficariam juntos. Não queria largá-la, nunca. Mas teria de ser feito.
Uma mão firme e forte agarrou-o pelo pescoço e, quase o sufocando, apontou uma varinha para sua face. Era seu mascarado. Ele ria, debochadamente.

"Primeiro dou conta deste aqui, depois venho para a mocinha!"

Então, com força, jogou Lucas para longe. A cabeça do menino bateu na parede e logo o outro novamente o pegou pelo pescoço. Queria divertir-se com Lucas. Jogou-o para fora do quaritnho, e o menino caiu no chão.

"Vermes merecem ficar no chão."

Lucas queria que ele o matasse. Primeiro, acabaria com a dor intensa que o menino sentia. Depois, ele teria isso pesando em sua alma para sempre. o menino ria, parecia sentir-se realizado por estar fazendo Lucas sofrer. E o menino sabia disso.
Lucas aprendera no EMMP que nucna sabemos de tudo. Mas que, na maioria das vezes, nossa intuição nos leva ao lugar certo. Lucas sabia que se o menino o matasse, ele teria consequÇencias futuras, e isso er ao máximo que Lucas poderia fazer agora.
O menino nunca soube ao certo quando morreu. Sò lembrava-se de pé do mascarado ali, pisando-o. E então, ele tirando a máscara e mostrando-se para Lucas. Queria jogar na cara que era ele, TIago, quem o estava matando. Que ele era o causador de todo aquele sofrimento. Depois o mascarado deu um chute em seu rosto e, ridno diabolicamente, pôs a máscara novamente em seu rosto e, com algumas palavras, lançou um feitiço em Lucas. Na verdade, vários. O menino sentia dor, dor, muita dor. a cada feitiço, a dor aumentava. Eram socos, choques, queimaduras. TUdo ao memso tempo. Por fim, após vários minutos, o corpo de Lucas não resistiu. Lucas deu uma última olhada em Patrícia, que corria em sua direção, aparentemente reacordada a pouco tempo. Lucas a mandou um beijo, quando TIago deu o choque fatal em Lucas. O olhar do menino permaneceu fixado em Patrícia, na esperança de ter gravado semrpe em sua alma, em seu espírito, aqueles lindos cabeçlos loiros e brilhantes como os raios de sol.

Citação :
CHoraaaando rs
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Alice Cullen

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Habilidade Desportiva: d10

MensagemAssunto: Re: OFICIAL - PETROPOLIS   Dom Dez 20, 2009 12:34 am

PETROPOLIS +




Alice chegara em Petropolis neste momento, assim como seus ''amigos'' ela estava de mascara e sob seus pés arrastava o comprido e brilhoso sobretudo que continham seus seis botões exepcionalmente fechados e sua gola não deixava transparecer sua pele gélida e absurdamente clara irrevogavelmente conhecida. Seus fios de cabelos negros, curtos e agudamente apontados para todos os lados parecendo furar quem se atrever tocá-los era a única coisa que ficava à amostra. Passos curtos e precisos seguiam seu caminho desejado, e neste mesmo caminho suas mãos estavam dentro do bolso do tal sobretudo, junto à mão direita estava sua varinha, à apalpava como se sua furia de machucar alguém fosse imensa. Realmente, esse era o seu maior querer agora.

Única coisa que se via claramente de longe eram os raios fortes de luz de todas as cores pulando de um lado para o outro, dançando uniformemente pelas vidraças, parecendo fogos de artifícios explodindo entre sí. O reforço que obviamente não era preciso havia chegago e Alice fazia parte dele. Ao seu lado pôde observar seus "amigos" que balançaram a cabeça afirmando a entrada de alguns que alí estavam e novamente Alice estava no meio dos escolhidos, seguiu assim sua meta trassada como havia percebido que seria essencial realizar.

Quando se deu conta Alice já estara envolvida naquele meio dos fogos de artifícios, lembra? Mas sem ser notada pelos adversários. A menina caminhava junto da dança magnífica na qual seu sobretudo insistia em dançar - assim foi indo, até chegar num quartinho onde um garoto já estava caído, morto e provavelmente, assim como a sede de Tiago, mataria a garota do Educandário também. "Cheguei à tempo" pensou rapidamente Alice ao ver que haviam sobras para matar sua fome.


- Deixa! Dela cuido eu. Dizia Alice a Tiago em relação à senhorita Germani.

Alice balançava seu pescoço de uma extremidade a outra e seu rosto de psicopata revelava-se aos poucos por baixo da mascara prateada.
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