Educandário de Magia Monte Pascoal

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Merlin

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MensagemAssunto: salao principal   Sab Mar 06, 2010 4:21 pm

Fev/2025

O mês de Janeiro chegou ao fim e após o término do Carnaval de 2025, os alunos do Educandário de Magia Monte Pascoal lotavam as Barcas que ligava a Praça XV, no Rio de Janeiro a St. Sossego, o vilarejo bruxo onde a escola era vizinha. Após seu sobrevôo habital sobre as águas do Atlântico, as Barcas chegaram a Santo Sossego e, escoltados por meia dúzia de Bruxos que zelavam pela segurança de seus filhos, os alunos fizeram a pé o pequeno trajeto que daria nos portões da escola.

O salão principal estava decorado como o habitual, com as cores das três casas espalhadas por todo o canto e os alunos veteranos logo correram para pegar seus assentos preferidos. No EMMP, não havia divisão das mesas por casas, mas sim por afinidade e era possível você ver Jacarandenses tendo refeições com Cedrinos e Pau-Brasilianos de forma harmônica e pacífica.

Os alunos do primeiro ano mantiveram-se em pé, como orientados nas barcas, e em poucos minutos a mesa dos professores foi preenchida até, por fim, chegarem as duas tartarugas anciães que iniciariam as honras da casa.

Iramohn, o sábio começou seu discurso em uma voz arrastada e quase sonolenta:

- Crianças e professores... Tempos difícies são esses que passamos no Educandário. A escuridão parece estar a espreita de nós a cada sombra, a cada curva, em cada armário empoeirado... Mas nessas trevas, nós, alunos e funcionários do Educandário Monte Pascoal, lutaremos... lutaremos com a esperança que a luz que hoje não vemos possa brilhar para nossos filhos e netos... lutaremos para mantermos os alicerces de nossa educação, ética e dignidade... lutaremos a fim de transformarmos nosso mundo em um lugar saudável e pacífico para nossos semelhantes... Agora, a nossa querida Caiári que inicie a seleção dos alunos.

Caiári, um pouco mais ágil que Iramohn, trouxe debaixo do braço uma listagem com os nomes dos alunos primeiristas. Começou a ler um por um, e assim que os alunos se apresentavam ela os direcionavam para suas respectivas casas abaixo de uma guerra de aplausos e vaias amigáveis. Logo após o término da seleção, com todos os alunos sentados, Iramohn retomou a palavra

- Solicito a todos, agora, que se levantem para cantarmos o Hino de nossa amada instituição...

Uma marcha musical começou a bradar no ambiente e os alunos e professores, alguns com a mão direita no coração cantaram em uníssomo:

“Do Monte que viu Cabral,
Da Bela Dama sem igual,
Do Astrônomo imparcial,
Do Sangrento que lutou por terras
Onde hoje vemos o Monte Pascoal.

Ó Monte Pascoal,
Com seus conhecimentos,
Bruxos iremos nos tornar
Sem medo de aparatar,
Sem receio de varinha usar.

Com seus conhecimentos,
Agradecidos sempre ficaremos
E saudosos lembraremos
Dos tempos sem igual,
Que passamos no Glorioso Monte Pascoal"


Assim que o Hino terminou, comidas e bebidas afloraram nas mesas e todos alunos sabiam exatamente o que era preciso ser feito com tantas delícias.
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Isadora Rafaelli
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MensagemAssunto: Re: salao principal   Sab Mar 06, 2010 6:01 pm

*~Quem está com problemas agora?

Depois de toda a tensão e vergonha pré-aulas que Isadora passou no Carvalho Flamejante graças ao seu irmão e uma aluna da Pau-Brasil, ela tinha decidido dar uma pequena e boa punição a eles. Para isto os aguardou na Estação das Barcas de Santo Sossego e quando a manada de alunos desembarcava e recebia as instruções para irem ao Educandário, Isadora logo viu seu querido e amado irmão.

- Olavo!!! Vem aqui...

O rapaz estava em um importante debate sobre a legalidade do último gol que deu a vitória ao Flumianjos na decisão carioca de quadribrol e não se importou com o chamado.

- Agora, Olavo!!!

Vitória irritada sacudiu sua varinha e foi como se cordas mágicas saíssem de sua ponta e laçassem seu irmão. Com um puxão, Olavo estava diante dela. Os outros alunos riram com a cena e Olavo ficou corado e com vergonha.

- Olhe, pirralho... Eu sou sua irmã fora do Educandário. Aqui dentro sou sua professora e quero que me trate como tal, entendeu?...

Olavo ia reclamar, mas ela pôs um fim na história: - Eu não quero mais um pio, seu!

Continuou sua busca na multidão de alunos, eram muitos, "mas ela com certeza está aqui...ali ela..."

- Vitória!!!.... Vitória!!!... Por Favor!!!!

Diferente de seu colega de confusões, Vitória veio rápido.

- Escute bem vocês dois... Por conta da gracinha dos senhores no Carvalho Flamejante, vocês estão de detenção e só vão sair quando eu assim quiser, entenderam?... Ao chegarem ao Educandário, procurem o elfo doméstico responsável pelo banquete. Os senhores irão participar do banquete de uma forma um tanto inusitada... Compreenderam?


Os dois assentiram sem muitas queixas e Isadora os liberou... Agora ela aguardaria os alunos se agruparem para os acompanhar até o Educandário. Lembrou que em seu tempo, somente era necessário um funcionário para guiá-los ao castelo. Agora tinham seis bruxos adultos, incluindo ela, para a escolta. "Tempos amargos..."


Caminharam em uma velocidade boa até o Educandário. Era visível a ansiedade dos calouros e a surpresa com a grandiosidade do castelo que já poderia ser visto a meia distância dos terrenos da escola. Isadora adiantou-se ao grupo para avisar aos professores sobre a chegada dos alunos e quando os alunos apontaram nos jardins de entrada ela fez um gesto para que se apressassem.

- Os primeiristas aguardem em pé, por favor. O restante sentem-se... Fiquem tranquilos, crianças!!! Há lugar para todos...

Em poucos minutos todos estavam acomodados e Isadora foi ao seu lugar, na mesa dos professores. Iramohn, por fim, entrou e começou a cerimônia de abertura de Ano... Aquele prometia ser um ano de muito trabalho, já com duas detenções em andamento Isadora se preocupava com o futuro do aluno mais querido, seu irmão.

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Viviane Lisboa
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MensagemAssunto: Re: salao principal   Dom Mar 07, 2010 8:30 am

O início das aulas, eu pensava que este dia nunca chegaria. Era tão bom estar de volta... Este seria meu último ano no Educandário e tudo que eu deixei para fazer na última hora teria que ser feito neste ano... Assim que cheguei no salão, sentei-me em uma mesa redonda onde havia um grupo de alunos do sétimo ano. Depois da seleção e do Hino, o jantar foi servido e entre uma torta de frango e uma carne assada, falávamos dos planos do quadribol e das aulas daquele ano... Ao terminar um copo com suco de abóbora, lembrei dos dois alunos que foram pegos no Rio de Janeiro... "Onde eles estão?"... Procurei por todo salão e não vi nem sombra dos dois foi quando uma de minhas amigas notou que eu estava alheia ao fervoroso assunto sobre o ataque dos tronquilhos aos fabricantes de varinha em São Paulo...

- Vi, que foi?... Procurando alguém?..

Enrubeci, na verdade estava sim, mas não queria mencionar... até porque não queria que houvesse piadinhas com meu nome.

- Nada não... é que pensei que um amigo da família tinha entrado neste ano, mas não o vi por aqui... não deve ter vindo para cá...

E retornei minha atenção para o assunto da mesa, que nesta altura versava sobre a horrível cor do esmalte de Belarmina Santiago, aluna do quarto ano da Pau-Brasil...Após boas risadas e comentários diversos, a conversa chegou no ponto que eu não esperava e que muito me interessava, a detenção dos alunos do quinto ano por causa de uma confusão no bar.

- Ouvi dizer que Vitória Rodrigues, do quinto ano, mandou a Professora Isadora ir a merda... - revolou uma das meninas

- Não acredito!!!... - emendou outra - ... E o Olavo também? ...

- Pelo que me disseram foi o Olavo quem mandou ela disser isto... Rola um sentimento ali, sabe?... a menina é bobinha e se deu mal...

"Que maravilha!!!... Uma mesa cheia de adolescentes fofoqueiras com os hormônios a flor da pele!!!", suspirei em pensamentos, mas dei corda ao assunto:

- Que absurdo!!! E vai me dizer que a professora deixou tudo assim sem mais nem menos?...

- Nada, boba... - Logo uma língua afiada começou a desembuchar tudo que sabia - ... Isadora não deixou eles participarem do banquete... e tem mais, eles tão cumprindo detenção na cozinha... um elfo doméstico amigo meu me disse que eles tão lavando a louça suja... e foram impedidos de comer... - todos caíram na gargalhada.

" Coitados... devem estar famintos... vou ver o que posso fazer.. Já tenho toda a informação que preciso saber..."

Naqueles anos de Educandário fora poucas vezes que eu havia visitado a cozinha, mas sabia bem onde ficava... o caminho até a masmorras era tranquilo, muito raramente se via alguém, mas em dias de festas não sabia bem como seria...

- Com licença, meninas... Acho que tomei muito suco de abóbora, vou ao banheiro...

- Pera Vi, vou contigo... Tava esperando alguém para ir também...

"Droga!!! Como vou me livrar dessa mala?"....

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Romano Escobar
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MensagemAssunto: Re: salao principal   Seg Mar 08, 2010 7:36 pm

@Fev/2025
@Post Anterior: -


Lá estava eu em mais um ano no Educandário. Tudo iria recomeçar, toda a tensão, o medo rondando no ar, os olhares de desconfiança... tremi discretamente enquanto pensava nisto tudo... No salão, o Hino ecoava colocando-me em um estado de semi-transe que só foi quebrado com o surgimento das comidas sobre a mesa.

Havia-me sentido com os rapazes do time de quadribol de minha casa e, obviamente, estavam falando do jogo de quadribol do campeonato carioca. Acabei me entretendo com eles, ao falar da péssima atuação da goleira dos flamagics... Entre um copo de cerveja amanteigada e outro, com Pablo em meus pensamentos, me atormentando mais uma vez, percebi uma movimentação estranha em uma mesa ao meu lado, onde estavam alunas do último ano... Alguém fez um comentário sobre a situação: " As peruas tão atacadas hoje..." e a maioria riu da piada, porém aguçei meus ouvidos e captei algumas palavras soltas... "Fantasma... Banheiro do primeiro andar"... Logo associei ao grupo que há muito atormentava não só o educandário e com um impulso impensado, levantei para ir ao banheiro...

@Próximo Post: Banheiro Feminino
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Bruno Maia
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MensagemAssunto: Re: salao principal   Sab Mar 13, 2010 8:09 pm


°°Banquete de abertura°°

    Bruno estava agora alisando seu anel dourado muito simples, mas que carregava consigo vários anos de árduo trabalho mágico. Podia novamente, depois de muito tempo, sentir a maciez da cama na qual estava sentado, e sentir o brilho incandescente no fundo de sua retina, provocado pelo sol que entrava por sua janela aberta. Lá fora, o sol brilhava intensamente, lançando nas copas das árvores um brilho muito bonito, o qual Bruno sempre admirara, desde a primeira vez que explorara aquele lugar, como leopardo. Ainda não testara suas habilidades de animagia, mas certamente algo mudaria. Talvez até mesmo a perdesse.
    Suas mãos fechavam de ira ao pensar na causa de tudo aquilo. Aquele brilho macabro que o fitava por baixo de uma máscara. Mas Bruno não se lembrava de nada. Não vira o dono de tão maléfico olhar. Tudo o que se lembrava era a sede de sangue que transpassava a brancura avermelhada dos olhos furiosos numa imensidão de probabilidades que era a face de seu assassino. O mesmo assassino de seu irmão. O chefe dos fantasmas.
    Meneando bruscamente a cabeça, lembrou-se que este era assunto extremamente proibido, e lembrou-se do fantasma que o advertira para não dar nenhum indício de que lembrasse algo. Era angustiante saber da verdade, mas não ter boca para dizê-la. E mesmo que sua boca estivesse destapada, como um velhaco esquecido, Bruno não se lembrava da face mais importante de sua vida. Amargurado, desceu para auxiliar o pessoal com as barcas dos novos alunos que chegavam ao EMMP.
    (...)
    Como sempre, Bruno estava com dores de cabeça. As barcas transcorreram sem grandes problemas, ou pelo menos sem problemas aparentes, uma vez que a cara da professora Rafaelli não era das melhores. Felizmente, Bruno ficara com um grupo razoavelmente comportado, e, de cara, ameaçou-lhes pendurar de cabeça para baixo na torre mais alta por toda a noite. Após certo olhar de pânico, seguiram todos extremamente silenciosos por todo o caminho até o Educandário. Agora, todos cantavam o hino da escola, o qual Bruno adorava. Era estranho ainda sentir alguns olhares curiosos ao vê-lo. Não era para menos. Passara bons anos como um espectro errante pela escola. Agora, estava de volta em pele e osso. A aparência dele mudara, pois Bruno não conseguira recriar exatamente o que era antes. Mentira absurda: aproveitara a oportunidade para modificar alguns detalhes de sua aparência que sempre o incomodaram.
    O que mais o preocupava, no entanto, não era o banquete, seu anel mágico ou os novos alunos, mas o discurso de Iramohn. Bruno sabia perfeitamente do que ele estava falando com tempos difíceis. Significava que os fantasmas espreitavam como sombras as frestas do Educandário. Bruno podia sentir como um cheiro inebriante no ar uma batalha próxima. E não seria uma batalha qualquer. Sentia que as bases do EMMP estariam, em breve, submetidas a uma dura prova de fogo. Ou melhor, de mágica. Os que não estivessem prontos sofreriam sérios problemas. Era hora de se armar. Era hora de lutar. Bruno nunca esteve tão pronto.

Citação :
Sorry my late...
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Bruno Maia
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MensagemAssunto: Re: salao principal   Seg Mar 29, 2010 8:52 pm

Passeio a St. Sossego
    Bruno havia descido para o salão cedo naquela manhã. Sob sua forma fantasma, passou a noite intera fazendo a ronda da escola numa extrema monotonia, pois absolutamente nada acontecera. Às vezes, Bruno desejava que alguns alunos se rebelassem, para que houvesse um pouco de ação.
    Já estava no meio das escadas quando percebeu que estava translúcido e incorpóreo, e somente porque um aluninho da Pau-Brasil passou por ele dizendo:

    ”Ei, professor, o senhor está branco de susto, aconteceu alguma coisa?”

    Bruno riu e deu meia volta, retornando ao seu dormitório particular. Alguns minutos depois, ele estava de volta, dessa vez de sapatos, calças e blusão preto com riscas de giz. Após o longo e estranho processo de corporificação de seu portal de Ísis, caminhava rumo ao tumultuado salão principal.
    Ao chegar lá, como sempre atrasado, ele deparou-se com um Victor e uma Isadora tomados e atarefados com os alunos.

    ”Desculpa, pessoal.”

    E, então, com um grito muito alto, chamou a atenção dos alunos da Pau-Brasil. Alguns alunos mais comportados pararam, outros continuaram na algazarra. Adepto dos métodos não-ortodoxos, Bruno lançou bem uns quinze “Silencio” e uns três “Travalingua”. Um aluno foi pendurado no teto pelo tornozelo, enquanto Bruno forçava seus alunos a organizarem uma fila.

    ”Atenção alunos da Pau-Brasil. Nós vamos passar o fim de semana indo para St. Sossego. Nesse primeiro dia, viemos passar as instruções, mas nos próximos dias, não haverá mais isso, entendido? Primeiramente: nós iremos para lá no Frescão Bruxo. Espero que os alunos mais velhos conheçam o ônibus, já que é matéria de transporte bruxo! Enfim, vocês, mais velhos, ficarão encarregados de apresentarem o frescão bruxo aos mais novos, entendidos? Cada um ficará com um grupo de calouros. Nos próximos dias, VOCÊS ficarão responsáveis por levá-los até St. Sossego, entendido? AI de quem descumprir esta ordem! Sem mais, vamos ao portão!”

    Então, juntou-se a Victor e Isadora, cada qual havia dado sua instrução para sua casa. Trocaram um olhar significativo ao passar pelo “querido” diretor Dominic. Em St. Sossego, ele não poderia interromper sua reunião.

    ”Que tal o chamarmos de Bambi? Ou Barney? Já que não podemos falar seu nome...”

    E Bruno lembrou-se, com um frio na espinha, apesar da tentativa de dar bom humor à conversa... “Aquele-que-não-deve-ser-nomeado”.


Citação :
Então, pessoal, antes de postar livremente em St. Sossego, postem aqui, estamos reunindo o ‘rebanho’ para poder ir. Aqueles alunos de sétimo ano deverão mostrar aos do sexto e quinto como é o frescão.
Quem é do sexto, deverá postar algum aluno o mostrando o ônibus.
Para quem não se lembra(ou não sabe) o frescão é um ônibus todo maltrapilho, velho e se despencando que aparece para os bruxos perdidos. Mas só para quem o conhece. Para chamá-lo, basta imaginá-lo, OK? Wink
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Isadora Rafaelli
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MensagemAssunto: Re: salao principal   Ter Mar 30, 2010 7:44 pm

*~Sossego?... Pra quem?

A visita até Sto. Sossego era evento esperado por muitos. Uma chance de se livrar dos afazares rotineiros e da sequência dos pesados estudos da escola.

Como acontecia com todas as visitas da vila bruxa, o chão do salão principal já estava invisível, coberto pelas capas dos uniformes dos alunos que ia até próximo de seus pés. Difícil era definir quem pertencia a qual casa, diante de tantos estudantes... mas ela, um pouco irritada por ter levantado tão cedo e com uma finíssima dor de cabeça que a deixava sensível a qualquer coisa, levantou sua varinha lançando um pericullum para o alto e chamando a atenção dos alunos. Colocando, então, a ponta da sua varinha sobre a garganta, fez sua voz ecoar no salão lotado.

- Cedrinos, não os chamarei novamente!!!.. Aqui na minha frente A-GO-RA!!!!

Os alunos da Cedro logo se amontoaram ao redor da professora, porém o burburinho de suas vozes enchiam a cabeça de Isadora como um enxame de abelhas em época de acasalamento.

- SILEEENNNCIOOO ...

Não... Não foi uma magia, foi um grito de desespero... pelo menos seus alunos se calaram.

- Muito obrigada! Muito bem, vocês vão ir a Santo Sossego no frescão bruxo... Sim, eu sei que vocês queriam um helicóptero ou um jatinho bruxo, mas é o meio de transporte que dispomos... Durante a visita, os alunos mais velhos respondem pelos mais novos e os monitores, por todos. Isto não é uma ditadura, mas quero que respeitem a hierarquia... Alunos desobedientes estarão em detenção... Agora todos em fila, uma para cada ano... vão com calma até o ônibus... Monitores, orientem a formação das filas, sim...

E assim os alunos, formaram as três filas e por fim embarcaram rumo a St. Sossego.

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Olavo Rafaelli
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MensagemAssunto: Re: salao principal   Ter Mar 30, 2010 8:28 pm

"TRIIIIIMMMMM...."

O relógio ao lado da cabeceira de Olavo despertou bem cedinho naquele dia e em uma fração de segundos Olavo estava no banho cantarolando...

- YUUHHUUU!!! Um fim de semana sem ter que me preocupar com dever de casa.... Eu vou, eu vou, pro meu sossego eu vou.. laralalala.. laralalala.. eu vou, eu vou... YUHHUUU...

Assim que estava arrumado, Olavo escorregou pelos corrimões da escadaria e encontrou seus pares no salão principal.

- Cara, a única coisa que não presta nesta visita e o ônibus... Cara, que nojo aquele frescão.. tem doritos espalhados em tudo quanto e canto, fora o cheiro de vômito adormecido...

A conversa foi interrompida por um clarão vermelho que chamou a atenção de todos e a voz reverberosa de sua irmã chamando todos os alunos da Cedro.

- Ih!! Tem alguém irritada hoje... - Olavo falou rindo enquanto um estrondoso silencio ecoou fundo na sua caixa craniana trazendo um tanto de dor a seus miolos... Teve então que se calar de vez para ouvir as instruções de sua irmã.

"... Durante a visita, os alunos mais velhos respondem pelos mais novos e os monitores, por todos. Isto não é uma ditadura, mas quero que respeitem a hierarquia... Alunos desobedientes estarão em detenção... Agora todos em fila, uma para cada ano... vão com calma até o ônibus... Monitores, orientem a formação das filas, sim..."

- Ah Tá!!.. Ótimo... Agora eu vou ter que ser babá desse bando de marmanjo... Muito bem, seus bandos de cabeças-de-vento... Todo mundo em fila de acordo com seu ano... sem bagunça... não vou ganhar detenção por conta de vocês...
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Victor Wagner
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MensagemAssunto: Re: salao principal   Qua Mar 31, 2010 10:55 pm

#Abril/2025
#Salão Principal - Visita a St. Sossego


Victor havia aguardado o day-off dos alunos com certa ansiedade. Desde que seus planos de reabertura do clube de duelos foram ao chão, e sua reunião nem um pouco secreto fora arruinada, ele juntava idéias para tentar reorganizar aquilo que havia se proposto a fazer desde que abandonara o submundo do quadribol alemão: levar uma vida digna.

Naqueles tempos, dignidade para ele significa educar seus pupilos nas artes da defesa mágica, dentro dos conceitos de honradez e amizade... Porém, seu objetivo fora ligeiramente tolhido pelo Diretor Anatolly.

Enfim, a visita a St. Sossego era a oportunidade que esperava para encontrar-se com seus aliados, longe das paredes audíveis do educandário... longe de intrigas e taboos...

Já não era tão rígido como costumava ser quando foi o diretor, mas os seus alunos sabiam exatamente quando tinham que respeitá-lo e entendiam bem o significado de cada olhar de Victor. E aquele momento, frente aos outros alunos do Educandário e aos outros diretores de Casas, era justamente um desses em que Victor exigia disciplina e punia com severidade os infratores. Sabendo disto, seus alunos logo se aproximaram quando ele surgiu no salão.

- Bom meninos, bom dia... Espero que aproveitem a visita deste fim de semana. Vocês sabem exatamente o que podem ou não fazer... Não quero ninguém metido em confusão... Quaisquer problemas no vilarejo, acionem um dos monitores..

Neste momento um estranho e barulhento ônibus parou na porta do castelo. Uma buzina que arranhava a audição ressoou no salão principal. Os alunos da Pau-Brasil já estam enfileirados aguardando o embarque... Olavo, da Cedro, organizava seus colegas de casa... e Victor apenas solicitou uma única vez para ser atendido:

- Por favor, crianças. De forma ordeira, dirijam-se a seus lugares.

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Viviane Lisboa
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MensagemAssunto: Re: salao principal   Qui Abr 01, 2010 8:10 pm

Finalmente me tornei monitora do Sétimo Ano... sabia muito bem qual seria meu papel nos passeios, bem como nas outras tarefas que exigiam supervisão dos alunos... Professor Bruno era muito exigente nas atuações de seus monitores e ela não decepcionaria seu mestre preferido.

Estava no salão, cercada por alunos de todas as casas e anos. Podia sentir toda a agitação que um fim de semana longe da escola causava. Poucos meses do início das aulas haviam se passado e aquela seria a primeira chance de respirar um pouco de diversão.

Quando o professor chegou, exigiu logo atenção, mas alguns alunos mais exaltados não se importaram, o provocando e o fazendo destribuir azarações sobre seus alunos. Quando um travalínguas acertou em cheio uma amiga sua e eu cheguei a ensaiar uma risadinha, mas desfiz minha empolgação com medo de ser a próxima vítima.

Após ouvir as orientações do meu mestre querido, comecei a dividir a Pau-Brasil em grupos e fiquei com um cinco pequenos do quinto ano da Pau-Brasil. Enquanto atravessamos o salão principal, indo para fora, onde o ônibus nos esperava, conversamos a respeito do meio de transporte que pegaríamos.

- Fofinhos, vamos até o frescão... Alguém aqui ainda nunca andou de frescão?

Três alunos levantaram a mão curiosos a respeito do que seria esse tal "Frescão".

-... Muito bem. O frescão é um ônibus muito utilizados por bruxos que não sabem ou não podem aparatar... mas muitos outros bruxos também o usam, por N's motivos...


Assim que chegaram aos portões do castelo, Orientei como embarcar no frescão...

- Queridos, imaginem um ônibus velho e esquisito...e este o nosso meio de transporte... Fechem os olhos e os abram lentamente...

E fazendo o que fora dito, o ônibus surgiu na frente deles buzinando e explodindo uma densa e negra fumaça por seu cano de descarga... Um dos alunos sobre sua supervisão, ao ver o estado do ônibus, questionou:

- Quem imaginou esta porcaria?...

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Bruno Maia
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MensagemAssunto: Re: salao principal   Qua Abr 21, 2010 8:12 pm

Citação :
@Post Anterior: Escritório Particular de Bruno Maia
@Abril, 2025
@Salão Principal
@Segunda-Feira
@Resgate do Broche Espelhado


Bruno andava por entre as grandes fileiras de cadeiras e mesinhas do salão principal. Visto seu estado de "espírito", não poderia comer ou alimentar-se normalmente. Jamais tentara fazê-lo, mas havia quem dissesse que a dor era tamanha, e o sofrimento tão causticante,que Bruno nunca teve grande interesse pela aventura.
Victor veio ao seu encontro, um tanto esbaforido, e atropelou algumas várias palavras rapidamente que, apenas após sua retirada e um tempo de reflexão posterior puderam unir-se em sua mente e fazer algum sentido completo.
Então, hoje à noite, às onze horas, o embate maior estava marcado. Não poderia jamais perder isso. Iria, e lutaria bravamente contra aqueles que, uma vez, o mataram. Isso não tornaria a acontecer.

Citação :
@Próximo Post: Praça Catarina Cedrela
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MensagemAssunto: Re: salao principal   Sab Jun 19, 2010 7:41 pm

@EMMP - Salão principal
@Madrugada de Segunda-feira para Terça-feira
@Lutar ou ceder?


Os olhos de DOminic brilhavam intensamente. Enquanto girva, segurando descuidadamente pelos cabelos aquela massa de carne que se chamava Iramohn, pelos confins do espaço-tempo, Dominic tramava todos os detalhes de seu plano, mentalmente. Era o plano perfeito. Se tivesse ar em seus pulmões, ele daria gargalhadas de felicidade. Já tinha em seu poder o astrolábio dourado que, por sinal, estava usando para fazer tal viagem. Havia, também, o broche espelhado de Catarina Cedrela e o punhal sangrento. Este último já estava pronto, já era uma horcrux sua e estava bem a salvo de possíveis agressores por ninguém menos que o idiota Bruno Maia. DOminic sempre ria-se de sua genialidade: ao dá-lo uma Horcrux para proteger dos fantasmas, Bruno não fazia nada além de gaurdar de maneiras, DOminic admitia, muito seguras, sua Horcrux já pronta. O broche os idiotinhas do bem haviam roubado dele. Mas estava prestes a pegar de volta. Em jogo, nada menos do que a vida de seu amado líder caduco, Iramohn.
Ele havia planejado tudo: de manhã, dissera que sairia por toda a semana, para tratar de assuntos familiares, e que não deveria ser incomodado. Era o plano perfeito, não havia como falhar!
DOminic sentiu sob seus pés o mármore frio, antes mesmo que as imagens ao seu redor parassem de rodar. Imediatamente, silenciou Iramohn com um feitiço, de tal modo que o velho não pudesse alarmar todo o colégio sobre sua presença. Na hora certa, eles saberiam. Deixando ramohn em um canto, fazendo questão de bater sua cabeça violentamente contra a parede primeiro, Dominic prosseguiu para o centro do salão, e fez um semicírculo mágico com auxílio de sua varinha e de sangue que retirou da testa de Iramohn, englobando a saída dos fundos do salão e uma vasta área utilizável, como um palco, onde a plateia, em polvorosa, assistiria a maior negociação que jamais ocorrera entre aquelas paredes. Daquele semic´pirculo, somente passariam ele e o dono do sangue,no caso, Iramohn. Nenhum feitiço, por mais forte que fosse, penetraria aquela região, resguardada por todos os lados por um muro invisível de mais de cinco metros de altura, feito de energia sólida puríssima. Equanto DOminic permanecesse concentrado, nada destruiria aquilo. Obviamente, o custo energático do feitiço estava saindo de Iramohn, que ficava cada vez mais fraco.
Então, levou Iamohn para o centro do "palco",ajeitou sua máscara dourada no rosto e, com a varinha na garganta, fez sua voz ecoar por todos os cantos do colégio.

"Atenção, queridos aluninhos, e professores miseráveis desta instituição educacional. Venho informar oficialmente que seu colégio encontra-se agora tomado pela força-tarefa dos fantasmas. Meu nome é Lord Ghost, e venho através desta narrar a maior negociação de todos os tempos, um espetáculo! O produto a ser negociado é ninguém menos que o verme que vocês chamam de mestre, Iramohn, que encontra-se aqui, bem ao meu lado. Não sejam indelicados, evnham ao salão principal! AH, e não tentem sair, porque exatamente... esperem... agora, tem aproximadamente vinte fantasmas aparatando aqui ao lado de fora, e eles não vão icar felizes se vocês não me ouvirem. Peço especial atenção dos professores Bruno Maia, Martha Álida, VIctor Wagner, Isadora Rafaelli e mesmo da mais nova aquisição desta escola, a professora Isabela! Espero que venham rápido, o velho estámorrendo cda vez mais intensa e rapidamente. Uqerem ouvir seu gemido de dor?"

E pôs a varinha na garganta de Iramohn. O velho gemia, não um gemido histérico, não um gemido agitado ou conturbado, mas sim um gemido triste, melancólico, arrependido. Era o gemido sincero de alguém que se culpava, se culpava sem medidas pelos males que acabara causado, um gemido de tristeza, mas, sobretudo, de frustração.

Citação :
A questão é a seguinte: estamos todos dormindo quando isso acontece, OK? Os professores, obviamente, estão fazendo a ronda da noite. VOcês estão livres para postar quantas vezes vocês quiserem, da maneira que quiserem, só não podem, até segunda ordem: atacar os fantasmas, sair do Educandário. O resto, vem de sua imaginação!

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Turn around, look at me.
There is someone watching your footsteps,
Turn around, look at me(...)"

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