Educandário de Magia Monte Pascoal

Harry Potter RPG Fórum. A magia de HP em terras brasileiras.
 
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 jnsdcsa

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Olavo Rafaelli
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MensagemAssunto: Re: jnsdcsa   Sex Fev 26, 2010 7:26 pm

"Que droga! Não sei como me meti nessa...", era o que Olavo pensava enquanto o sol ardente do Rio de Janeiro flambava sua pele enquanto seguia sua irmã que havia ido até ali para comprar artigos para mais um período de aula.

Carregando algumas sacolas pesadas, o jovem Rafaelli já estava cansado, suado e com sede e fome... Isadora ia a frente incentivando a marcha para a próxima loja, mas ele já não tinha mais pique. Estavam ali desde as 13h e já eram quase 17h...

Isadora acelerou e já estava difícil acompanhá-la em suas passadas largas. Olavo se irritou, fechou o semblante e parou de seguí-la, a deixando sumir naquele fim de tarde.

As festas de fim de ano haviam passado, por isto a rua não estava tão movimentada e isto facilitou para que percebesse um discreto estabelecimento muito parecido com um pub inglês. Vislumbrando as possibilidades etílicas que o aguardavam, Olavo se dirigiu até lá e entrou sorrateiro... na verdade as sacolas que carregava não o deixavam ser tão sorrateiro como pretendia.

O ambiente em estilo rústico europeu estava bem climatizado e logo a sensação térmica de que poderia fritar um nugget no topo de sua cabeça desapareceu. Uma curiosa coleção de bruxos embriagavam-se vagarosamente e o cheiro do alcool era levemente notado no ar. Pareceu-lhe que era o único garoto ali, mas os outros bruxos não se importaram com sua presença... Sentou-se no balcão do bar, onde um rapaz de uns 30 anos chacoalhava um cone metálico, possivelmente preparando algum drinque. Quando o barman terminou seu ritual, despejou o conteúdo em um copo largo e alto. O som pareceu que o copo tinha trincado, mas estava intacto na verdade, e uma nuvem cinza escuro subiu deixando um líquido vermelho florescente em seu interior. O barman deu o copo a um velho bruxo de chapéu pontuado verde escuro, junto, ofereceu um par de luvas térmicas.

- Um fogo de dragão, como pedido...

O homem calçou as luvas e levou o líquido até a boca, despejando todo o conteúdo de uma vez, goela abaixo. Prendeu um arroto fazendo com que diabretes de fumaça fugissem de suas narinas e se dissolvessem no ar. Olavo delirou com a imagem dos diabretes que encenaram uma dancinha no ar antes de sumirem ...

- Moço, eu quero um desse.

O barman o olhou de rabo de olho, sério. E começou a limpar a sujeira que o preparo do fogo de dragão havia deixado

- Pra você só tem suco, refrigerante ou cerveja amanteigada! ... continuando seu trabalho sem dar importância para a figura do garoto.

- Pow cara, eu já sou maior... Eu sei que não pareço mas vou te provar.
Cheio de atitude, Olavo pegou sua carteira e procurou por uma de suas identidades bruxas falsas. A falsificação de uma identidade bruxa é trabalho demorado e árduo. Há uma série de magias e feitiços para serem desfeitos até conseguir alterar um mínimo ponto. Depois deve-se colocar tudo no lugar novamente... Tinha pago uma boa grana naquela falsificação. Seu nome e sua foto estavam como deveriam, mas seu ano de nascimento havia sido ligeiramente alterado.

O barman pegou da mão do rapaz com desconfiança. Analisou com cuidado frente e verso, por fim consentiu:

-Tudo bem... Vou te dar um fogo de dragão... Desculpe pela confusão senhor, é que o senhor realmente não aparenta 18 anos... É que o fogo de dragão quando dado para um bruxo menor de idade provoca uma diárreia que dura 126 dias, 12 horas, 9 minutos e 32 segundos... Por isto a preocupação....

Olavo arregalou os olhos e sentiu um estremecimento percorrer sua espinha. O atendente logo se pôs a colocar uma série de ingredientes em um copo metálico.

"Fedeu!!! ... Que eu faço agora?!?"

- Que azar! a baba de Rabo Córneo acabou... mas tem mais na despensa.. Vou lá pegar. Só um segundo senhor.

Era a deixa para fugir. Assim que o barman deu as costas, Olavo pegou suas sacolas e correu ligeiro para a saída.

Janeiro de 2015.
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Vitória M. Rodrigues
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MensagemAssunto: Re: jnsdcsa   Sab Fev 27, 2010 4:31 pm

    Com a aproximação das aulas eu e minha mãe chegamos ao consenso de que já estava na hora de comprar meu material escolar. Entretanto, ao contrário de todas as outras vezes, ela não iria às compras comigo. Isso porque estava ocupada demais cuidando da doença da minha avó, que se agravara no dia anterior.

    Enfim, às duas horas da tarde eu cheguei ao Saara pela chave de portal que uma velha vizinha bruxa fez o favor de me preparar. Estava no pique para as compras, não havia nada mais fascinante do que material escolar bruxo... Você tinha que ver só, a minha cara no primeiro ano provava muito bem isso.

    Mas logo o passeio tornou-se um inferno, porque o Rio de Janeiro estava tão quente quanto. Quando eu estava dentro das lojas não havia problema, por causa dos feitiços amenizadores de calor. O ruim era quando eu saía. Além da temperatura infernal, havia o fato de eu ser apenas uma garotinha de 15 anos, que estava carregando mil e uma sacolas. Nem tinha pensado nisso quando topei vir comprar o material sozinha.

    Finalmente, às quase 17 horas já havia comprado tudo o que necessitava, então era chegada o momento de voltar à minha querida Brasília. Pena que a chave de portal só entraria em ação dali a meia hora. Bem, para combater o inferno calor carioca, só havia um jeito: entrar em alguma lanchonete e tomar um copo de água bem gelado.

    Fiquei cambaleando na rua por algum tempo até finalmente achar um bar, onde entrei. A atmosfera no lugar era agradável e fresca, dava muito alivio para quem estivera caminhando debaixo daquele sol durante a tarde toda. Aparentemente só havia adultos ali, mas nem liguei. Não era maluca de sair para ir atrás de outra lanchonete e sofrer por causa do sol. Já estava no Bar Carvalho Flamejado, e era ali que eu ficaria até a hora que a chave de portal funcionasse.

    Fui entrando em meio às cadeiras e bêbados. Tentava chegar ao rústico balcão do bar. Ouvi uns marmanjos assobiarem para mim e falarem coisas do tipo: “E aí, gracinha?”. Fiz questão de ignorar. Não sei o que é pior, passar por uma construção ou tomar água em um bar bruxo.

    Quando estava mais ou menos perto do balcão, senti algo se chocando contra meu corpo. Quase caí por cima de uma criança emburrada, que estava às lagrimas para ir para casa. O esbarrão me irritou.

    - Porra! – Não sou de falar palavrão, mas naquele momento deixei um escapar.

    Ajoelhei-me para pegar as sacolas que tinha deixado cair ao tomar as providências para evitar a queda. Tomara que a pessoa me ajudasse, mas eu sabia que era quase impossível. Ninguém ali era cavalheiro.
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Victor Wagner
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MensagemAssunto: Re: jnsdcsa   Sab Fev 27, 2010 10:00 pm


Após ter encontrado com Isadora no Boitatá, Victor sabia exatamente onde ir para encontrar o desaparecido Olavinho. Desceram a rua em ritmo acelerado e em menos de um minuto vislumbraram o Carvalho Flamejante.

- É ali... - Victor apontou, mantendo a marcha acelerada. Isa vinha em seu encalço algo ofegante.

Quando ele abriu a porta do bar bruxo, levou um encontrão com o desaparecido. A força do choque foi tão intensa que acabou por lançá-lo ao chão junto com o rapaz. Como se fosse uma reação em cadeia, um palavrão deixava a boca de uma de suas alunas que curiosamente também estava no bar. Todos no bar olharam para ela enquanto Victor se levantava batendo o pó pronto para repreendê-la. Olavo continuava ao chão com um ar aflito e Isadora começa a bronquear com seu irmão quando o garçom a interrompeu:

- Oh, Moço! Seu Fogo de dragão!!!

- Fogo de Dragão?!? - falaram em uníssomo Victor e Isadora, um olhando para o outro quase sem acreditar.

O rosto do rapaz enrubeceu. Vitória percebeu que era uma boa hora para sair, mas sua discreta fuga foi interrompida quando seu professor puxou a varinha e imobilizou a mocinha.

- Quem quer começar a dar as explicações?
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MensagemAssunto: Re: jnsdcsa   Dom Fev 28, 2010 9:25 am

Um péssimo dia que escolhi para ir as compras. O suor corria por minha face e meu rosto brilhoso denunciava o desconforto com a senação térmica. Olhei a lista de materiais pela milésima vez e graças ao suor que empapava minha mão, eu não conseguia saber se o caldeirão para a aula de alquimia era de 17 ou 11cm de diametro.... "A vendedora deve saber, afinal todo mundo deve estar comprando o material escolar por esses dias..."

Ao passar em frente ao Carvalho Flamejante, famoso bar bruxo por suas confusões e fofocalhadas, algo chamou minha atenção. Um imenso palavrão foi ouvido de onde eu estava, do outro lado da rua. As pessoas olharam curiosas mas continuaram seus trajetos normalmente. Era comum este tipo de coisa no Carvalho... mas não era comum na minha concepção. Curiosa, atravessei a rua para dar uma espiadela dentro do bar.

Uma cortininha cafona cobria a metade inferior da vitrine, por isso tive que ficar na pontinha dos pés para ver melhor. Quase me desequilibriu com a imagem do professor Victor ao chão e da professora Isadora ralhando com um rapaz. Uma limpadinha no embaçado vidro deu para perceber que o rapaz era o irmão dela, aluno da cedro... Claro que eu não poderia perder o espetáculo e naquele momento amei mais minha mãe por ter me obrigado a fazer balé desde os 3 anos de idade, seria moleza ficar na pontinha dos pés vendo tudo.

Mais uma vez, quase encontrei o chão quando professor Victor, assim que levantou do chão, imobilizou magicamente uma garota que tentava escapar discretamente...

- Vi..Vi.. Vitória!!!! - Tapei a boca para não gritar. Vitória também era aluna da Pau-Brasil, como eu... "Victor vai querer tirar pontos nossos... Vamos começar o ano negativos..."

De qualquer forma, agora, mais do que nunca, eu tinha que ver como o espetáculo acabaria.

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Isadora Rafaelli
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MensagemAssunto: Re: jnsdcsa   Dom Fev 28, 2010 2:54 pm

"~Oh nom... Fogo de Dragão?!?

Descia a rua, acelerada, seguindo Victor... "Mas como esse moleque sumiu assim, sem mais nem menos..."

Desde a morte de seus pais, Isadora tinha um cuidado excessivo com seu irmão. Sabia que não poderia ser assim, que aquilo só trazia malefícios a formação de Olavinho... Mas não conseguia ser diferente.

Vitor apontou o Carvalho Flamejante e entraram quase que no mesmo instante. Olavinho estava lá. Isadora suspirou fundo expurgando toda a preocupação de seus pulmões e até segurou uma semi-risada quando Victor foi ao chão por conta do encontrão que deu em Olavo... Só quando notou o rosto de seu irmão, reparou que algo havia de errado... Olavinho estava preocupado e tenso. Olhava para o balcão de atendimento a cada instante. Isadora tentava adivinhar o que era, mas um palavrão a fez se distrari e esquecer momentaneamente o seu irmão.

- Vitória!!!! Mas que boca suja é esta... A Pau-Brasil não está te ensinando modos, menina?

Foi quando sua atenção novamente se desviou para o balcão... O garçom veio com uma caneca repleta de um líquido vermelho florescente, fumegando e borbulhando.

- Seu fogo de dragão...

- Fogo de Dragão?!?... Olavinho você não tem idade para tomar fogo de dragão... Que história é essa? ...

E voltou sua fúria para o pobre atendente: -Eu vou mandar o Ministério fechar essa espelunca, como assim vender bebida alccólica para uma criança... Ele mal tem 15 anos...

- 15 anos... Ah não tem 15 anos não, senhora! .. Ele me mostrou uma identidade com 18 anos...

De súbito, entendendo o que havia se passado, os olhos do atendente se inflamaram..

-Ah seu moleque... Tentando me enganar com uma identidade falsa, né?... Vou te mostrar o que acontece com quem tenta me passar a perna...

O rapaz pulou o balcão e partiu para cima de Olavinho. Foi nessa hora que Victor proferiu um Imobillus, não era destinado ao rapaz, mas como ele estava muito proximo de Vitória e o feitiço foi bastante poderoso, ele acabou imobilizado também... Agora todos aguardavam explicações...

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Olavo Rafaelli
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MensagemAssunto: Re: jnsdcsa   Dom Fev 28, 2010 9:19 pm

"Para que eu fui pedir Fogo de Dragão?... Olha a confusão que me meti..."

O Fogo de Dragão é uma bebida muito consumida por bruxos que querem se embrigar de uma vez só. Consta de seus ingredientes uma mistura de teor altamente alcóolico e saliva de dragão. Se menores de idade tomarem esta mistura, uma diarreia crônica e analmente ardente afetará o consumidor. Este foi o motivo pelo qual Olavo Rafaelli fugiu de seu copo semi-preparado de Fogo de Dragão, porém sua tentativa de fuga foi frustada pelo corpo magricelo de Victor Wagner que se colocou como um poste bem em seu caminho.

- OUCH!!!... Foi o som que fez ao lançar o professor no chão..

"Fedeu!!!"... Foi seu pensamento quando notou quem estava no chão. Agora não importava, tinha que sair dali o mais rápido possível. Já ouvira muitas vezes a reputação desses barmen dos bares bruxos... "Quando ele souber que a identidade que apresentei é falsa vai querer me estrangular..."

- Oh, Moço! Seu Fogo de dragão!!!

- Fogo de Dragão?!?

Tarde demais. Agora não tinha mais como correr... Sem mais nem menos Olavo viu o bar pular o balcão vindo feroz em sua direção. Se não fosse sua irmã, ele com certeza teria um olho roxo nessa altura...

- Calma... Calma... Eu não fiz nada... - tentava explicar - Eu só estava testando se a segurança aqui é de primeira como dizem... Ouvi dizer que nenhum menor de idade encosta a boca em um copo com alcóol aqui... só estava verificando se era verdade... eu não mostrei identidade falsa, ele que se confundiu quando viu... tava tão atarefado coitado...

-Coitado vai ficar você quando eu terminar com sua cara... - remendou o barman.

Olavo não percebeu como nem por quê, mas reconheceu uma outra aluna do Educandário que tinha sido imobilizada por Victor...

- Ela viu... - apontou para Vitória - conta para eles... não é verdade?!?...
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Vitória M. Rodrigues
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MensagemAssunto: Re: jnsdcsa   Qui Mar 04, 2010 9:19 pm

    Sério, parece que só acontecem coisas ruins comigo. Primeiro, nasci trouxa (não que isso seja um problema, claro que não é, mas acredite: é horrível ser perseguida por nazistas... digo, por fantasmas). Segundo, alguém colide comigo e me ouve falando um palavrão... Normalmente eu não me incomodaria, mas devo ressaltar que o tal sujeito era um dos meus professores, saca? E depois, ele não era o único do corpo docente que estava no local: titia Isadora também estava ali. ótimo! pensei com ironia.

    - Vitória!!!! Mas que boca suja é esta... A Pau-Brasil não está te ensinando modos, menina?

    Minhas orelhas avermelharam. É muito estranho encontrar professores fora da escola, e mais estranho ainda é ouvi-los reclamando por causa de um palavrão.

    Mas Isadora parecia ter coisas mais importantes com as quais reclamar... Ao que parecia, meu colega de série, Olavo, (o carinha que esbarrou no professor e o fez quase cair em cima de mim), estava em uma baita encrenca. Pelo visto, o rapaz havia pedido uma bebida alcoólica proibida para menores e, arrependido, resolvera sair correndo do bar. Ai céus, quanta imaturidade!

    Uma pequena confusão se instalava no Carvalho Flamejante. Todos olhavam para nós quatro, embora eu estivesse completamente deslocada naquele meio. Bem, pelo menos eu não tinha nada a ver com aquilo e poderia simplesmente sair de fininho para pedir minha água a qualquer outro atendente.

    Já estava andando para o lado sem pretender falar com Olavo ou com os professores, quando o moço resolveu me meter na confusão. Era só o que faltava...

    - Ela viu... conta para eles... não é verdade?!?...

    Dá licença, o que diabos eu teria visto? Nem tinha ouvido direito o que eles estavam conversando, portanto não sabia do que ele estava falando. Senti vontade de exteriorizar toda a minha frustração, mas eu não ganharia nada com aquilo. E o coitado do rapaz nunca me fizera nenhuma mal, e nem parecia um doente da cabeça. Tá, fiquei com um pouco de pena até.

    - É verdade sim, eu vi tudo – menti deslavadamente.

    Eu deveria ter saído dali o quanto antes após ter proferido essa frase, mas fiquei lá. A questão é que a confusão conseguira prender a minha curiosidade. Sou curiosa, digomesmohumpf.
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Isadora Rafaelli
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MensagemAssunto: jnsdcsa   Sab Mar 06, 2010 11:04 am

.~ Todos são culpados até que se prove o contrário

Até aquele momento, nada havia convencido Isadora da inocência de seu irmão. Ela o conhecia muito bem, o protegia em demasia, mas não poderia deixar aquela situação em branco... Não com aquela ausência de explicação e, principalmente porque Victor, um dos principais professores do Educandário, estava ali.

- Olavo e Vitória, eu não aguento mais tanto falatório... Vocês estão encrencados mocinhos. Eu te conheço muito bem, Olavo, e sei do que você é capaz... Me dá agora sua carteira... - estendeu a mão de maneira ríspida.

Olavo tentou contra-argumentar algo, mas ela fez somente um "Ssshiiiuuu" e sacolejou a mão reforçando seu pedido anterior. Desta vez, Olavo passou a carteira a sua irmã. Victor observava tudo de braços cruzados. Os feitiços imobilizatórios já haviam cedidos e os temparamentos já estavam um pouco mais calmos.

- O que temos aqui... hummm... uma, duas, três identidades!!!! O-LA-VO!!!!...

Resumindo todo o desfecho da história, choros e reclamações se estenderam por horas a fio. Victor pediu desculpas por toda a confusão no bar. Olavo e Vitória ganharam uma detenção antes mesmo de começar o ano e... Viviane Lisboa, assistiu a tudo sem sequer ser notada... era o que pensava, pelo menos.

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