Educandário de Magia Monte Pascoal

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 sala do diretor

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Victor Wagner
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MensagemAssunto: sala do diretor   Sab Set 11, 2010 11:03 am

@Set/2025

A Sala da diretoria foi um dos poucos recintos intocados pelo terrível ataque dos Fantasmas. A última vez que Victor estivera naquele local havia sido rebaixado e quase humilhado por um diretor que escondia uma negra realidade por trás de um ar austero. Agora, mais uma vez, entrava ali de cabeça erguida, como o novo velho diretor do Educandário Monte Pascoal.

A poeira tomava conta da sala mal iluminada pelos últimos raios de sol do dia e quando respirou fundo esperando sentir o ar fresco de novos tempos, teve uma pequena crise alérgica de espirros incoercíveis quando o ar saturado de um aposento fechado há meses penetrou-lhe os pulmões.

Espirrando ainda, caminhou até sua mesa de madeira sólida com o brasão das três casas entelhados e viu que um quadro com sua foto havia sido posto sobre ela e a seu lado um pano negro com um bilhete em cima: "Lacre-o."

Na parede, onde as figuras sonolentas dos diretores pendiam, a foto de Dominic Anatolly era o único que o observava com fúria e rancor, quase o ameaçando e blasfemando. Sem muito pensar, cobriu a figura de Anatolly com o pano negro. No mesmo instante, uma luz dourada seguida por um grito agudo de dor irradiou do quadro coberto. Os outros diretores, mantendo suas expressões sonolentas, fizeram um sonoro "SSshhhh".

Victor riu baixo e colocou sua foto ao lado do quadro coberto. Agora tinha duas fotos suas na parede dos diretores do Educandário, separadas por um quadrado escuro, a da direita roncava baixo, a da esquerda mantinha uma pose empertigada, orgulhoso de estar novamente em seu importante caso.


Naquele momento, pensamentos mil confluiam para sua mente: a chegada no Educandário, todos seus altos e baixos na escola, a destruição, a face do mal de Dominic... Suas divagações foram dispersas quando subitamente o ambiente se iluminou... Não havia percebido que a noite havia chegado...

- No escuro, Victor?... Está tudo bem? - seu amigo Bruno Maia havia acendido as luzes da sala com um comando mágico.

- Oh.. Sim.. Sim... Me perdi no tempo de meus pensamentos...

Victor notou que Bruno estava acompanhado por duas figuras que ostentavam o brasão da república em suas vestes.

- O que temos aqui?...

Reconheceu os rostos de seus ex-alunos em um instante.

- Que agradável surpresa. É bom ver que nem todos os frutos do Educandário estão corroídos pelo Anatolly... Bem vindos de volta, aurores do ministério.

Os ex-alunos saudaram com felicidade o diretor e aparentavam estar felizes com o retorno a escola, mesmo com o tenebroso cenário instaurado. E o diretor apontou para a necessidade de suas presenças naquele momento.

- Queridos, os tempos não são bons... Sem Iramohn corremos constante perigo. Os dois anciãos mantinham nossas maiores defesa mágicas, agora somos alvo facil para os fantasmas... Não acredito que iram nos atacar tão cedo, mas em breve retornarão para buscar o que queriam: os artefatos dos fundadores... Precisamos de vocês neste momento para nos ajudar na reconstrução e na proteção da escola.

Victor caminhou até Bruno e colocou a mão sobre seu ombro.

- Bruno, esta noite hospede nossos amigos nos aposentos que ainda nos restam... Amanhã recomeçaremos nosso trabalho...

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Bruno Maia
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MensagemAssunto: Re: sala do diretor   Dom Set 12, 2010 12:36 am

%Setembro, 2025
%17h
%Portões do Educandário


Seus pés pisavam nas pedras que abriam caminho por entre o gramado verde, fazendo barulhos surdos e abafados devido ao seu sapato. Sua capa farfalhava a cada passada de sua perna, açoitada pelo vento forte, e extremamente frio que se abatia sobre ele. Enquanto andava, sentindo o vento força-lo descomunalmente para trás, Bruno ria-se da ronia de estar a tanto tempo dentro do Educandário, mas raramente visitar seus portões.
Era um lugar bonito, e intocado pela recente guerra que sitiara-se por ali. O gramado do caminho estava praticamente intacto, e as pedras também estavam organizadas perfeitamente. O cmainho até o portão era uma pequena subida, com escadas de pedra toscas, intencionalmente dessa maneira, que dava num grande muro de mármore e concreto bruto, aparentemente sólido e intransponível. Acima do muro haviam duas estátuas, suas cabeças decepadas e seus braços desgastados com o vento, a maresia e o tempo.
COm um leve riso no rosto, Bruno pegou de seu bolso a chave pesada feita de ouro envelhecido, mais pesada que sua maleta que carregava para cima e para baixo, em suas aulas. Era uma chave comum, como essas que os trouxas usavam para trancar suas portas, mas parecia ter o peso de um saco de arroz. Era o peso da responsabilidade, um feitiço antigo, feito por Iramohn. E foi pensando em Iramohn que Bruno, tristemente, encostou a chave no muro, e este simplesmente desapareceu, deixando uma portinhola de madeira em seu lugar. Era uma portinhola de roça, daquelas imporvisadas pelos donos dos terrenos, feita de estacas de madeira unidas por um pedaço de barbante. Ali atrás, havia uma figura alta, de cabelos negros e face sisuda, e outra, mais alva e de olhos claros.
Só então Bruno se deu conta do tempo, e de como seus alunos, que ele vira aprenderem a dar seus primeiros passos na magia, haviam crescido e se tornado fortes. Era um daqueles sentimentos de avô, que vê seus netos crescerem, mas mantém um saudosismo besta pelos tempos inocentes e frágeis de outrora.

"Olá... Quanto tempo... Entrem!"

E, com um aperto de mão, cumprimentou cada um. Os alunso entraram, e Bruno fechou o portão, tornando-o um muro sólido novamente. Seus alunos o acompanharam por todo o caminhoa té o educandário. A cada passo que davam, pareciam mais próximos do epicentro de uma catástrofe nuclear. Pedaços demármore, madeira e diversas outras coisas etavam espalhados pelo chão. Um sentimento estranho se abateu sobre ele. Algo como trsteza, não sabia...

"Espero que não reparem a bagunça... Agora, vamos, o diretor os aguarda em sua sala..."


%Setembro, 2025
%18h
%Sala do Diretor


E seguiram para a sala do diretor, subindo pelas escadarias destroçadas e frágeis. Por vezes, um pedaço do reboco do teto caía em algum lado distante, e por duas vezes eles tiveram que parar para avaliar as condições de sustnetação do chão sob seus pés. Por fim, bateram no escritório escuro de Victor, que parecia perdido em pensamentos, em reflexões e em sensações únicas e interiores, mas que estavam estampadas no rosto de todos e de cada um ali dentro.
Após os cumprimentos iniciais, Victor pediu a Bruno que visse os aposentos que restavam para os aurores. Do ataque dos fantasmas, somente poucos aposentos restaram intactos. Um deles era esta sala, o outro o dormitório coletivo dos professores, as torres comunais também haviam se safado, e alguma das salas do quinto andar também estava praticamente inteira.

"VOu providenciar uma sala disponível para vocês, aurores. Se puderem esperar um minutinho..."

Ao sair da sala, seu olhar encontrou com o de Victor. Uma dúvida perpassou seu semblante. Deveriam confiar mais uma vez todos os seus segredos aos aurores?
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