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 Pesquisa Mágica - Os Fundadores

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Bruno Maia
Professor de Artes das Trevas
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MensagemAssunto: Pesquisa Mágica - Os Fundadores   Qui Abr 08, 2010 1:14 pm

@Abril, 2025
@Sala de Pesquisa Mágica - Sétimo Andar
@Quinta-Feira
@17:00


Bruno estava sentado em sua confortável mesa de mogno quando os primeiros alunos chegaram. A sala era grande e simples, com cadeiras de madeira rígidas e paredes e piso de mármore branco sujo pelo tempo. Havia duas grandes janelas em cada lado da sala, por onde se via a Mata Atlântica e pássaros sobrevoando a região. O ambinte ali era ameno e calmo, com um "quê" de casa de campo. O vento calmo entrava pela janela, tranquilizando alguns alunos que estavam agora sentados em suas cadeiras, admirando a paisagem lá fora.
Bruno chamou-os à realidade, e alguns o olharam ainda com olhos vagando pelo espaço.

"Olá, turma. Bom, hoje nós vamos falar sobre os nossos fundadores. Como vocês bem sabem, nossa história começa em oito de agosto de 1578, quando três bruxos fundaram nosso colégio: Catarina Cedrela, Adalbérgio Dummont e Romério Cesalpino. No entanto, alguém sabe porquê isso aconteceu?"

Alguns alunos o olharam interrogativos. Poucos sabiam a história completa do educandário até chegar ao quinto ano. Bruno andou um tempo a frente da sala e, depois, parando bem à frente da turma, ergueu sua varinha.

"Deixem-me levá-los 453 anos de volta no tempo, para vermos como era a vida naquela época."

E, com um aceno, a sala transformou-se. De repente, estavam todos sentados em uma rua um tanto suja de Portugal, no ano de 1572. De repente, ao fim da rua, um grande grito se fez ouvir, e uma jovem muito bonita e de pele muito alva veio agarrada por dois homens de capuz preto.

"Nossa história começa por onde ela deveria terminar, ou nem ter começado. Esta jovem é ninguém menos que Catarina Cedrela. Ela estava em sua casa, ali ao fim da rua, quando estes dois carrascos a prenderam por bruxaria."

A jovem agora balançava-se vigorosamente. Os dois carrascos a prenderam num grande tronco de árvore. Alguns curiosos, atraídos pelo barulhos dos guinchos de Catarina, vieram admirar o espetáculo. Em pouco tempo, a menina estava queimando em brasas. Seus gritos eram altos e aterradores, até cessarem com sua morte. Alguns alunos ficaram chocados com a cena. Outros, mais frios, olhavam para Bruno com uma cara interrogativa. "Ora, se ela morreu, como estamos aqui hoje?", ao que Bruno respondia com um risinho maroto.
Após a dispersão do povo, Catarina, carbonizada, abriu os olhos. Algumas meninas gritaram. As brancas orbes destacavam-se no cenário negro que era seu corpo. O "morto-vivo" carbonizado desamarrou-se rapidamente e, com um estalar de dedos, retornou à aparência jovial e bela de Catarina que, com um estalo, desaparatou rapidamente dali.
Em um piscar de olhos, estavam de volta à sala de pesquisa, sentindo o vento gostoso e ameno.

"Alguém saberia me explicar o que aconteceu?"

Os alunos pararam, pensaram, mas aparentemente não conseguiam entender o fato de Catarina ter sido queimada, depois revivido e curado toda aquela aparência carbonizada.

"Não se esqueçam que falamos de Catarina Cedrela, uma grande bruxa e uma Magid! Portanto, ela podia muito bem fazer feitiços sem varinha. O que ela fez foi uma combinação de feitiço de congelamento de chamas e de transfiguração humana. Aliados, é claro, com um incrível senso de atuação. Catarina era uma brilhante atriz."

Alguns alunos ficaram muito animados com a genialidade da bruxa. Bruno então pegou novamente sua varinha e, com um aceno, os alunos estavam em um laboratório de alquimia, muito pequeno e chio de vapores. Ali estava um homem coberto da cabeça aos pés com uma grande bata vermela, lendo um grosso livro enquanto pingava uma solução em seu caldeirão.

"Aquele, meus caros, é Romério Cesalpino. Como vocês verão agora, ele foi capturado em seu laboratório de alquimia."

Ao que dois homens fortes também vestidos de preto entraram no local. Pegaram Romério pelos ombros. O homem debatia-se violentamente, enquanto os dois homens o prendiam em cima de uma mesa. Um deles pegou um machado, ergueu-o e cortou fora a cabeça de Romério. Novamente, várias meninas gritaram, algumas choraram e vários meninos taparam os olhos.

"Eu não fehcaria os olhos na parte mais emocionante da história"

Do nada, um dos carrascos girou nos calcanhares e APARATOU dali. O outro carrasco, confuso, olhou novamente para mesa, ao que viu o corpo de seu comparsa ali, e a cabeça no chão, ambos sangrando profusamente.
Novamente, estavam de volta à sala de aula.

"Eu adoro esta parte. Bom, vocês devem imaginar o que aconteceu, certo? Romério executou um feitiço extremamente complicado de troca de corpos. Ele 'trocou' de lugar com seu carrasco. o que acontece é que este feitiço demora alguns segundos para ser percebido completamente, ou seja, por um tempo, Romério permaneceu com a aparência de seu carrasco, e este com a aparência de Romério."

Sentiu os alunos excitados,mas a aula estava já por acabar. Sabia a pergunta que vagava pela mnte de todos ali "E Dummont?"

"A história mais interessante talvez seja a de Dummont. Isso porque ele NÃO POSSUI HISTÓRIA! Adalbérgio DUmmont sempre foi muito arisco e extremamente precavido. Deste modo, nunca permaneceu mais de dois dias em um local. Era um nômade. Há relatos de sua presença na Rússia, na França, em Portugal, na Espanha, nos Estados Unidos, enfim, em vários lugares. EM cada um deles, ele foi capturado mas, como Cedrela ou Cesalpino, sempre fugia de algum modo espetacular. E é isso que quero de vocês: quero na próxima semana um trabalho sobre uma captura de Dummont, OK?"

O sinal tocou lá fora. Os alunos saíram, aos poucos, deixando a sala com olhares assustados ou animados. Bruno fechou sua maleta e, rapidamente, deixou a sala, parando uma última vez para admirar a paisagem do exterior.

Citação :
Então, gente, é muito simples a aula: vocês só tem que descrever como foi a sensação de ver as imagens que eu mostrei, como foi estar lá naqueles locais, os pensamentos de seus personagens frente aos acontecimentos, etc.
E o trabalho, quero que vocês façam mais ou menos o que eu fiz: inventem uma escapada de Dummont. Me mandem o trabalho por MP, sim?
Boa sorte Wink
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Olavo Rafaelli
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MensagemAssunto: Re: Pesquisa Mágica - Os Fundadores   Ter Abr 13, 2010 8:01 pm

Era o fim de um dia cansativo. A tarde já se despedia e as cores que atravessavam a janela despertava em Olavo um sentimento de nostalgia... Ester chamou o amigo para comentar algo, mas percebeu pela expressão de seu rosto, que o amigo estava distante e não insistiu... Olavo só voltou ao tempo presente quando o professor deu as primeiras palavras sobre a aula...

"Olá, turma. Bom, hoje nós vamos falar sobre os nossos fundadores. Como vocês bem sabem, nossa história começa em oito de agosto de 1578, quando três bruxos fundaram nosso colégio: Catarina Cedrela, Adalbérgio Dummont e Romério Cesalpino. No entanto, alguém sabe porquê isso aconteceu?"

Falou para suas amigas do quinto ano, que estavam sentadas perto dele, mas não mencionou em voz alta para a turma, por não saber se realmente era a resposta que o professor queria ouvir.

- Das duas uma, ou os pais queriam se livrar do convívio diário com seus filhos, ou... os pais queriam realmente se livrar do convívio diário de seus filhos..

Talvez não muito satisfeito com as respostas, o professor tratou de colocar o plano de aula em prática.

"Deixem-me levá-los 453 anos de volta no tempo, para vermos como era a vida naquela época."

Em um aceno, todo o cenário mudou... a sala aconchegante e segura transformou-se em uma rua de um vilarejo do século XVI... Uma moça era arrastada por dois grandalhões envolta de gritos e blasfêmias... Olavo não havia entendido muito bem o que estava acontecendo e nem onde estava e olhava curioso para a multidão se aglomerando, gritando: "Queimem a Bruxa!!!"

- Como assim, queimem a bruxa!!!... Quê isso?!? ... Que está havendo...

Uma de sua amigas mandou ficar quieto e prestar atenção no professor... Só então Olavo compreendeu que estava dentro de um fragmento de memória histórico.

A menina estava senda posto em uma fogueira, alguém na turma gritou e tapou os olhos, um fogaréu tomou conta de tudo e, apesar de saber que tudo não estava realmente acontecendo, Olavo podia sentir o calor que emanava da fogueira e o cheiro de carne humana sendo queimada... Sentiu náuseas e por um instante pensou que ia desmaiar. Um braço amigo o apoio para que ele não fosse ao chão nem passasse vexame na frente de todos.

"Alguém saberia me explicar o que aconteceu?"

- Na verdade eu nem sei o que está acontecendo comigo!!! Professor, por favor, isso é mesmo necessário?...

Sua voz saiu inaudível de sua garganta e seus amigos o sentaram, abanando o pobre rapaz... Subitamente o cenário mudou novamente... Era um laboratório alquímico... Olavo se sentia melhor longe da carbonização de Catarina e já começava a prestar atenção na cena que se desenrolava, até uma cabeça vir rolando, parando justamente sobre seus pés... Estrelas retornaram a seu campo visual, um bolo sufocador tomou conta de sua gola e em instantes seu café da tarde foi jorrado sobre o chão do laboratório.

A partir de então, Olavo não viu mais nada... Quando acordou estava sendo abanado por seus amigos, com professor Bruno o fazendo cheirar alguma substância aromática extremamente forte e com um poça de vômito sobre sua mesa... O sinal tocou e todos foram deixando a sala, alguns rindo de Olavo, outros se solidarizando com o sofrimento do rapaz.

O professor vendo que tudo estava sob controle, pegou sua maleta e deixou a sala. Olavo saiu meio que carregado enquanto alguém o avisava do trabalho...

- Acho que vou me deitar... De repente perdi completamente a fome!!!


Última edição por Olavo Rafaelli em Dom Abr 25, 2010 8:06 pm, editado 1 vez(es)
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Ester Navarro
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MensagemAssunto: Re: Pesquisa Mágica - Os Fundadores   Dom Abr 25, 2010 7:54 pm

Acordei cedo do meu cochilo da tarde, me penteei, fiz alguns cachos, coloquei o uniforme de minha casa, passei meu brilho labial diário, peguei meus livros e fui para a sala, o professor já estava lá, sentei-me e quase dormindo abri o livro.

Olavo estava lá também e felizmente não estava com a veela, embora tivesse com o cheiro de uma – estremeci – preocupei-me se ele avistara minha cara enojada por sentir tal cheiro, mas embora fosse muito ruim, nada se comparava ao cachorro do sétimo ano – rosnei estranhamente.

Quando voltei a pensar na aula apenas ouvi “A história mais interessante talvez seja a de Dummont. Isso porque ele NÃO POSSUI HISTÓRIA! Adalbérgio DUmmont sempre foi muito arisco e extremamente precavido.”

Sobre o que exatamente se tratava essa aula? – Perguntei a um amigoque estava ao meu lado – Fechei os olhos e só acordei novamente quando o sinal tocou... não soube dizer se era um sonho, mas em minha mente ecoava algumas palavras:

“quero na próxima semana um trabalho sobre uma captura de Dummont, OK?”

_________________
Ester Navarro


Última edição por Ester Navarro em Dom Abr 25, 2010 9:13 pm, editado 1 vez(es)
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Sophie Galles
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MensagemAssunto: Re: Pesquisa Mágica - Os Fundadores   Dom Abr 25, 2010 8:40 pm

Rápido Demais

Prestar atenção. Prestar atenção. Prestar atenção.

Eu me esforçava como ninguém para não me perder no meio de tantas informações. Locais, datas, acontecimentos. Professor falando. Cenário novo. Tudo num turbilhão rápido demais para que eu acompanhasse e eu precisava me concentrar na matéria ensinada.

Não dava pra perder tempo pensando no clube de duelos, no meu cansaço, no quanto a luz favorecia a beleza do professor Bruno ou no quanto eu queria o fim daquela tortura chamada aula.

O assunto também não ajudava muito... Mortes. Caçadas. Perseguição.

Tudo isso pelo simples fato de termos nascido assim, diferentes. O fardo de pertencer a uma raça desconhecida por muitos é mais pesado do que se imagina.

Primeiramente, Catarina Cedrela. Eu tinha uma admiração especial por aquela mulher... Não sei ao certo o por quê. A explicação mais plausível que já passou até hoje pela minha cabeça é que talvez eu a admirasse por ser uma mulher que se destacou como bruxa. Eu tenho um lado feminista que me faz adorar todo o seu poder. E eu almejava alcançar aquele mesmo sucesso algum dia.

Ouvir seus gritos foi desconfortável, eu arrisco dizer até doloroso, mas algo naquela cena não se encaixava até ela abrir os olhos. Ficou mais claro após a explicação do professor, mas o som do estalar de seus dedos ainda ecoava em minha cabeça quando o cenário voltou a mudar.
Sala de aula. Laboratório de alquimia.

Romério Cesalpino. Homem interessante, eu admitia. Mas o ponto que mais me chamava atenção nele era sua inteligência. Rápido e sem complicações ele resolveu seu problema com os perseguidores... De brinde, uma cabeça cortada atormentaria meus sonhos.

Sala de aula.

A dor de cabeça começava e eu queria muito acabar com aquilo! Para piorar a situação, um trabalho.

Finalmente o sinal! Eu saí sozinha da sala, a fim de procurar um remédio o mais rápido possível.

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Bruno Maia
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MensagemAssunto: Re: Pesquisa Mágica - Os Fundadores   Sex Abr 30, 2010 10:05 pm

Notas:
Olavo: Então,gostei muito de sua narrativa, você foi detalhista,mas conseguiu equilibrar o nive de informações para não ser enfadonho. Quanto a erros de ortografia, nenhum que eu tenha reparado,quando à gramática, pequenas coisas que ninguém repara, a não ser que seja extremamente chato (tipo a troca da oração subordinada adjetiva restritiva pela explicativa que você fez em"Falou para suas amigas do quinto ano, que estavam sentadas perto dele, mas " que deveria ser "Falou para suas amigas do quinto ano que estavam sentadas perto dele mas ")
Quanto ao trabalho, foi muito rápido eém, não recebi trabalho seu, logo, sua nota fica:, não narrou, cronologicamente, os fatos que ocorreram, você só citou como eram. Mas eu compreendo a dificuldade do tempo.
Então, você toma 8(7+1) de 10(8+2).

Ester: Entaõ ,Ester, faltaram aquelas gotinhas de suor em cima do teclado né? Você passou despercebida pela aula INTEIRA? Mesmo com os grtiso da Cedrela, os barulhos de machados e tudo o mais? COmprreendo, no entanto, a questão do tempo, sem problemas.
E,também não recebi trabalho seu, logo sua nota fica: 4(4+0) de 10(8+2).

Sophie: Olá. Então, gostei muito de sua narrativa, principalmente por ser a primeira vez que vejo, aqui no forum, alguém escrevendo em tom de pretérito absoluto, de uma narrativa pessoal, mas um tanto distante dos acontecimentos. É quase como uma crônica. Muito interessante.
No entanto, acho que valeria mais um pouquinho de detalhes sobrea a história em si. Quanto à ramática e ortografia, nada que tenha sido gritante. E quanto ao trabalho, não o recebi, iembora compreenda a questão do tempo.
Sua nota, então: 6(6+0) de 10(8+2).

Gente, só paa falar: a aula vale 8 e trabalho 2. Não se assustem com nota baixa,é pq pra tirar a nota perfeita, tem que ser perfeito, e isso, sincermente, tirem da cabeça, porque não existe. Se machado escrevesse aqui um Post, ele tomaria 9 (e só porque é Machado!).

Abssssssssssssssssss
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